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Trabalhos, textos sobre operações militares ou livros

 

Sílvia Espírito Santo

 

Nascida em Leiria, professora do ensino secundário, licenciada em História pela Universidade de Coimbra, investigadora do Centro de Estudos das Migrações e Relações Interculturais (CEMRI), mestre em Estudos sobre as Mulheres (UA-Lisboa); de entre outros trabalhos publicados, destacam-se «Por Deus e pela Pátria», in A Guerra do Ultramar: Realidade e Ficção (Editorial Notícias, Lisboa, 2002); «E a guerra ainda aqui tão perto – os ex-combatentes da guerra colonial» (Região de Leiria, Leiria, 2003).

 

O livro:

"Cecília Supico Pinto"

 

Imagem da capa e restantes elementos cedidos por Jorge Santos

 

Apresentação do Livro: 12 de Fevereiro de 2008, pelas 18H30, na Sociedade de Geografia (Lisboa)

 

 

Título: CECÍLIA SUPICO PINTO

Subtítulo:O Rosto do Movimento  Nacional Feminino

Autora: SÍLVIA ESPÍRITO SANTO

Editora: A Esfera dos Livros
               Rua Garrett, 19 – 2º A
               1200-203 Lisboa

Colecção: História do séc. XX

P.V.P: 23 €

Preço S / IVA: 21,90 €

Cod.Interno: 06011

ISBN: 978-989-626-090-3

Páginas: +/- 228

Formato: 16 X 23,5

Encadernação: Cartonado

Data de Distribuição: Janeiro de 2008

 

SINOPSE

«Dei tudo o que tinha. O Movimento foi a minha vida! (…) Os militares e o trabalho no Movimento foram, de certo modo, os filhos a que me dediqueiEm 1961, Cecília Supico Pinto fundou o Movimento Nacional Feminino. Uma organização independente do Estado que congregava as mulheres portuguesas no auxílio moral e material aos soldados que lutavam nas antigas colónias portuguesas. Durante treze anos, Cecília Supico Pinto multiplicou-se em viagens entre a metrópole e as «províncias ultramarinas», ameaçadas pelos movimentos independentistas. Cilinha, como era conhecida, vestiu o camuflado, dormiu em tendas de campanha, esteve debaixo de fogo e embrenhou-se no mato de África, mesmo quando um acidente a obrigou a andar de muletas e com um pé engessado. Tudo em nome de uma missão. Na bagagem levava mantimentos, recordações e anedotas para contar aos soldados portugueses. Cilinha foi a primeira-dama do Estado Novo de Salazar, «um verdadeiro príncipe», que apreciava a sua alegria, ria-se das suas anedotas, admirava a sua frontalidade e escutava os seus conselhos. Garante que, muitas vezes, o aconselhou a ir a Angola. O presidente do Conselho resistiu sempre. Elogiada por muitos, mas principalmente criticada por outros tantos.

 

BIOGRAFIA

Sílvia Espírito Santo é investigadora do Centro de Estudos das Migrações e Relações Interculturais (CEMRI), sendo licenciada em História pela Universidade de Coimbra e mestre em Estudos sobre as Mulheres pela Universidade Aberta de Lisboa. A autora já publicou uma série de trabalhos, entre os quais: «Por Deus e pela Pátria», in A Guerra do Ultramar: Realidade e Ficção (Notícias Editorial, 2002); Adeus até ao teu Regresso, O Movimento Nacional Feminino na Guerra Colonial, 1961-1974, (Livros Horizonte, 2003); «E a guerra ainda aqui tão perto – os ex-combatentes da guerra colonial» (Região de Leiria - R L, 2003).; «As Primeiras-Damas do Estado Novo», in As Primeiras-Damas da República, (Museu da Presidência da República, 2006).

 

ARGUMENTOS DE VENDA

. Testemunho único e fundamental de uma protagonista do sec. XX, que depois do 25 de Abril optou pelo anonimato.

. Fotografias inéditas.

. Não dá entrevistas, nunca aparece, nunca quis partilhar a sua história.

. Dirigente do MNF, casada com um homem forte do regime, foi amiga e confidente de Salazar e visitou o cenário da guerra colonial, assistindo os soldados portugueses.

. Da mesma colecção: Os meus 35 anos com Salazar.

 

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