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Elementos cedidos pelo veterano Abreu dos Santos

 

José Ferreira

 

José Ferreira da Silva nasceu em Fev1943, em Fiães (concelho da Feira).


Sendo furriel miliciano com o curso de operações especiais, foi mobilizado para servir no Ultramar e integrado num dos pelotões da CArt1689, subunidade do BArt1913 organizado no RAP2-Gaia.


Em 26Abr67 saiu de Lisboa com o seu batalhão no NTT 'Uíge' rumo a Bissau, onde chegou no dia 1º de Maio.


Regressou em 09Mar69 a Vila Nova de Gaia, onde concluiu o seu serviço militar.

 

O livro:

"Memórias boas da minha guerra"

 

título: "Memórias boas da minha guerra"
autor: José Ferreira

editor: Chiado
1ªed. Lisboa, 01Out2016
218 págs
21x13,8xm
pvp: 15€
ISBN: 989-51-8234-3

Assunto:
Recordações de um veterano que cumpriu comissão na Província Ultramarina da Guiné Portuguesa.

 

Apresentação:
– «A guerra é a guerra! Mas, mesmo na guerra-guerra (em tempo de guerra!) surgem, por vezes, imprevistos, situações bizarras e com humor, em perfeita contradição com o ambiente que se vive, embora só mais tarde, ao recordar, nos provoque uma gargalhada.»
(Alberto Augusto Abrunhosa Branquinho, ex-alf milº infª da CArt1689)

 

– «Fá Mandinga, primeiro domingo na Guiné.
A nossa Companhia (CArt1689) havia chegado a Fá Mandinga nos primeiros dias de Maio de 67. Fizemos treino de adaptação na zona do Xime, em Ponte Varela e no Enxalé. Andámos por lá relativamente à vontade e chegámos a não alvejar o IN, apanhado desprevenido em deslocação, o que serviu de chacota na sede de Bambadinca, ao qual a nossa CArt1689 estava adstrita (que não era o nosso BArt1913, que fora colocado em Catió).


O certo é que, de repente, apesar da inexperiência de combate, fomos mandados para o Óio (zona de Samba Culo), que era uma das zonas mais perigosas da Guiné, sendo a progressão apeada feita a partir do destacamento de Banjara.


Transportados em viaturas desde Bafatá, chegámos a Banjara, onde fizemos um grande jogo de futebol, no "estádio do capim", que, apesar de muito aquém das medidas regulamentares, não impediu a nossa vitória expressiva de 7 a 2 contra os desgraçados residentes, que viviam ali mais limitados que o melro enjaulado do meu vizinho. Digamos que com cinco semanas de Guiné, ainda tínhamos bastantes reservas energéticas acumuladas na santa terrinha da Metrópole.


Já passava da meia-noite quando saímos virados a norte. Fomos logo aconselhados a poupar a água, visto que só teríamos hipóteses de reabastecimento, lá para o meio-dia, quando se atingisse um rio.


Ninguém estava habituado a tanto calor, especialmente no interior da mata, onde, de noite, o oxigénio rareava. Daí que a água transportada nos cantis e pelos carregadores que nos acompanhavam, foi desaparecendo com o amanhecer.


Outras duas ou três companhias também andavam lá pela mesma zona, integradas na mesma operação (Op Inquietar), dando-nos uma confiança ilimitada nos êxitos iminentes. E como durante a instrução na Metrópole, se incutia que o que era difícil era apanhar os "turras" porque, "cobardemente", fugiam, nós já tínhamos alguns valentões capazes de correr atrás deles, logo que os ataques começassem. Quem os ouvia, incluindo alguns graduados, ficava com a ideia de que a guerra não passava de uma caça ao homem, apanhá-los à mão (descalços, desnutridos, mal treinados e desmilitarizados).


Recordo aqui que no RAP2 (VNGaia), unidade onde foi formado o nosso BArt1913, como despedida, foi efectuado um ataque-demonstração, em que eu fui designado para comandar o grupo de assalto. Eu, que sempre trazia bala real na câmara desde os 'Rangers' de Lamego (onde as "desviei"), fui advertido e instruído pelo comandante do batalhão para que se tirasse o "pau-bala" das cápsulas e fosse substituído por algodão. Mais – foram dadas instruções para agir, segundo a guerra clássica, de capacetes, com os postos marcados e os braços estendidos, a indicar a "metralhadora à esquerda" ou "à direita", sempre a correr para envolver e aniquilar o IN.


Todos os militares eram dignos discípulos de Marte e tinham também aprendido, mais ou menos, a teoria da cautela e caldos de galinha, que lhes tinham ensinado, mas, com tanta gente e tanta confiança, pensava-se: coitados dos "turras", se a gente os descobre…


Todavia, também havia alguém que passava o tempo a advertir os soldados dos perigos que poderiam surgir e, também, sobre a falta de água, conforme se veio a verificar com alguns militares, ainda nas primeiras horas da madrugada. Tudo parecia estar a ser descuidado. Era o barulho, as conversas, os espaços demasiado curtos entre os homens, a desatenção, etc. Como reacção às minhas manifestas preocupações, era normal os visados encherem o peito e, até, gozarem:


- Calma, ó meu furriel. Parece que está com medo.


Cruzámos com malta de outra(s) companhia(s) e, então, a algazarra parecia a do reencontro dos ciganos na Feira de Espinho, às Segundas de manhã. A dada altura até se perguntava em voz alta:


- Onde está o alferes tal? Está aqui fulano do curso de Vendas Novas?


Mais uma horita de progressão e muitas reclamações, eis que se parou, para descanso. Uns instalaram-se logo nesse local e outros foram-se deslocando, à procura de uma sombra das poucas árvores e muitos arbustos. E como se amontoavam, procurei afastar um pouco o nosso Pelotão para a direita e mais para norte. Assistiu-se então ao barulho típico de um pic-nic. Só faltou ouvir-se perguntar pelo presunto e pelo garrafão do "binho berde". Todos, ou quase todos, estavam de tronco nu, sendo de salientar um alferes que até as calças tirou. As armas encostadas (quase) à balda e as roupas, a enxugar do suor, penduradas nos arbustos, ao sol, transmitiam uma imagem de verdadeira paz e alegria que nem na "Aldeia da Roupa Branca". Digamos até, que com um cimbalino e um cheirinho a pingar, ficaríamos por ali umas horitas em alegre convívio.


Tudo bem… seria uma maravilha se a guerra fosse assim. Mas (lá vem sempre o filho da p*** do "mas"), quando menos se esperava, inicia-se um tiroteio tão perto de nós e a envolver-nos, que parecia que nos estavam já a apanhar à mão, ao mesmo tempo que se ouviam alguns gritos de "colonialistas, filhos da p***, salazaristas, fora daqui, ide para Lisboa".


Estávamos todos desprevenidos (alguns dormiam a sesta). Recordo que foram relativamente poucos os que responderam de imediato ao fogo, mas estou seguro que foram esses que, sem parar, utilizando as armas e munições que apanhavam, evitaram o assalto. A confusão era geral, os gritos permanentes; uns de joelhos pediam a Deus, à querida mãezinha e ao Senhor Santo Cristo, para lhes valer e outros à Senhora da Saúde e à Nossa Senhora de Fátima. Muitos, desorientados, nem sabiam onde tinham a arma, outros não eram capazes de a apontar e, ainda outros, descarregavam os cartuchos com a arma virada para o céu. E os que estavam perto de uma árvore maior, furavam por baixo dos colegas, amontoados, para ficar por debaixo, provocando a subida dos outros que, ao ver-se, de novo, por cima, repetiam a operação. Enquanto isso, o "valentão da Lixa", agarrado ao tubo do morteiro 60, desesperado, sem prato, sem granadas e sem saber o que fazer, gritava:


- Ai querida mãezinha que vamos morrer aqui todos - e pedia, também em voz alta, o apoio da Nossa Senhora de Fátima, com quem, seguramente, havia firmado o contrato do feliz regresso…


Claro que pouco a pouco, todos foram reagindo e assumindo o controlo da situação. Não morreu ninguém, nem sequer houve feridos nesse embate (aparte algumas pequenas escoriações e queimadelas com as armas mais utilizadas). Alguém estava a apontar, por engano, para os nossos camuflados pendurados nos arbustos, porque o dolman do furriel [milº Fernando] Cepa tinha 11 (onze!) buracos.


Na mesma operação houve outros embates mas, aí já não eram os mesmos periquitos a reagir. Antes pelo contrário, graças à aflição do Baptismo de Fogo, iniciou-se ali um comportamento responsável e eficaz, que nos acompanhou por toda a comissão de serviço, tendo a CArt1689 alcançado a Flâmula de Honra em Ouro do CTIG e um prestígio que nos acompanhou até ao fim da comissão.»¹


¹ (José Ferreira da Silva, in "Baptismo de Fogo - a grande lição"; publicado no 'post' 7004 do blogueforanadaevaotres)

– «Para a CArt1689, a ida para as "termas" de Canquelifá foi, ao contrário do resto da comissão, um período de quatro meses de quase repouso. Constava que "eles" iam mexer com a zona, mas isso só veio a acontecer depois de termos regressado. Já não havia combates por ali há cerca de um ano, o que era uma situação anormal e… agradável.


Entre Canquelifá e Piche havia um destacamento em Dunane. Era um posto segurança avançado, que funcionava a nível de pelotão, reforçado pelos milícias locais, que viviam lá com os familiares. Os patrulhamentos eram pequenos e os serviços eram poucos e bem distribuídos. Além disso, comia-se muito melhor, porque havia fartura de carne. Daí ser chamado "Hotel Dunane".


Não sei por que razão, eu era presenteado, assiduamente, com um pequeno saco com ovos, que alguém vinha colocar à porta da minha "tabanca privada". Como eu não os comia, os sacos com os ovos iam-se acumulando.


Resolvi falar com o cozinheiro para saber da possibilidade de fazer um prato especial, que baptizei de "Bife à Dunane" – bife com batatas fritas, ovo a cavalo e picles.


Surgiram, então, algumas dificuldades. Onde fritar tantas batatas? E os ovos?


Começava a duvidar que fosse possível fazer um prato tão sofisticado, mas o cozinheiro, contra o que era habitual, entusiasmou-se. Chamavam-lhe "madeirense", mas também era conhecido por "badalhoco", que o Serafim Martins Delindro, pasteleiro de profissão, na sua forma especial e acutilante de dizer, corrigia para "senhor badalhoco". Era um pouco barrigudo, meio loiro meio ruivo, sempre com barba de alguns dias, usava um bigode parcialmente queimado pelos cigarros, espetado, excepto no rego do nariz, onde estava colado ao lábio; era difícil saber se seria da cerveja ou do ranho que lhe corria do nariz. Vestia uma camisa encardida, solta por cima dos calções, que se apresentavam abertos à frente, devido à força da barriga e à falta de botões. Calçava umas botas envelhecidas, quase desfeitas pelos pontapés que dava na lenha a arder e nos apetrechos da cozinha.


A frigideira para fritar os ovos foi improvisada com uma chapa com as bordas viradas à força para cima.


Quando lhe entreguei os últimos ovos já estava ele a colocar o óleo na frigideira, que estava assente em cima de uns adobes e a lenha ardia já fortemente por baixo. O "madeirense", sob aquele sol escaldante, com a cerveja na mão e o cigarro na outra, transpirava copiosamente.


- Já tá bom, ma Furiel Seilva, – dizia ele. E cuspiu uma "bisga" para dentro da frigideira, a confirmar que o óleo já estava bem quente.


Largou a "bazuca", chupou a "barona" até aos dedos queimados, deitou-a fora e começou a partir os ovos, um a um, contra a borda da frigideira. Despejava-os imediatamente no óleo, mas, afinal, havia ovos em todas as fases de gestação. Havia alguns ainda bons para comer, outros eram já mais pintainho que ovo e de outros saíam pintainhos que patinhavam no óleo a ferver. O "madeirense" sacudia-os para fora da frigideira com um graveto que apanhou do chão, gritando:


- Saie dae, filhe da piiiiuta!


E, como a cena se repetia, lamentava-se:


- Ai maezenha, que cuaralhe de sort’a menha!!!


No final ninguém reclamou do cozinheiro ou do cozinhado. Pelo contrário, todos adoraram aquele prato especial confeccionado por um cozinheiro ainda mais especial, que foi muito cumprimentado.»²


² (José Ferreira da Silva, in "Bife à Dunane"; publicado no 'post' 6696 do blogueforanadaevaotres)

– «Nunca pensei que, 40 anos depois da guerra da Guiné, me visse a participar numa acção de cariz fundamentalmente militar. Fui a Sátão, perto de Viseu, para assistir à homenagem póstuma ao alferes do QP Henrique Ferreira de Almeida.


Após alguma insistência do Fernando Cepa (camarada ex-combatente), com quem tenho mantido um óptimo relacionamento, senti alguma curiosidade em saber o desfecho daquela morte incrível, ocorrida na noite de 13 para 14 de Julho de 1968, durante um violento ataque das forças do PAIGC ao aquartelamento de Cabedu.


O capitão comandante da Companhia, que havia sido evacuado por ferimento em Gandembel, em Abril, durante a implantação de um aquartelamento no corredor do Guilege, veio despedir-se e partira nesse dia 13, para Bissau, tendo como destino final Lisboa, para frequentar os Altos Estudos Militares no Estado Maior.


Por outro lado, o furriel Matos também chegou nesse mesmo dia, para substituir o furriel Belmiro, falecido em Gandembel, aquando do ferimento do capitão.


Lembro-me de estarmos reunidos naquele degrau alargado, junto ao pequeno bar, depois do jantar, em ambiente divertido, desta vez bastante enriquecido pela simpatia que o periquito Matos trazia. A dada altura e umas cervejolas depois, numa tentativa de amedrontar este recém-chegado, segredávamos uns para os outros a informação de que se esperava um ataque durante essa noite, o que era invenção nossa, claro. Certo é que ele não acreditou, sorriu e ficou, ali mesmo, adormecido e bastante "pesado", a justificar a sua descontracção e o evidente cansaço da viagem, seguramente agravado pelo excesso de bebida.


Deveria ser cerca da meia-noite quando sofremos, efectivamente, um ataque. Foi bastante intenso e muito próximo, pois parecia-nos que o inimigo estava junto à vedação do lado da mata e dos coqueiros. Justamente ali, existiam uns fornilhos (bidões cheios de explosivos) enterrados e ligados por fio eléctrico aos abrigos do meu pelotão. Enquanto a companhia reagia ao ataque, dirigi-me para o abrigo a fim de ligar as pontas dos fios aos pernos da bateria. Invadido pela excitação daqueles momentos, tremia com os fios agarrados, um em cada mão, imaginando a resolução imediata do ataque e os avultados estragos que iria provocar. Inclusivamente, até receei que o efeito das explosões nos atingisse. Cheguei a hesitar, mas a intensidade do ataque era tal que não tinha outra alternativa. E liguei-os. Porém, nada aconteceu. Insisti, mas em vão. (No dia seguinte verificámos que os fios haviam sido cortados junto do arame farpado).


Corri para o morteiro 81. Lancei as primeiras granadas, mas, apesar de o inimigo parecer estar ali, a cerca de 100 metros, foram parar longe. Fui encurtando a distância, até sentir que seria muito perigoso continuar a alterar a posição de fogo. Penso que foram disparadas 27 ou 28 granadas. (Tenho uma foto que mostra alguma cedência do chão sob o prato do morteiro).


Após sofrermos qualquer ataque, e ainda sob o efeito da adrenalina, era normal o contacto imediato entre nós, especialmente entre os mais próximos, para sabermos das possíveis consequências e também para cada um exteriorizar o filme desta sua nova e indesejada experiência militar.


Logo que terminou o tiroteio, dirigimo-nos para junto do bar. Ali estava o Matos que tendo estado exuberantemente exposto naquele mesmo lugar, nada sofreu. Disse que acordou bastante atordoado e como nunca tinha estado debaixo de fogo, confessou:


- F****da-se! Vocês fazem um barulho a experimentar as armas!...


E foi nesta altura que soubemos que o alferes Ferreira de Almeida havia sido atingido no abrigo das transmissões – o local mais seguro do aquartelamento. Era subterrâneo e localizava-se sensivelmente no meio do aquartelamento. Tinha uma seteira que se situava ao nível do chão exterior. Uma granada deflagrou ali perto e um dos estilhaços atravessou essa seteira e penetrou no pescoço do alferes, que se encontrava de pé.


A homenagem, em Sátão, foi promovida pelos seus camaradas da Academia Militar, conforme se pode verificar na placa colocada na casa onde nasceu. Naquela rua, agora baptizada com o nome do homenageado, estava um grupo (pelotão?), composto por militares de ambos os sexos que, em formatura, prestou as devidas honras militares.


Creio que estiveram lá três generais e dois coronéis, além de vários outros oficiais do QP. Um coronel, que mostrou conhecer bem o homenageado, era o anfitrião e fez a sua intervenção, enaltecendo as qualidades do Henrique Ferreira de Almeida. Além do presidente da Câmara Municipal de Sátão, também discursou o Chefe de Estado Maior do Exército, ficando sem intervir o nosso comandante da CArt1689. As cerimónias terminaram com uma romagem ao cemitério, presididas pelo pároco local, junto do jazigo de mármore, onde é possível ler uma lápide, cuja identificação termina com as palavras "morto ao serviço da Pátria". Um fim previsto (?) por um homem que, orgulhosamente, se identificava como oriundo dos Montes Hermínios e Terras de Viriato, e que várias vezes deixava transparecer o seu princípio militar: Morte ou Glória.»³


³ (José Ferreira da Silva, in "Outras memórias da minha guerra"; publicado no 'post' 6926 do blogueforanadaevaotres)

 

Militares da CArt1689, falecidos em campanha:

- FRANCISCO MARIA PEREIRA ADÃO

Francisco Maria Pereira Adão, Soldado Atirador n.º 06987566, natural da freguesia de Massarelos, concelho do Porto. Tombou em combate no dia 1 de Agosto de 1967. Está sepultado no cemitério de Agramonte (Porto).


- RUI JACINTO DOS SANTOS

Rui Jacinto dos Santos, Furriel Mil.º Atirador n.º 02079665, natural da freguesia de Santa Maria do Castelo e São Miguel, concelho de Torres Vedras. Faleceu no dia 7 de Dezembro de 1967. Está sepultado no cemitério de Torres Vedras.


- BELMIRO DOS SANTOS JOÃO

Belmiro dos Santos João, Furriel Mil.º n.º 01451764, natural da freguesia da Póvoa, concelho de Miranda do Douro. Tombou em combate no dia 18 de Abril de 1968. Está sepultado no cemitério de Miranda do Douro.
 

- UNA INFALE

Una Infale, Soldado Atirador n.º 82058463, natural da freguesia de Santa Ana, concelho de Mansoa, província ultramarina da Guiné. Tombou em combate no dia 19 de Abril de 1968. Está sepultado no cemitério de Bissau (Guiné).


- HENRIQUE FERREIRA DE ALMEIDA

Henrique Ferreira de Almeida, Alferes de Artilharia n.º 07105064, natural de Abrunhosa, freguesia de São Miguel de Vila Boa, concelho de Satão. Tombou em combate no dia 14 de Julho de 1967. Está sepultado no cemitério da freguesia da sua naturalidade.

 

 

 

 

 

 

 

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