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TRABALHOS, TEXTOS
SOBRE OPERAÇÕES MILITARES ou LIVROS
Imagem da capa e restantes
elementos cedidos por LC123278
José
Talhadas
José
da Conceição Gomes Talhadas: nasceu em Fev47, em Moura;
em Abr64 ingressou como voluntário na Armada, onde
concluiu o curso de fuzileiro especial. Cumpriu
comissões de serviço em Angola (grumete fze 65-67),
Guiné (67-69 e 70-71), e Angola (cabo fze 74-75).
Agraciado com 10 louvores individuais e as seguintes
condecorações: Medalha de Valor Militar com Palma,
Medalha de Serviços Distintos-Prata, Medalha de Serviços
Distintos-Cobre, Medalha de Mérito Militar 4.ª Classe,
Medalha da Cruz Naval 3.ª Classe, Medalha de
Comportamento Exemplar-Cobre, Medalha Comemorativa
Campanhas das Forças Armadas com Legenda Angola
1965-1967 e 1974-1975, Medalha Comemorativa Campanhas
das Forças Armadas com Legenda Guiné 1967-1969 e
1970-1971. Distinguido pelo general António de Spínola
com o Prémio Governador da Guiné, em 1969 e em 1971.
Distintivo da Ordem da Torre Espada; e a Ordem de
Caballero del Desierto Blanco en el Grado de 1.ª
Categoria, Exército Argentino. Frequentou diversos
cursos militares. Desempenhou funções de Auxiliar do
Adido de Defesa Junto da Embaixada de Portugal em
Brasília, de 1992-1995, foi presidente da Associação dos
Auxiliares de Adidos Militares no Brasil. Citação do
Gabinete de Estado-Maior do Exército Brasileiro.
Sargento-mor Fuzileiro Especial, frequenta actualmente a
OING-UITI (Universidade Internacional para a Terceira
Idade.
"Memórias
de um Guerreiro Colonial"
– «As
estruturas do nosso País deviam dar mais atenção aos
antigos veteranos de guerra. [...] Não há homenagens
para quem combateu pela Pátria. [...] Tenho 62 anos mas,
se o País precisasse de mim, ainda lutaria por ele.»
"Memórias
de um Guerreiro Colonial"
autor: José Talhadas¹
editor: Âncora
1ªed: Lisboa, Jun2009
23x15cm
264 págs (com 36 fotos)
preço: 18€
ISBN 972-780-241-8
Apresentação:
– «Este livro é o primeiro da série que abre uma
colecção apelidada de "Guerra Colonial".
É o registo memorial de uma guerreiro colonial, que, no
espaço de 10 anos, efectuou quatro comissões de serviço
em dois dos principais Territórios Operacionais (TO) do
antigo Ultramar Português: Angola e Guiné.
Foi, na realidade, um guerreiro colonial, que iniciou a
sua actividade profissional, praticamente, no início
real do conflito armado em Angola e finalizou essa mesma
actividade com o processo de transmissão do poder
militar aos guerrilheiros que combateu nessa mesma
antiga colónia. Foi, aliás, de armas na mão, já no
período derradeiro da sua presença na nova República
Popular de Angola, que teve de defender essa retirada
nas antigas Instalações Navais de Luanda. Era apenas um
jovem com 27 anos. Mas, com uma carga de guerra de uma
década em cima dos seus ombros.
Na escuridão desembarcam em silêncio, como equilibristas
ultrapassam o tarrafo e chapinham nas imensas bolanhas,
protegidos pelo cacimbo da aurora, aproximam-se da
presa.
Como leões esfomeados atacam.
Explosões, rajadas, gritos e de súbito... Silêncio.
Desaparecem como fantasmas, transportados pelos "patos
do rio" ou pelo "zumbido das moscas", voltando de novo
às suas bases para lamberem as suas feridas e afiar as
suas garras, entoando o seu grito de sempre:
"Fuzileiros, Prontos".
(José Talhadas)
[ver também]
http://www.destak.pt/artigos.php?art=35078
http://blogueforanadaevaotres.blogspot.com/2009/09/guine-6374-p4994-notas-de-leitura-23.html
http://blogueforanadaevaotres.blogspot.com/2009/09/guine-6374-p5010-notas-de-leitura-24.html
http://blogueforanadaevaotres.blogspot.com/2009/09/guine-6374-p5031-notas-de-leitura-25.html
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