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Livros

 

 

Manuel Amaro Bernardo

 

Coronel de Infantaria (na reforma) / Escritor

 

Nota biográfica

 

"Timor - Abandono e Tragédia"

 

De: J. Morais da Silva e Manuel A. Bernardo

Lançado em 11-11-2000 - De: J. Morais da Silva e Manuel A. Bernardo 

Comentários

(...) Já li todo (de ontem para hoje). É bom. (...)   

D. Ximenes Belo / Bispo de Díli e Prémio Nobel da Paz  (Carta de 10-11-2000)

(...) O livro, descrito por Manuel Bernardo como "uma pedrada no charco contra o momento politicamente correcto", foi apresentado por Jaime Nogueira Pinto e Virgílio de Carvalho (...)

in "24 Horas" de 12-11-2000

(...) "Há que estar de pé atrás com alguns que são recebidos em Portugal com a passadeira vermelha, mas que são verdadeiros criminosos; há que desmascará-los", realçou Morais da Silva. O outro autor, Manuel Bernardo, disse esperar que a obra chame a atenção do CEMGFA para a colocação no monumento dos mortos do Ultramar do nome do tenente-coronel Maggiolo Gouveia. (...)

Jorge Azevedo, in "O Diabo" de 14-11-2000 

(...) Um livro polémico sobre descolonização.

Professor Marcelo Rebelo de Sousa,  in TVI,

em 19-11-2000

(...) Nº 7, no quadro de "best-sellers" (não ficção).      

In "Jornal de Letras", de 29-11-2000  

(...) No lançamento do livro "Timor; Abandono e Tragédia": (...) "Notei que as mesmas pessoas que em 1975 tiveram culpa de tudo o que aconteceu, estão de novo a preparar-se para um processo que, se não for travado, terá as mesmas consequências (...)" Aqui (Portugal) se elogia e enaltecem aqueles que a sangue frio mandaram matar os nossos oficiais em guerra, que eles não fizeram (...)                    

A. Abrunhosa, in "Jornal de Arganil" de 30-11-2000

(...) São documentos e imagens impressionantes. Qualquer português, por mais insensível e distraído que tenha estado à vida portuguesa no último quarto de século, fica com a alma a sangrar e dificilmente logrará impedir que algumas lágrimas, teimosas, lhe rolem pela face estupefacta. (...) 

João Coito, in "O Diabo" de 5-12-2000

(...) Afirma (Morais da Silva) que o Tenente-coronel Maggiolo Gouveia, feito prisioneiro e fuzilado pela FRETILIN, foi torturado e espancado, antes da execução, por Hermenegildo Alves, Rogério Lobato e Alarico Fernandes (...) 

José Manuel Barroso, in "Diário de Notícias" de 7-12-2000

(...) Como a História não é linear, se não faz de uma só verdade, nem de um só testemunho, esta obra a duas mãos é um registo ou uma interpretação de leitura necessária sobre o que aconteceu no solo mártir de Timor, antes da invasão da Indonésia. (...) 

José Manuel Barroso, in "Diário de Notícias" de 8-12-2000

(...) Os autores fazem também um apelo para que seja esclarecido o fuzilamento levado a efeito por elementos da FRETILIN, em Aileu, já assumido pelos actuais líderes timorenses, agora que foram reatados os contactos com as autoridades locais. E que o nome de Maggiolo Gouveia seja incluído no Monumento dos Mortos do Ultramar, com a data correcta do seu falecimento (...)

Alberto Ribeiro Soares, in "Revista Militar"  de Dezembro de 2000

Decisão da Liga dos Combatentes: "Inscrever o nome do Tenente-Coronel Maggiolo Gouveia no Memorial dos Mortos nas Campanhas da Guerra do Ultramar".           

Em 14-12-2000

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