.

 

Início O Autor História A Viagem Moçambique Livros Notícias Procura Encontros Imagens Mailing List Ligações Mapa do Site

Share |

Brasões, Guiões e Crachás

Siga-nos

Fórum UTW

Pesquisar no portal UTM

Livros

Trabalhos, textos sobre operações militares ou livros

Com a devida vénia, os elementos que se

 seguem foram extraídos do "pdf" online, e

elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

 

Diogo Manuel Simões Roque Moço

 

Diogo Manuel Simões Roque Moço, licenciado em Relações Internacionais pela Universidade de Coimbra, e Mestre em História Contemporânea pela Universidade de Lisboa

 

Trabalho original escrito para obtenção do grau de mestre.

 

Para visualização do conteúdo clique no sublinhado ou na imagem que se seguem

 

"Prisioneiros na Índia 1961 - 1962"

 

 

título: "Prisioneiros na Índia 1961 - 1962"
autor: Diogo Manuel Simões Roque Moço


221 págs

 

«Objecto do trabalho


Esta dissertação é resultado da investigação que o autor desenvolveu para a sua tese de mestrado em História Contemporânea na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, sob orientação do Professor Doutor António Ventura. Tem como objecto o estudo dos prisioneiros de guerra detidos após a intervenção militar da Índia no que era então conhecido como Estado Português da Índia (EPI), em 1961.

 

Após a capitulação militar portuguesa, as forças derrotadas recolheram ao cativeiro. No total contabilizaram-se cerca de 4500 indivíduos, entre soldados, marinheiros, policias, guardas-fiscais e guardas-rurais, e alguns civis e suas famílias. Foram distribuídos por quatro campos — Alparqueiros, Forte da Aguada e dois em Pondá, onde estiveram durante cinco meses como prisioneiros de guerra.

 

Por ocasião do cinquentenário dos acontecimentos, esta tese propõe-se essencialmente mostrar o desenrolar de acontecimentos que levaram ao cativeiro e a experiência daqueles indivíduos, os acontecimentos mais marcantes, a organização dos campos e o seu dia-a-dia. Outros aspectos relacionados com a temática estudada, como o desenrolar dos acontecimentos que levaram à situação, o processo negocial para um acordo de repatriamento e a chegada a Lisboa, são igualmente abordados. Procurando ter um elevado grau objectivo e descritivo, o estudo do ocorrido tem como finalidade tentar compreender de uma forma mais cabal o que ocorreu e as circunstâncias em que tiveram lugar os acontecimentos históricos que aqui retratamos.

 

Em relação ao âmbito cronológico e espacial, foram estabelecidas parâmetros temporais, necessárias para a uma delimitação de um trabalho como este - um tema específico englobado num acontecimento maior. Teremos assim como balizas o dia 19 de Dezembro de 1961, dia da rendição, e o dia 30 de Maio de 1962, data da conclusão do repatriamento. Fora deste intervalo de tempo...» 
 

 

 

Repatriamento

 

Algumas notícias publicadas na imprensa, da altura, sobre o repatriamento dos prisioneiros na Índia:

 

Para visualização dos conteúdos clique em cada um dos sublinhados que se seguem:

 

«O primeiro grupo de detidos em Goa chegou a Karachi»

 

«Estão já em Karachi 191 militares que regressarão no "Vera Cruz"»

 

«A União Indiana não devia recusar aos goeses o direito à autodeterminação»

 

«Um milhar de repatriados encontra-se em Karachi»

 

«Está está em Karachi mais de metade dos detidos em Goa»

 

«Há ainda em Goa bolsas de partidários da soberania portuguesa»

 

«O paquete "Moçambique" deixou Karachi»

 

«Chegou o "Vera Cruz" com 1500 militares e civis que estiveram prisioneiros em Goa»

 

«A chegada do "Vera Cruz"» (continuação)

 

«A recepção aos marinheiros do "Afonso Albuquerque"»

 

«Chegou o "Pátria" que trouxe mil e trezentos militares e polícias que estiveram detidos em Goa»

 

«Chegaram no "Moçambique" os últimos militares evacuados de Goa num total de mil e cem»

 

26Jun1962: «O Engenheiro Jorge Pereira Jardim é distinguido pelo Presidente da República, Américo de Deus Rodrigues Tomaz, com a Ordem do Império, grau grande-oficial»

 

© UTW online desde 30Mar2006

Traffic Rank

Portal do UTW: Criado e mantido por um grupo de Antigos Combatentes da Guerra do Ultramar

Voltar ao Topo