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TRABALHOS, TEXTOS SOBRE
OPERAÇÕES MILITARES ou LIVROS
in:
http://genealogia.netopia.pt/livraria/livro.php?id=365
Nuno Mira Vaz
"Guiné - Soldados uma vez, sempre soldados"

editor: Tribuna da
História
1ªed. Lisboa, 2003
96 págs
20x26,8cm
ISBN: 978-972-8799-02-1
A luta travada na
Guiné entre Forças Armadas Portuguesas e os
guerrilheiros do PAIGC, apesar de não registar muitas
acções militares com expressão significativa, é
geralmente recordada com a mais dura de quantas se
travaram no antigo ultramar português.
Neste contexto, o heliassalto em Cafal-Cafine e a
demorada e complexa acção naval, terrestre e aérea
montada para libertar Guidaje, fornecem, na diversidade
da sua concepção, duas imagens expressivas da
intensidade dos combates e dos sacrifícios exigidos aos
soldados portugueses.
Na Operação Ciclone II, em Fevereiro de 1968, um comboio
fluvial de rotina serviu de isco ao lançamento de duas
companhias de pára-quedistas sobre uma unidade do PAIGC
instalada em abrigos preparados, tendo as tropas
portuguesas iniciado um combate de aniquilamento do
bigrupo inimigo.
Em Maio e Junho de 1973, a Operação Ametista Real e
todos os outros combates travados para romper o cerco
montado a Guidaje ocorreram numa época em que se
registavam severas limitações aos meios aéreos, sendo o
desfecho da guerra cada vez mais incerto. Ao fim de um
mês e meio de combates, as baixas das duas partes foram
bastante severas e, sabe-se hoje, equiparadas.
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