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Trabalhos, textos sobre operações militares ou livros
Elementos cedidos pelo veterano Ilídio Costa
 
Francisco Proença Garcia
 

Francisco Proença Garcia, Tenente-Coronel de Infantaria com Curso de Estado-Maior, nasceu em 1967 na vila de Almeida.

Esteve colocado em diversas unidades da Arma de Infantaria, como a Escola Prática e o Regimento de Vila Real, e ainda na Academia Militar.

Foi Oficial de planeamento do Comando do Sector Central em Timor-Leste, esteve em missões em Angola, Moçambique e Guiné-Bissau.

Agregado em Relações Internacionais, da Universidade Católica Portuguesa, Doutor em História Contemporânea e Mestre em Relações Internacionais, foi Professor de Estratégia no IESM.

Em Fevereiro de 2011, para além das funções de Conselheiro Militar junto da Delegação Portuguesa na NATO, era Professor na Academia Militar aos cursos de Pós-graduação e Doutoramento; professor convidado dos cursos de Doutoramento em RI na Universidade Católica; e Secretário-geral da Academia Internacional da Cultura Portuguesa (da qual é Académico).

Tem 6 livros publicados e mais de três dezenas de artigos em revistas nacionais e estrangeiras.

 

"Guerra de África - Moçambique (1964-1974)"

 

 

Texto in: "Guerra de África - Moçambique 1964 - 1974"

"...

No ano de 1968, para Borges Coelho, o fortalecimento do movimento de libertação associado à configuração particular do território, ao abandono a que estava votado, à ligação entre as suas populações e as populações dos territórios vizinhos que ascendiam à independência, eram indícios claros para a Administração Portuguesa da proximidade do início da luta armada no Distrito de Tete, pelo que seria necessário adoptar medidas para o prever. Nesta ordem de ideias, o dispositivo inicial, composto por dois Batalhões e duas Companhias, leva a que, em Março de 1968, o contingente do denominado sector F passasse a ser constituído por três Batalhões e mais algumas Companhias. Aqueles estavam distribuídos pelos subsectores FFG, FFR e FFT, com sede, respectivamente em Fingoé, Furancungo e Tete.

 

Em Março de 1968, de acordo com as informações militares, admitia-se que a FRELIMO possuísse 12.500 homens de identidade conhecida, entre combatentes (FPLM e milícias), militantes e suspeitos, distribuídos da seguinte forma:

 

FPLM - Niassa, 1.900 Homens; Cabo Delgado, 2.300 a 2.500 Homens;

Milícias - Niassa, 800 Homens; Cabo Delgado, 2.500 Homens;

Grupos Femininos - Niassa, 125; Cabo Delgado, 26.

..."

 

 

 

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