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Manuel Andrade Guerra e João Marques Valentim

 

Os autores:

 

Manuel Andrade Guerra

 

Manuel Andrade Guerra nasceu no ano de 1946.

 

Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 4 (RC4 - Santa Margarida) para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, integrado na Companhia de Cavalaria 3458 (CCav3458) do Batalhão de Cavalaria 3862 (BCav3862) «INDÓMITO - LEAL - ALTIVO», no período de 23 de Dezembro de 1971 a Abril de 1974.

 

«Em 1972, quando comandava uma coluna de Gago Coutinho para Mussuma, a viatura em que seguia fez detonar uma mina, tendo sofrido alguns ferimentos.»; (in 'Canal de História').

 

Co-autor do livro: "Combatentes do Ultramar - Memória da geração que viveu a guerra"

 

João Marques Valentim

 

João Marques Valentim nasceu no dia 1 de Agosto de 1949 em Cascais.

 

Entre 1972 e 1974 cumpriu comissão militar no nordeste de Moçambique (26 meses), como furriel miliciano foto-cine do Destacamento de Foto-Cine 3111 (DFCin3111), sediado em Nampula.
 

Co-autor do livro: "Combatentes do Ultramar - Memória da geração que viveu a guerra"

 

O livro:

 

"A Dor da Nação - Deficientes das Forças Armadas (I)"

 

 

título: "A Dor da Nação - Deficientes das Forças Armadas (I)"
autoria: Andrade Guerra e Marques Valentim

editor: TradicionalPress
1ªed. Lisboa, 28Out2004
161 págs (ilustrado)
23x16cm
ISBN: 972-993-020-1

 

Assunto:
Recolha de 34 depoimentos de militares portugueses, com deficiências graves adquiridas no decurso da guerra no Ultramar.

 

Índice:

Aqui começa a história dos que mais sofreram

Prefácio
Onde mergulham as raízes da ADFA (por António Calvinho)
O tronco e a árvore (por Armando Marques Ramos)
Dor que perdura - Realidade surpreendente (por Manuel Andrade Guerra)

Francisco Janeiro (soldado, incapacidade 90.1%)
- Lutar contra as injustiças: "Ninguém me deu trabalho"

António Guerreiro Calvinho (tenente-coronel, incapacidade 96.7%)
- Sair do inferno

Inácio Francisco Branco (soldado pára-quedista, incapacidade 41.2%)
- Operacional até ao fim: Rebentamento inexplicável

José Manuel Pacheco (sargento-ajudante fuzileiro, incapacidade 88.61%)
- Um acidente depois da guerra; Quatro comissões no Ultramar; O drama dos Fuzileiros Africanos

Domingos Fernandes Ribeiro (soldado, incapacidade 100%)
- Emboscada encurta comissão: Surpresa dolorosa

Manuel Luís Pina Vaz (marinheiro, incapacidade 100%)
- Paralisado por doença: Enfrentar a realidade

António Rebelo Heliodoro (1º marinheiro fuzileiro, incapacidade 37%)
- A dureza da Operação Tridente: Salvar uma companhia

Fernando Teixeira Carvalho (soldado, incapacidade 68.5%)
- "Ninguém quer morrer": 30 minutos, uma eternidade.

Serafim da Costa Rodrigues (1º cabo, incapacidade 52%)
- "Morrer" e ressuscitar: Viver a guerra depois da guerra

Henrique Eduardo Cruz Dores (1º cabo, incapacidade 35%)
- Mau início de comissão: Momentos difíceis

Joaquim Vaz (soldado, incapacidade 100%)
- Lutando contra mim próprio: Pensavam que tinha morrido

Manuel Borges (soldado, incapacidade 100%)
- "Estive na morgue": Relojoeiro de sucesso

José António Salazar (1º cabo pára-quedista, incapacidade 60%)
- O dia em que tudo correu mal: Três anos de ansiedade

Emílio Gomes da Cunha (soldado, incapacidade 35%)
- Vida complicada: Trabalhar dia e noite

Manuel Veloso Rodrigues (soldado, incapacidade 100%)
- "Muita gente não sabe o que é ser tetraplégico": Podia ter recuperado mais

Romeu dos Santos Lourenço (1º cabo de transmissões, incapacidade 100%)
- Continuar a viver: Reagiu à adversidade

João Gouveia Fernandes (1º cabo, incapacidade 77.65%)
- 33 intervenções cirúrgicas: Apoiado pela empresa

Lúcio Martins (soldado condutor, incapacidade 28%)
- "Acordo de noite aos saltos": Não tive recuperação

João de Jesus dos Santos (2º sargento miliciano, incapacidade 35%)
- "Levo a vida a chorar": Vocação artística

Francisco Arnaldo Azevedo Sousa (furriel miliciano, incapacidade 8%)
- Acidente em instrução: Duas décadas de burocracia

Valdemar Augusto Monteiro (2º sargento fuzileiro, incapacidade 70%)
- Uma cruz no caminho: Longa recuperação

Arlindo Santos (soldado condutor, incapacidade 60%)
- Permanece activo

José Machado Diniz (coronel, incapacidade 61.5%)
- O fim da picada

Nuno José Andrade Almeida (1º cabo, incapacidade 60%)
- Salvou a vida por "milagre": Odisseia nos hospitais; Tentativa de suicídio

António Manuel Pereira Neves (tenente-coronel comando, incapacidade 100%)
- Capacidade de resistência: Seguir em frente

José João Gama Henriques (soldado, incapacidade 35%)
- Continua a sofrer: Ferido por um camarada

Aníbal Vicente Júlio (1º cabo, incapacidade 46.8%)
- "Apto" com vista estilhaçada: Perdeu a vista direita

Manuel David Afonso Tirado (1º cabo pára-quedista, incapacidade 31%)
- Uma coisa do outro mundo: Missões difíceis

José Augusto Vieira (soldado condutor, incapacidade 83%)
- "Fui dado como morto": Baixas elevadíssimas

Luís Manuel Bilstein Menezes de Sequeira (capitão miliciano, incapacidade 38.5%)
- "Não sou traumatizado, sou revoltado": Uma vida difícil

António Mealha da Ponte (sargento-mor fuzileiro, incapacidade 32.5%)
- Operação Tridente não foi tudo: Sofrer no terreno

Rogério dos Santos (marinheiro fuzileiro, incapacidade ainda não atribuída)
- À espera de justiça: Os horrores da guerra

Armando Marques Ramos (coronel, incapacidade 61.92%)
- Bateu-se "como um leão": Um futuro promissor

Carmo Vicente (sargento-mor pára-quedista, incapacidade 32.26%)
- Memórias da guerra

 

 

 

 

 

 

Armando Marques Ramos, Alferes Mil.º de Infantaria, da CCac556

 

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