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Marta Martins Silva

 

Marta Martins Silva nasceu no ano de 1984 em Aveiro.

 

Desde 2007 jornalista no 'Correio da Manhã'

 
O livro:

 

"Madrinhas de Guerra

A correspondência dos soldados portugueses durante a Guerra do Ultramar"

 

título: "Madrinhas de Guerra - A correspondência dos soldados portugueses durante a Guerra do Ultramar"
autoria: Marta Martins Silva

editor: Desassossego
1ªed. Porto Salvo, 02Out2020
288 págs
23x16cm
pvp: 17,70 €
ISBN: 989-8892-99-7

 

Sinopse:


- «"Eu sou um militar longe, muito longe da minha terra natal [...] e com a sua ajuda o tempo passava um bocadinho melhor."


A chegada do correio era o momento mais aguardado pelos militares que combatiam na Guerra Colonial. Em Angola, na Guiné e em Moçambique, milhares de rapazes portugueses viveram o inferno na terra, e as cartas que recebiam da metrópole eram o conforto que precisavam para se sentirem mais perto de casa.


Muitas destas cartas eram escritas por mulheres que eles não conheciam mas que aceitaram o repto do Movimento Nacional Feminino para se corresponderem com os militares e lhes oferecerem um ombro amigo durante a comissão em África: palavras de alento que deram, em muitos casos, lugar a declarações apaixonadas que chegaram ao altar.


'Madrinhas de Guerra' conta o papel quase esquecido destas mulheres pela voz das próprias, mas também as lutas dos homens a quem escreviam, protagonistas de uma guerra que deixou atrás de si um rasto de sangue e destruição. Por entre histórias de encontros e desencontros - entrelaçados com a História de Portugal dos anos 60 e 70 do século passado -, há lugar aqui para o que de melhor ficou desse tempo tão duro para quem o viveu: o amor.»
 


- «Falar sobre os dias passados na guerra colonial é, para a esmagadora maioria dos antigos soldados portugueses, um turbilhão de emoções. Risos provocados por memórias quotidianas, podem ser seguidos de lágrimas abundantes ou de um nervosismo tal, em que a única solução é manter um silêncio respeitador por tudo o que aqueles homens e mulheres passaram - muitos deles sem saber porquê. Esse desconhecimento das razões da ida para uma guerra distante aplicou-se, sobretudo, aos primeiros contingentes de militares portugueses a partir para a guerra em Angola. Jovens que nunca tinham saído das suas aldeias chegaram a um mundo novo e desconhecido, mal equipados e sem a mínima preparação.


Cinco desses homens - quase todos com 80 anos -, aceitaram falar com a jornalista Marta Martins Silva ao longo das últimas semanas e partilhar as suas memórias [...]. Uma decisão tudo menos fácil. Um deles passou a noite anterior à entrevista com pesadelos sobre a guerra, como se voltasse a estar em Angola 58 anos depois, e todos, sem excepção, se emocionaram ao falar daqueles dias e choraram ao recordar a despedida das famílias. São homens cujas vidas foram afectadas pela guerra para sempre - e é preciso que o País não os esqueça.»¹
 

¹ (Nuno Tiago Pinto, in "Um desfilar de emoções"; revista 'Sábado' 20Nov2019)

 

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16Out2020 - Madrinhas de Guerra

Passado na TVI, no programa "Você na TV"

 

 

 

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09Out2020 - Madrinhas de Guerra

Passado na CMTV, no programa "Manhã CM"

 

 

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