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Condecorações

Albertino Sequeira Cardeira, 2.º Sargento Pára-Quedista: Cruz de Guerra de 2.ª classe (título póstumo)

 

  "Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

Fonte

Elementos extraídos do facebook do sítio do

veterano Isidro Moreira Esteves

 

 

 

 

Albertino Sequeira Cardeira

 

2.º Sargento Pára-Quedista

 

Brevet n.º 654

 

Angola:

Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21

«GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»

1963 a 1965

 

Moçambique:

Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 32

«FAMOSA GENTE A GUERRA USADA»

1967 a 1969

 

Angola:

3.ª Companhia de Caçadores Pára-Quedistas

Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21

«GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»

1973

 

Cruz de Guerra de 2.ª classe

(Título póstumo)

 

 

Albertino Sequeira Cardeira, 2.º Sargento Pára-Quedista, titular do brevet n.º 654, nascido no dia 26 de Junho de 1938, na freguesia e concelho de Portimão, distrito de Faro;


Incorporado em 6 de Abril de 1959, como recrutado, no Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas (BCP - Tancos);


Frequentou e concluiu o 9.º Curso de Pára-Quedismo;


Mobilizado para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado no Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21 (BCP21 - Luanda) «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS», no período de 1963 a 1965 (primeira comissão de serviço);


Em 1964, frequenta e conclui o Curso de Primeiros Socorros;


Foi novamente mobilizado para servir Portugal na Província Ultramarina de Moçambique, integrado no Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 32 (BCP32 - Nacala) «FAMOSA GENTE A GUERRA USADA», no período de 1967 a 1969 (segunda comissão de serviço);


Promovido a 2.º Sargento no dia 21 de Março de 1971;


Em 1972, frequenta e conclui o Curso de Técnicas de Instrução;


Em 1 de Agosto de 1973 conclui o Curso de Pisteiros;


Em 1973, volta a ser mobilizado para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na 3.ª Companhia de Caçadores Pára-Quedistas (3ªCCP) do Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21 (BCP21 - Luanda) «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»;


Faleceu, no dia 3 de Julho de 1974, pelas 16H30, na região de M'Bridge / Bessa Monteiro, vítima de ferimentos em combate, no decorrer da operação «DIANA CIH»;


Tinha 36 anos de idade.


Está inumado no cemitério da freguesia de Ferragudo, concelho de Lagoa, distrito de Faro.


Por despacho do Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas de Angola, de 23 de Dezembro de 1976, foi louvado e condecorado, a título póstumo, com a Medalha da Cruz de Guerra de 2.ª classe, nos termos dos artigos 14.º, 15.º e 16.º do Regulamento da Medalha Militar, de 20 de Dezembro de 1971, e do artigo 1.º do Decreto-Lei n.º 715/74, de 12 de Dezembro.
 

A sua Alma repousa em Paz

 

 

Cruz de Guerra de 4.ª classe

(Título póstumo)

 

 

2.º Sargento Pára-Quedista
ALBERTINO SEQUEIRA CARDEIRA


BASE ESCOLA DE TROPAS PARA-QUEDISTAS
ORDEM DE SERVIÇO n.º 102, de 5 de Maio de 1977


Manda o Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, com base em proposta do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, louvar, a titulo póstumo, o 2.º SARGENTO PÁRA-QUEDISTA, ALBERTINO SEQUEIRA CARDEIRA, pelas excepcionais qualidades de coragem, abnegação, e serena energia debaixo de fogo demonstradas no decorrer da operação «DIANA CIH».


Integrando um grupo de combate que fora colocado em reforço doutro fortemente assediado pelo adversário e tendo o grupo de que fazia parte deparado com forte resistência traduzida em maior poder de fogo, deu provas de grande determinação e heroísmo ao colocar-se à frente da sua secção e arremeter, pleno de audácia, contra o numeroso adversário, impondo-se, pela força do seu exemplo, aos homens sob o seu cornando, não obstante o perigo de vida que sobre si pendeu em cada instante.


Ferido com certa gravidade, continuou no seu posto com a mesma energia e a mesma lucidez, a que a sua vontade indómita e a sua longa experiência de combate emprestaram invulgar fulgor, computando-se a sua acção como verdadeiramente significativa no desfecho da luta travada, em que o adversário chegara a tentar o assalto às nossas fileiras.


Ao ser evacuado para a retaguarda, esgotado pelos sofrimentos, acabaria, desafortunadamente, por ser atingido pela segunda e terceira vez, esta mortalmente.

 

Militar dotado de extrema generosidade no afã com que se entregava a qualquer missão que lhe fosse confiada, o 2.º SARGENTO PÁRA-QUEDISTA, SEQUEIRA CARDEIRA soube ser, no acto derradeiro que o apagou do numero dos vivos, o digno lutador que sempre foi em vida, bem merecendo da Pátria o reconhecimento devido aos seus filhos mais distintos»
 

 

 

 

 

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