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Mário Brochado Coelho

Incorporado em Ago62; alferes miliciano SAM; mobilizado pelo Regimento de Infantaria 15 (Tomar), para servir na RMA, integrado na Companhia de Comando e Serviços do Batalhão de Caçadores 471

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Nasceu a 2 Julho de 1939 em Vilar do Paraíso, Vila Nova de Gaia. 

Estudou na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra entre 1956 e 1962. Expulso por motivos políticos da Universidade de Coimbra pelo prazo de 30 meses, concluiu a licenciatura na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

Advogado de presos políticos nos Plenários Criminais do Porto e Lisboa, foi advogado do Sindicato dos Bancários do Norte, com intervenção na criação da Intersindical.

Advogado da acusação particular no caso do assassinato pelo MDLP do Padre Maximino de Sousa e da estudante Maria de Lurdes Correia – 1977/1999.

Membro coordenador do Tribunal Cívico Humberto Delgado – 1977/78.

Consultor jurídico, desde 1974, de inúmeras associações de moradores do Grande Porto. Consultor jurídico dos Serviços Municipalizados de Águas e saneamento, de 1982 a 2002. Provedor do cliente dos Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento do Porto, entre 2002 a 2006.

Foi eleito duas vezes como deputado municipal no Porto, em 1977 e 1981.

Agraciado em 2006 pelo Presidente da República com a Ordem da Liberdade.

 

"Lágrimas de Guerra"

«diário da guerra de Angola» (desde a mobilização em 09Abr63, até ao termo da torna-viagem em 04Jan66)

 

 

«Lágrimas de Guerra»
autor: Mário Brochado Coelho

editor: Afrontamento
1ªed. Porto, Jan1989
330 págs
24x14,6cm
dep.leg: PT-29758/89

 

Sinopse

Um diário, uma memória, um testemunho. Feito pelo então alferes miliciano Mário Brochado Coelho, mobilizado para Angola no início dos anos 60, e publicado tal e qual foi escrito, num dia-a-dia de factos e de memórias: as reacções e os espantos, as revoltas e as ternuras.

 

Introdução

Passados quase 25 anos é tempo ainda para pagar dívidas. É tempo ainda para recuperar a memória perdida. Dar testemunho através das palavras, das ideias e dos factos dos anos de guerra. Agora que o silêncio tudo parece ocultar e que começa a ser tentação demasiado fácil fazer ficção sobre uma realidade que se deixou esquecer ou distorcer, é tempo de recuperar o passado incómodo que somos. É tempo de dar vida aos mortos e violentados que a nossa falta de memória matou e violentou segunda vez.

Este é o meu diário da guerra de Angola. Assim o escrevi. Assim o quero publicar. Com fidelidade. Tal e qual. Será o meu contributo para uma história que, entre nós, ninguém quer fazer. Será o meu contributo para conceder alguma forma e alguma verdade a vidas e gestos injustamente esquecidos ou deliberadamente ignorados.

Um encontro, também. Comigo, o de então ou o de sempre; com os amigos de então ou de sempre; com as ideias de então ou de sempre. Um regresso perturbante. A defesa da memória, minha e de todos.

Mário Brochado Coelho

 

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Batalhão de Caçadores 471

 

 

Os mortos em campanha do Batalhão de Caçadores 471:

 

Manuel José Casimiro, Soldado da CCS/BCac471, natural da freguesia de Pavia, concelho de Mora. Faleceu em 08Abr1964, está sepultado no cemitério de Luanda (Angola);

 

Manuel Marques Venâncio, Soldado da CCac468/BCac471, natural de Casal das Roças, freguesia de Raposa, concelho de Almeirim. Faleceu em 17Out1963, está sepultado no cemitério de Roça Santarém (Angola);

 

Jorge Manuel dos Santos Lopes da Silva, Alferes da CCac468/BCac471, natural da freguesia de São Domingos de Benfica, concelho de Lisboa. Faleceu em 13Nov1963, está sepultado no cemitério de São Domingos de Benfica;

 

António Ribeiro Teixeira, 1.º Cabo da CCac468/BCac471, natural de Lameiros, freguesia de Refojos de Basto, concelho de Cabeceiras de Basto. Faleceu em 01Mar1964, está sepultado no cemitério de Roça Santarém (Angola);

 

Francisco Manuel Sobral, Soldado da CCac468/BCac471, natural de Grândola. Faleceu em 06Ago1964, está sepultado no cemitério de Grândola;

 

António Fernandes de Amorim, Soldado da CCac469/BCac471, natural de Fortinhais, freguesia de Pedregais, concelho de Vila Verde. Faleceu em 17Out1963, está sepultado no cemitério de Roça Santarém (Angola);

 

António João Nunes, Furriel da CCac469/BCac471, natural da freguesia de Marvila, concelho de Santarém. Faleceu em 15Mar1964, está sepultado no cemitério de Capuchos;

 

João Lopes Ferreira, Soldado da CCac470/BCac471, natural da freguesia de Sequeiros, concelho de Aguiar da Beira. Faleceu em 03Dez1963, está sepultado no cemitério de Sequeiros;

 

Ernesto Rodrigues Carneiro, 1.º Cabo da CCac470/BCac471, natural de Tinhela de Baixo, da freguesia de Bornes de Aguiar, concelho de Vila Pouca de Aguiar. Faleceu em 27Dez1963, está sepultado no cemitério de Pango-Aluquém;

 

Carlos de Figueiredo Miroto, Furriel da CCac470/BCac471, natural da freguesia de Maceira, concelho de Leiria. Faleceu em 13Fev1964, está sepultado no cemitério de Arnal;

 

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