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in Revista Militar n.º 2539/2540 - Agosto /Setembro de 2013

 

Capitão Pedro da Silva Monteiro

 

Texto:

 

Para visualização do conteúdo clique no sublinhado que se segue:

 

"A Logística de Portugal na Guerra Subversiva de África (1961 a 1974)"

 

«A manobra logística revelou-se como “o fator vital” da Guerra Subversiva de África que Portugal enfrentou de 1961 a 1974. A manutenção de uma média anual de mais de 100.000 homens em armas em três Teatros de Operações distintos, e separados entre si, e da sua principal base de sustentação logística por milhares de quilómetros revelou-se uma missão extremamente ambiciosa, principalmente para um país com todas as insuficiências em recursos naturais, demográficos e financeiros e sujeito a um crescente isolamento internacional. Neste sentido, a análise do esforço logístico realizado por Portugal durante a guerra, torna-se fundamental para melhor se compreender o esforço operacional, os seus resultados práticos e a realidade da guerra.


Pretende-se deste modo contribuir para desvendar o “verdadeiro enigma histórico”, relativo à capacidade de Portugal ter conseguido permanecer em África até 1974, considerado como “um notável feito de armas”.


O apoio logístico implementado teve assim como objetivo principal reunir condições para apoiar o aparelho militar de Portugal, e passou por processos evolutivos desde a adaptação inicial à nova tipologia de operações, as operações de contrainsurreição, até à capacidade de sustentação do conflito “com poucas despesas”. Neste contexto, a descentralização das estruturas de apoio, o investimento na rede estradal, o aproveitamento dos recursos humanos e naturais ultramarinos e a preocupação em equilibrar favoravelmente as capacidades que se conseguiam desenvolver e o material que se tinha que importar, contribuíram para este objetivo, assegurando a permanência de Portugal em África e a concretização de um desenvolvimento evidente nas províncias ultramarinas durante os catorze anos de conflito armado.
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