.

 

Início O Autor História A Viagem Moçambique Livros Notícias Procura Encontros Imagens Mailing List Ligações Mapa do Site

Share |

Brasões, Guiões e Crachás

Siga-nos

Fórum UTW

Pesquisar no portal UTM

Livros

Trabalhos, textos sobre a Guerra do Ultramar ou livros

 

Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

Imagem do autor cedida por Carlos Gomes, blogue «Blogue Minho»

Outras imagens e o "índice" extraído do blogue «Livros Ultramar - Guerra Colonial»

 

 

Artur Maciel

 

Artur Santiago Maciel da Costa, jornalista do «Diário de Notícias», nascido no dia  21 de Fevereiro de 1900.

 

Falecido no dia 18 de Dezembro de 1977.

 

Livro:

 

"Angola Heróica - 120 dias com os nossos soldados"

 

«em homenagem aos veteranos que no 1º de Maio de 1961 desembarcaram em Luanda»

 

 

título: "Angola Heróica - 120 dias com os nossos soldados"
autor: Artur Maciel

editor: Livraria Bertrand
2ªed. Lisboa, 1963
303 págs (ilustrado) - com fotos de autoria do jornalista Fernando Farinha, e dos fotógrafos Joaquim Cabral e Ricardo Mesquita; e do acervo dos Serviços Cartográficos do Exército, da Força Aérea, do Secretariado Nacional de Informação, do Centro de Informação e Turismo de Angola, e do jornal "O Comércio de Luanda"

Prefácio:


- «... ao mais humilde e ignorado de todos esses soldados, brancos, mestiços e negros, que vi nas selvas do nosso Congo a defender Portugal - com a mesma fé, a mesma abnegação, o mesmo silencioso heroísmo de quantos dos nossos, através dos séculos, com a sua alma, o seu sangue e o seu esforço descobriram, criaram e engrandeceram Angola... »
(o autor)

 

 

Angola-Heroica: regresso a Carmona

 

 

Artur Maciel

 

«A ponte sobre o Lifune, destruída pelos terroristas, com soldados da nossa

Engenharia Militar preparando-se para a reconstruir»

 

 

«Os nossos soldados, sem distinção de cor, chamados à defesa da Pátria, desfilam, em Luanda, na Avenida de Paulo Dias de Novais

 

 

Com a devida vénia, extraímos do sítio «Livros Ultramar - Guerra Colonial» o índice do livro supra citado:

 

Do ÍNDICE:


- Explicação;

I - A TÊMPERA FORMA-SE COM A VERDADE
- Jornalismo no momento que Portugal atravessa;
- A negritude de Angola e a idoneidade política;
- O que mais conta é a acção sobre a retaguarda;
- Em Angola a luta está à vista de todos;
- Quando a sobrevivência da Nação se acha em causa;

II - INFORMAÇÃO E CONTRA-INFORMAÇÃO: ARMAS DO NOSSO TEMPO
- Toda a gente, mesmo sem querer, faz política;
- Os dois sentidos da propaganda terrorista;
- Informar com verdade e eficiência;

III - NO MUNDO DE BABEL: OS 'SLOGANS' DA MENTIRA
- Quando Moscovo e Washington se fizeram os amigos de África;
- A felicidade que reina nas novas 'independências' africanas;
- São velhas as cobiças contra nós - A Conferência de Berlim;
- A pressa dos EUA em reconhecer a primeira 'independência' do Congo Belga;
- O talho da fronteira e a liberdade para as missões religiosas;

IV - CHAVES ANTIGAS - GAZUAS MODERNAS
- De tudo o que se pretende fazer tábua rasa;
- Os feiticeiros do Congo contra a cristianização;
- A monarquia electiva e as lutas eleitorais;
- Do candidato a Rei a chefe revolucionário;
- Como se tem explorado a morte do último rei;

V - ALGODÃO, CAFÉ E CHOCOLATE
- Apenas circunstância económico-sociais na Baixa do Cassange?
- Organizações comunistas de ontem e 'recomendações' de hoje;
- Está no Congo a prova de que a sublevação não proveio da questão económica;
- Evoca-se a insurreição de 1913 contra o imposto da cubata;
- É velha a mão de fora a agir dentro do nosso Congo;

VI - OS LABIRINTOS DO CONGO
- Da extensão do território ao dédalo dos rios e dos montes;
- Censo de população e o xadrez das raças;
- Religiosidade e acção das missões protestantes;
- Vizinhança e influência do Congo Belga;

VII - PROFETAS, CRISTOS NEGROS E 'HOMENS-LEOPARDOS'
- Das seitas amióticas a casos de antropofagia;
- Associações mágico-religiosas tornadas de reacção contra o homem branco;
- As igrejas negras por secessão ou imitação das missões protestantes;

VIII - OS QUATRO SIMÃOS E AS 'TESTEMUNHAS DE JEOVÁ'
- Após o 'Kibanguismo', a 'Missão dos Negros' e o 'Grupo do Espírito Santo' - o 'Lassismo';
- O 'salvation Army' ou 'Armée du Salut' tornado movimento de reacção contra brancos;
- A 'Watch Tower' ou 'Testemunhas de Jeová' e a sua expansão africana;
- O 'Kitawala' e o rito desta seita relativo à morte;
- O que é o 'tocoismo' - movimento expandido em Angola;
- A vida de Simão toco e a sua posição actual;

IX - RASTILHOS PARA ANGOLA
- A sociedade negra africana e a sua desintegração;
- Associações étnicas para a independência e movimentos políticos anti-portugueses;
- Como aparece o antigo Partido Democrático Português num relatório da ONU;
- Da 'Aliança dos Bacongos' à 'Aliança dos Zombos', com o 'American Commitee on Africa' de permeio;
- Cabindas, mussorongos, quiocos e o FRAIN;

X - AINDA MAIS RASTILHOS
- Dissidências, cooperações, diversões, uniões, fusões...;
- Supremacia a todo o custo - e um exército à parte;
- Do Congo à Ovambulândia, passando pela Rodésia do Sul;
- Nada na frente comum política - mas um 'exército' que aceita tudo;

XI - E O INCÊNDIO ROMPEU
- Quando se deu a viragem em Lisboa;
- Logo desilusões para os comandos terroristas;
- Os primeiros 'chefes' ma hora dos feiticeiros;
- Marijuana para a 'força vital' e amuletos contra as balas;

XII - AS NOSSAS TROPAS ENTRAM EM ACÇÃO
- A situação militar logo após a eclosão do terrorismo - segunda quinzena de Março;
- O panorama trágico do Congo e as características da acção terrorista na sua primeira fase;
- Mês de Abril - quando se dá em Lisboa a arrancada militar;
- Primeiro comando operacional e as suas missões de quadrícula e intervenção;
- O terrorismo na segunda fase e o esforço das nossas tropas para assegurar os itinerários;
- Ataques, defesas e reocupação de povoações durante os meses de Maio e Junho;

XIII - NAMBUANGONGO - NOVA FASE DA LUTA
- O terrorismo começa a esboçar uma nova fase de acção;
- A região dos Dembos esperava a hora de ser ocupada;
- Assenta-se no plano de ataque a Nambuangongo - e executa-se;
- Os combates que se travam e as obstruções opostas ao avanço;
- A queda da 'capital-fantasma' - 9 de Agosto;
- É tomada a Pedra Verde e assalta-se a Serra da Canda;
- Define-se a terceira fase da luta - guerrilha ainda incipiente;

XIV - COM AS CHUVAS DE OUTUBRO...
- Um problema que poderia ter sido apenas de polícia...;
- Precisamente: de 20 de Agosto a 4 de Outubro;
- Os comentários e as notícias que apareceram nos jornais;
- Os indícios, pelo Natal, de nova articulação inimiga;

XV - NA FASE ACTUAL - A GUERRILHA
- Um depoimento que é preciso dar a conhecer;
- Colectas para a compra de armas e desvios dessas quantias;
- Quando bandos e cabecilhas já se matavam uns aos outros;
- Depois do 'exército' da UPA - o seu 'governo' e a rivalidade do MPLA;
- O dispositivo das nossas Forças Armadas adapta-se ao tipo de luta que se define;

XVI - A VERDADE QUE OS MORTOS DIZEM AOS VIVOS
- Desde a primeira hora - a guerra não foi aqui a convencional;
- A comunhão que este tipo de luta criou entre oficiais e soldados;
- Uma organização de propaganda em que os escrúpulos estão banidos;
- Apodados de mercenários os oficiais do Exército português;
- A grande resposta para tamanha calúnia;
- Outra balela - os milicianos suportando o maior esforço da luta...;
- Crueldades que o exército nunca cometeu;
- Ainda pior que terrorismo - antropofagia !;

XVII - O 'EXÉRCITO' DA UPA E A SUA ORGANIZAÇÃO
- O armamento estrangeiro fornecido ao 'exército' da UPA;
- A cartilha de Bayo aplicada na montagem do 'Estado-Maior';
- 'Quartel-General', 'Base Central' e a 'Táctica del Minuete';
- Recrutamento, 'quartéis', ocultação e contra-reconhecimento;
- O apoio logístico e os 'partidários' entre a população indígena;
- 'Registo de pessoal', 'filiação política', 'licenças', 'guias de marcha';
- 'Justiça e disciplina': as infracções e os castigos;
- Os prisioneiros, os mortos e a 'higiene pessoal';
- O sistema para a passagem de fronteira;

XVIII - A PROPAGANDA INIMIGA
- Os diversos tipos de manifestos;
- Com se faz a distorção dos textos bíblicos;
- 'despachos', 'circulares', 'prémios' e 'louvores';
- Os hinos e os cânticos;
- As 'Revistas de imprensa';
- Visitas e recepções a jornalistas: um exemplo;

XIX - SOLDADO QUE ESTÁ NO MATO
- Num 'supermercado' ambulante - o 'Nord-Atlas';
- Os coleccionadores de imagens;
- Ouvindo violinos de Picasso;
- Vai carta feliz voando...;
- Diabos brancos, falcões, fantasmas...;
- Jornaizinhos de Selva;
- Capelões-soldados;
- Vocações que se apuram;
- Entre feridos e doentes;
- Andam pelo mato outros soldados;
- Tornados lavadores e soldados;
- Feitos mestres nos seus místeres;
- Voa, aviãozinho, voa...;

APÊNDICE
- RELAÇÃO SOA OFICIAIS, SARGENTOS E PRAÇAS DO EXÉRCITO CONDECORADOS - desde Maio de 1961 a Setembro de 1963 - PELA SUA ACTUAÇÃO EM ANGOLA CONTRA O TERRORISMO

 

© UTW online desde 30Mar2006

Traffic Rank

Portal do UTW: Criado e mantido por um grupo de Antigos Combatentes da Guerra do Ultramar

Voltar ao Topo