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TRABALHOS, TEXTOS
SOBRE OPERAÇÕES MILITARES ou LIVROS
Informações e
imagens cedidas
por LC123278
Homenagem aos que
nos precederam no cumprimento do dever
Para visualização dos
conteúdos clique nos sublinhados
Moçambique e Angola: Os nomes dos Militares mortos
em campanha no Ultramar, durante a Grande Guerra
(Moçambique e Angola)

(*)
(*)
- Ficheiro substituído em 9Set2009
"Livro
de Ouro da Infantaria", da Comissão Técnica da Arma
de Infantaria
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Comissão Técnica da Arma de
Infantaria
"Livro
de Ouro da Infantaria"
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"Livro de Ouro da Infantaria"
autor: Comissão Técnica da Arma de
Infantaria
editor: (os autores)
1ªed: Lisboa, 9 de Abril de 1922
31,5x23cm (cartonado)
288 págs (com ilustrações e fotos)
in
Prefácio:
O Livro
de Ouro da Infantaria, editado por
iniciativa da comissão técnica desta arma,
pretende ser uma página com aspectos
diversos para a história da colaboração
militar de Portugal nos fastos da Grande
Guerra (1914/1918). Nele se conterá a
apoteose dos nossos mortos, aqueles infantes
modestos sacrificados e heróicos que viveram
a rude peleja nos sulcos enlameados da terra
que o seu sangue rubro e generoso acabou por
fertilizar para a conquista dos grandes
ideais humanos de Bondade e de Justiça.[...] |

Nordeste de Moçambique - aquartelamento militar
fronteiriço, durante a Grande Guerra

Sudoeste de Angola - travessia do vau do Pembe, durante
a Grande Guerra

14
de Julho de 1919 (2ªfeira) – Em Paris um pequeno
contingente do Corpo Expedicionário Português, integrado
nas forças Aliadas do marechal Foch, desfila na Place de
l'Etoile sob comando do major de infantaria Ribeiro de
Carvalho e tendo à frente o tenente Perestrello da
Silva, porta-bandeira do RI22/CEP e que comandou a
2ª/BI14 durante a batalha de La Lys.
– «Encabeçavam o destacamento de honra, 2 verdadeiros
soldados: o comandante do RI21, major Ribeiro de
Carvalho; e o capitão Bento Esteves Roma, do RI13.
Erguiam as hastes 4 alferes, em cujo peito pendia uma
Cruz de Guerra.»; (extractos de jornais da época).
– «As forças portuguesas do CEP ocuparam o seu devido
lugar nas festas da vitória, realizadas em Paris,
Londres e Bruxelas, onde foram entusiasticamente
louvadas. Foi a apoteose e a comoção que dominaram, no
momento em que as quatro bandeiras de Portugal se
elevaram no Desfile da Vitória em Paris [...],
escoltadas por 150 soldados portugueses.»¹
¹ (Ana Luísa Araújo Pinto, in "Memórias de Um Dever
Cumprido", pp.92)

Memorial descerrado em 10 de Junho de 1920, no salão
nobre da Sociedade de Geografia –
Aos 3573 Oficiais e Praças da Arma de Infantaria, mortos
em campanha durante a Grande Guerra
- Angola, França, Moçambique - 1914-1918.
Nobre exemplo de Abnegação e Sublime Lição de Virtudes
Cívicas.
Consagração da Comissão Técnica de Infantaria






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