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José Manuel Arrobas

 

José Manuel Lourenço Arrobas da Silva, nasceu no dia 10 de Setembro de 1945 na freguesia de São Sebastião da Pedreira, concelho de Lisboa.


Mobilizado pelo Regimento de Artilharia 1 (RAL1 - Portela/Lisboa) para servir Portugal na Província Ultramarina de Moçambique, como 1ºCabo n/m 07038766 com a especialidade de radiotelefonista, integrado no pelotão de transmissões do Comando de Agrupamento 2859 (CmdAgr2959) «EM PERIGOS E GUERRAS ESFORÇADOS», desde 29 de Janeiro de 1969 a 24 de Junho de 1970.

 

O livro:

 

"Sou Memória, Tenho Histórias: Antes - Moçambique, Tete 1969/1970 - Depois"

 

 

título: "Sou Memória, Tenho Histórias: Antes - Moçambique, Tete 1969/1970 - Depois"
autor: José Manuel Arrobas, do CmdAgr2959

editor: Âncora
1ªed. Lisboa, 22Mar2019
238 págs
23x16,3 cm
pvp: 16€
dep.leg: PT-453635/19
ISBN: 972-780-682-9

 

Apresentação:


- «Este livro [...] assume um carácter intimista e autobiográfico. Relata-nos o antes, durante e depois da guerra de África, agora que vivemos, como alguém já o disse, "o crepúsculo dos combatentes".


O antes foi a nossa juventude, amiúde despreocupada e estouvada; o durante foi a incorporação nas fileiras e a guerra; o depois foi o regresso definitivo e a reintegração na sociedade. Tratou-se de um percurso difícil e complexo, em que o autor não foi um mero espectador, como tantos outros, mas, antes, um actor de primeira linha.


Este livro abre portas para a compreensão do que foi a guerra do Ultramar. É, pois, um relevante contributo para avivar a nossa memória colectiva, agora que tudo passou mas que não se pode, por forma alguma, esquecer.»¹


¹ (Francisco Manuel Guimarães Henriques da Silva)


Excertos:


- «Logo que sabia que ia haver um embarque de tropas para o nosso Ultramar, eu o meu amigo Zé Pracana arranjávamos sempre maneira de ir até à Rocha do Conde de Óbidos, em Alcântara, para assistirmos à partida dos nossos Heróis que iam para África defender as nossas terras, as nossas gentes, o nosso Império.

 


Quanto tocava o Hino Nacional chorávamos que nem umas madalenas, mas chorávamos a sério. [...] Ficávamos mesmo arrepiados e a chorar, quando ouvíamos o Hino Nacional a tocar enquanto o navio de afastava de terra, como desde há muitos anos também outros navios partiam cheios de gente que ia desbravar o mundo ou lutar por Portugal em expansão. E era tudo gente nova a que víamos partir, com vinte anos ou pouco mais, a valorosa Juventude Portuguesa que em "perigos e guerras esforçados" continuavam a fazer Portugal.»

 

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