.

 

Início O Autor História A Viagem Moçambique Livros Notícias Procura Encontros Imagens Mailing List Ligações Mapa do Site

Share |

Brasões, Guiões e Crachás

Siga-nos

Fórum UTW

Pesquisar no portal UTM

Livros

TRABALHOS, TEXTOS SOBRE OPERAÇÕES MILITARES ou LIVROS

 

 

Jaime Froufe Andrade

 

Nasceu em 1945, no Porto. É jornalista profissional, trabalhou durante muitos anos do Jornal de Notícias e integra actualmente os quadros da revista Notícias Magazine, distribuída semanalmente com o aquele jornal portuense e com o lisboeta Diário de Notícias.

 

Ex- Alferes Mil.º de Operações Especiais, «Ranger», da Companhia de Caçadores 2358 do Batalhão de Caçadores 2842 (Moçambique, Tete, 1968 / 1970)

 

O livro:

"Não sabes como vais morrer"

 

título:"Não sabes como vais morrer"

Autor: Jaime Froufe Andrade

Edição: Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto (AJHLP)

Colecção: Memória Perecível

ISBN: 978-972-622-012-1

Preço: 7,00 €

Aquisição:

(http://www.livapolo.pt/index.php?action=artigo_detalhes&artigo_id=71760), na sede da AJHLP ou nas lojas FNAC

 

---------------------

 

Porto, 19 Nov (Lusa) - A Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto (AJHLP) lançou "Não sabes como vais morrer", de Jaime Froufe Andrade, um novo título da Colecção Memória Perecível, anunciou hoje fonte da AJHLP.
 

Trata-se de um conjunto de oito histórias da guerra colonial que o autor viveu em primeira pessoa durante a sua comissão de serviço em Moçambique, como alferes miliciano de Operações Especiais ("rangers"), entre 1968 e 1970.

São outros tantos retratos da vida que centenas de milhar de jovens portugueses viveram, nos anos da guerra colonial, no meio do "mato", em Moçambique, Angola ou na Guiné-Bissau.

As histórias são escritas com dramatismo, em que cabem momentos de humor, perplexidade, angústia e ansiedade, mas também a profundidade psicológica, que faltam a muitos relatos de guerra.

As pelo menos duas gerações de portugueses que viveram a guerra em África reconhecer-se-ão facilmente nestas linhas escritas por Froufe Andrade.

Noutro capítulo, o autor narra o regresso atribulado de Moçambique a Portugal, a bordo do navio Vera Cruz, sobrelotado com três mil militares.

Quando navegava perto do Cabo da Boa Esperança (o mítico Cabo das Tormentas de Camões), na África do Sul, o enorme navio foi atingido, na sequência do efeito conjunto de duas ondas sísmicas e de uma tempestade, por gigantescas vagas, sofrendo graves avarias e tendo estado a ponto de soçobrar.

As circunstâncias desta viagem são narradas em primeira pessoa por Froufe Andrade e ainda por um conjunto de 12 depoimentos por ele próprio recolhidos junto de outros militares, oficiais, sargentos e praças, que consigo viajaram.

O autor entrevistou ainda o oficial-piloto que estava de turno na ponte de comando do navio e pesquisou ainda o diário de bordo do navio, no Arquivo Central da Marinha, onde recolheu elementos dos dois comandantes que seguiam a bordo, o comandante do navio e o comandante dos militares a bordo.

Jaime Froufe Andrade, nasceu em 1945, no Porto. É jornalista profissional, trabalhou durante muitos anos do Jornal de Notícias e integra actualmente os quadros da revista Notícias Magazine, distribuída semanalmente com o aquele jornal portuense e com o lisboeta Diário de Notícias.

PF.

Lusa/Fim

in: http://tv1.rtp.pt/noticias/?article=167992&visual=3&layout=10

 

-----------------------------------------------------------------

 

Para visualização dos conteúdos clique em cada um dos sublinhados que se seguem:

 

 

26Jan2013: Apresentação da 4.ª edição do livro "Não sabes como vais morrer" e propõe-se fazer o ponto da situação relativamente às diligências desenvolvidas para localizar um antigo guerrilheiro da Frelimo capturado durante um golpe de mão ...

 

A angústia de um ex-combatente da Guerra do Ultramar

 

"O rádio" de Jaime Froufe Andrade, reportagem TVI

 

"O rádio" de Jaime Froufe Andrade, entrevistado pelo jornalista Henrique Garcia

 

07Mai2010: Jaime Froufe Andrade falou e respondeu a perguntas sobre o seu livro "Não sabes como vais morrer" que reúne um conjunto de reportagens que escreveu sobre a sua experiência de alferes miliciano ranger, em Moçambique

 

 

------------------------------

 

26Jan2013: Apresentação da 4.ª edição do livro "Não sabes como vais morrer"

 

Coronel Ranger António Feijó fala em Matosinhos sobre o livro "Não sabes como vais morrer"

O Coronel Ranger António Feijó (ex-comandante do CIOE-Centro de Instrução de Operações Especiais) irá apresentar a 4ª edição do livro de guerra "Não sabes como vais morrer", de Jaime Froufe Andrade, obra editada pela AJHLP-Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto no âmbito da sua colecção "Memória Perecível".

Na oportunidade, o autor, que como alferes ranger cumpriu uma comissão de serviço em Moçambique, propõe-se fazer o ponto da situação relativamente às diligências desenvolvidas para localizar um antigo guerrilheiro da Frelimo capturado durante um golpe de mão e a quem pretende agora, mais de quatro décadas volvidas, abraçar e restituir o velho rádio a pilhas de que foi desapossado no desenrolar da acção.

A sessão que irá decorrer no próximo dia 26 de Janeiro (sábado), no salão nobre da Junta de Freguesia de Matosinhos (R. Augusto Gomes, 313) com início às 15h00, será moderada por Ivo Vaqueiro, antigo ranger sniper e contará ainda com a presença de António Parada, presidente daquela autarquia.

 

------------------------------

 

 

A angústia de um ex-combatente da Guerra do Ultramar

Segunda, 06 Fevereiro 2012 17:01

Fonte: in "NetBila"

 

Imagem do guerrilheiro da Frelimo

 

 

Através de uma mensagem de correio eletrónico enviada ao NetBila, um antigo combatente da guerra do ultramar pede-nos para ajudar na divulgação de uma das suas histórias passadas durante a guerra em Moçambique contra o movimento de libertação daquele território ultramarino, a Frelimo. O antigo combatente português, Alferes de Operações Especiais - Ranger -, Jaime Froufe Andrade, sente ainda hoje, após mais de quarenta anos, uma enorme angústia por causa de um simples aparelho de rádio pertencente a um guerrilheiro daquele movimento de libertação.

 

O facto passou-se no dia 17 de setembro de 1968 na província de Tete:


O guerrilheiro da Frelimo, como nos conta o Jaime Froufe Andrade, foi capturado na sequência de um golpe de mão levado a cabo pelas tropas portuguesas a uma base de considerável dimensão, instalada por um dos quadros opositores ao exército português que mais tarde viria a ser o Presidente da República Popular de Moçambique - Samora Machel. O guerrilheiro foi surpreendido por um pequeno grupo de combate helitransportado que atuou sob o comando de Jaime Andrade. O guerrilheiro de quem não se sabe o nome trazia consigo, além da arma de fabrico chinês imediatamente retirada das suas mãos, um aparelho de rádio sendo este confiscado particularmente pelo comandante do grupo atacante antes de entregar o prisioneiro para interrogatório.
Voltando de Moçambique para a Metrópole, o ranger Jaime Andrade trouxe consigo o pequeno rádio portátil. Alcançada alguma acalmia por entre o stress de guerra, o famigerado aparelho deu volta à cabeça àquele que não se sentia de modo nenhum o seu dono. Tem sido assim durante estes longos anos. O rádio andou escondido lá por casa durante muito tempo, só que não lhe desaparecia da cabeça, pois trazia-lhe à memória outras recordações de outros momentos e outros factos ocorridos. Assim, o rádio acabou por tomar um lugar de destaque na mesa de trabalho do nosso amigo ranger. O pequeno aparelho é como um dedo que persiste em apontar para mim, confessa Jaime Andrade. Este, com uma grande angústia tem contado a sua história publicamente em diversos fóruns, conseguindo mesmo fazer a sua divulgação em alguns canais de televisão portugueses, despertando inclusivamente o interesse de um jornalista da BBC.


É desejo do nosso Alferes, alimentando uma enorme esperança, reencontrar o seu antigo adversário de guerra por quem sente hoje um admirável respeito. Pretende simplesmente devolver-lhe o rádio, dar-lhe um forte abraço e pedir-lhe desculpa!

 

------------------------------

 

 "O rádio" de Jaime Froufe Andrade, reportagem TVI

 

Informação de Ilídio Costa

 

Um antigo combatente português, um antigo guerrilheiro da Frelimo e um antigo rádio a pilhas... A história de Jaime Froufe Andrade, um ex-ranger em Moçambique, começa no dia em que um ataque a uma base na Beira capturou um combatente. Apoderou-se do rádio que este trazia consigo e do qual nunca conseguiu livrar-se.

Quarenta anos depois, Froufe Andrade tem uma missão quase impossível: encontrar o guerrilheiro, dar-lhe um abraço que simboliza a paz, mas sobretudo, entregar-lhe o rádio, que não lhe pertence.

 

Fonte:

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/jose-gabriel-quaresma-frelimo-pme-guerra-de-africa-mocambique-reportagem/1230249-4071.html

 

O rádio

 

 

 

O dono do rádio - combatente da FRELIMO

 

 

 

 

------------------------------

 

"O rádio" de Jaime Froufe Andrade, entrevistado pelo jornalista Henrique Garcia

 

 

 

------------------------------

7 de Maio de 2010 (sexta-feira), pelas 19 horas

Jaime Froufe Andrade

Na Biblioteca-Museu da República e Resistência (Estrada de Benfica, nº 419, antigo Bairro da Família Grandela, em Lisboa), no âmbito das "Memórias Literárias da Guerra Colonial", no 3.º Ciclo de Conferências, Jaime Froufe Andrade falou e respondeu a perguntas sobre o seu livro "Não sabes como vais morrer" que reúne um conjunto de reportagens que escreveu sobre a sua experiência de alferes miliciano ranger, em Moçambique.

Aconteceu, em 07Mai2010:

 

 

© UTW online desde 30Mar2006

Traffic Rank

Portal do UTW: Criado e mantido por um grupo de Antigos Combatentes da Guerra do Ultramar

Voltar ao Topo