Guerra do Ultramar: Angola, Guiné e Moçambique Automobilia Ibérica - Histórico Automóvel Clube de Entre Tejo e Sado (HACETS)

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 TRABALHOS, TEXTOS SOBRE OPERAÇÕES MILITARES ou LIVROS

Elementos cedidos por Gracindo Veríssimo

Eduardo da Silva Travessas

 

Natural e residente em Vila de A-Ver-o-Mar, com os contactos:

Telefone: 252 682 721

Telemóvel: 963 073 619

E-mail: eduardo.travessas@oniduo.pt 

Quem fez de tudo um pouco: com a ajuda do irmão construiu um “barco” para a pesca, fez uma viola, e, que devido a ela foi convidado para fazer parte do Rancho Poveiro, formou um conjunto musical, foi 1º cabo de transmissões e grande guarda-redes na Guerra do Ultramar, Construtor Civil, Escritor e Presidente da Junta de freguesia da Vila de A-Ver-o-Mar…

Pertenceu à Companhia de Comando e Serviços do Batalhão de Caçadores 1934, que se formou no RI 16, em Évora, esteve em Moçambique no período de Outubro de 1967 a Novembro de 1969. Primeiro em Macaloge, no Niassa, depois em Vila Junqueiro (Gurué), na Zambézia

 

"Infância, Guerra e Paz"

 

Pequeno trecho do livro:

 

…Nesse dia ele ia na frente da fila, atrás dele o furriel Gonçalves, parámos uns minutos para descansar, os nossos adversários sempre a disparar na nossa direcção. Entretanto, o furriel da companhia 1795, veio dar-nos uma ajuda nesta difícil operação, oferecendo-se para encabeçar a fila junto do Mário Sálimo. Caminhamos ainda cerca de cinco quilómetros, quando de repente se ouviu um grande estrondo, provocado pelo rebentamento de uma granada. O inimigo tinha estudado o nosso trajecto e pôs a armadilha no sítio onde as nossas tropas iam passar. Atirámo-nos para o chão entre o capim e para nos defender apontámos as armas em todas as direcções. De repente, o Colares gritou que havia mortos, feridos, e o enfermeiro quase rastejando foi em socorro dos infelizes colegas. Fomos detectados pelo inimigo, os seus disparos começaram a ser cada vez mais intensos…

 

 

 

 

 

 

 

 

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