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Falecimento

António Dias Machado Correia Dinis, Coronel 'Comando' na situação de reforma

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

e

nota de óbito

Elementos cedidos pelo veterano

J C Abreu dos Santos

 

Faleceu no dia 25 de Novembro de 1985 o veterano

 

António Dias Machado Correia Dinis

 

Coronel 'Comando' na situação de reforma

 

 

 

Guiné e Angola: Mai1963 a Mai1965
 

Guiné:
 

2.º Comandante do

Batalhão de Caçadores 236
 

2.º Comandante do

Batalhão de Caçadores 600
 

Angola:

Centro de Instrução 16
«AUDACES FORTUNA JUVAT
 

Guiné


Director do

Centro de Instrução de Comandos
«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»
Comando Territorial Independente da Guiné

«A LEI DA VIDA ETERNA DILATANDO»
 

Angola: Jan1967 a Fev1969
 

Comandante do

Batalhão de Caçadores 1902
«UM POR TODOS, TODOS POR UM
 

Comandante do

Centro de Instrução de Comandos
«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»
Região Militar de Angola

«AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE»
 

Moçambique: Mai1970 a Jun1972
 

Comandante do

Batalhão de Caçadores 2914
«PARA QUE A TERRA NÃO ESQUEÇA»
 

Colocado no (por promoção a Coronel)

Quartel General
Comando-Chefe das Forças Armadas de Moçambique

«A LEI DA VIDA ETERNA DILATANDO»
Região Militar de Moçambique

«CONSTANS ET PERPETUA VOLUNTAS»

 

Angola: Out1972 a Nov1974
 

Comandante do

Centro de Instrução de Comandos
«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»
Região Militar de Angola

«AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE»

 

Comandante do

Comando Operacional de Luanda
«FIRMES ATÉ AO FIM»
Região Militar de Angola

«AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE»


 

2 Medalhas de Prata de Serviços Distintos com palma

 

Medalha de Mérito Militar de 2.ª classe

 

Medalha da Ordem Militar de Avis, grau cavaleiro

 

 

SDistintos-Meriro-Militar-Avis-400

 

 

 

António Dias Machado Correia Dinis, Coronel ‘Comando’ na situação de reforma.


PSPPSP-PortoEm 23 de Janeiro de 1960, Major de Infantaria (n/m 51066911) com o curso geral de estado maior, cessa funções no comando-geral da Polícia de Segurança Pública (PSP) «PELA ORDEM E PELA PÁTRIA» distrital do Porto «TUDO POR TODOS»;


Em 12 de Fevereiro de 1960 colocado no Quartel General da Região Militar do QG-RMPortoPorto «HONRA E BRAVURA»;


Em 14 de Setembro de 1960 transferido para o RAP2Regimento de Artilharia Pesada 2 (RAP2 – Gaia) «BRAVOS E SEMPRE LEAIS» como comandante do Centro de Instrução de Condução Auto 1 (CICA1) «BRIOSOS NO ENSINAR»;

CICA1
Em 2 de Maio de 1963, tendo sido mobilizado pelo Regimento de Infantaria 15 (RI15 – Tomar) «NON RI15NOBIS» - «FIRMES E CONSTANTES» para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné, embarca em Lisboa no NTT 'Índia' rumo ao estuário do Geba (Bissau), como 2º comandante do Batalhão de BCac236Caçadores 236 (BCac236);


Em 18 de Outubro de 1963 passa a 2º comandante do BCac600Batalhão de Caçadores 600 (BCac600);


Em 20 de Novembro de 1963, tendo sido indigitado pelo Comando-Chefe da Guiné para dirigir o respectivo CTIGCentro de Instrução de Comandos do Comando (CIC) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES» Territorial Independente da Guiné (CTIG) «A LEI DA VIDA ETERNA DILATANDO», desloca-se por via CI16-Quibalaaérea ao Quartel General (QG) da Região Militar de Angola (RMA) em Luanda e dali ao Centro de Instrução 16 (CI16 – Quibala) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»;


Em 6 de Dezembro de 1963 regressa por via aérea a Bissau;


CTIGEm 20 de Dezembro de 1963 formalmente nomeado director do Centro de Instrução de Comandos (CIC) «A Cmds-Cracha-vmSORTE PROTEGE OS AUDAZES» do Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG) «A LEI DA VIDA ETERNA DILATANDO», a ser instalado em Brá;


Em 29 de Abril de 1964, na sala da 3.ª Repartição do Quartel General do Comando Territorial Independente da Guiné (3ªRep/QG/CTIG), é-lhe imposto o crachat 'comando' «pela sua participação no estágio em Angola»;


Em 23 de Julho de 1964 procede à abertura oficial do Centro de Instrução de Comandos (CIC/Brá) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»;


Em 7 de Janeiro de 1965 promovido a Tenente-Coronel;


Em 4 de Maio de 1965 cessa funções no Centro de Instrução de Comandos (CIC) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES» do Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG) «A LEI DA VIDA ETERNA DILATANDO»;

RAP2
Em 9 de Maio de 1965 regressa à Metrópole;


CICA1Em 19 de Maio de 1965 novamente colocado no Regimento de Artilharia Pesada 2 (RAP2 – Gaia) «BRAVOS E SEMPRE LEAIS» como comandante do Centro de Instrução de Condução Auto 1 (CICA1) Medalha-de-M-rito-Militar-220«BRIOSOS NO ENSINAR»;


Em 25 de Maio de 1965 agraciado com a
Medalha de Mérito Militar de 2ª classe;


Em 27 de Maio de 1965 agraciado com a
Medalha de Prata de Serviços Distintos com palma:


Medalha-de-Prata-de-Servi-os-Distintos«Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro do Exército, adoptar, para todos os efeitos legais, o seguinte louvor, conferido na Ordem de Serviço nº 6/65 de 11 de Maio de 1965, do Comando-Chefe da Guiné, ao Tenente-Coronel de Infantaria António Dias Machado Correia Dinis, do Centro de Instrução de Comandos, do Comando Territorial Independente da Guiné, pela excepcional proficiência com que tem servido nesta província.


Como 2º comandante do batalhão de caçadores nº 236 e, seguidamente, do batalhão de caçadores nº 600, além das suas funções específicas, teve incumbência de organizar a defesa do campo militar de Santa Luzia e da cidade de Bissau. Tomou parte em quase todas as operações de cerco e rusga do batalhão no seu sector.


Corno comandante do Centro de Instrução de Comandos, teve a seu cargo a organização e preparação dos grupos respectivos, orientando essa instrução de forma altamente eficiente, tendo acompanhado as operações de comandos efectuadas nos sectores O3, S2 e S3.


O tenente-coronel Dinis revelou-se oficial competente, profissional brioso, diligente, trabalhador incansável, ponderado, leal, óptimo colaborador, enérgico e decidido, com superior espírito de sacrifício, de muito bom senso, criterioso, de temperamento dinâmico e voluntarioso, com acentuado espírito de corpo, grandes faculdades de organização, inteligente, de excelsas qualidades morais e cívicas, de trato agradável, de procedimento correcto e justo, pelo que considero os seus serviços extraordinários, relevantes e distintos.»


Ordem-Militar-de-Avis-Cavaleiro-vmEm 8 de Novembro de 1965 agraciado com o
grau de Cavaleiro da Ordem Militar de Avis;


De 14 de Fevereiro a 12 de Março de 1966 frequenta no Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOE – Lamego) «QUE OS CIOEMUITOS, POR SEREM POUCOS, NÃO TEMEMOS» o estágio de contra-insurreição E1, sendo-lhe «averbada a especialidade 'comandos' para efeitos de instrução»;


De 16 de Agosto a 10 de Setembro de 1966 regressa ao Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOE – Lamego) «QUE OS MUITOS, POR SEREM POUCOS, NÃO TEMEMOS» para frequência do estágio de contra-insurreição E3;


RI15Em 21 de Janeiro de 1967, tendo sido mobilizado pelo BCac1902Regimento de Infantaria 15 (RI15 – Tomar) «NON NOBIS» - «FIRMES E CONSTANTES» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, embarca em Lisboa no NTT 'Vera Cruz' como comandante do Batalhão de Caçadores 1902 (BCac1902) «UM POR TODOS, TODOS POR CICmdsUM;

RMA
Em 31 de Julho de 1967 assume o comando do Centro de Instrução de Comandos (CIC) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES» da Região Militar de Angola (RMA) «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE»;


CIOEEm 28 de Fevereiro de 1969 regressa à Metrópole;


Em 30 de Abril de 1969 colocado no Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOE – Lamego) «QUE OS MUITOS, POR SEREM POUCOS, NÃO TEMEMOS»;


Medalha-de-Prata-de-Servi-os-DistintosEm 22 de Agosto de 1969 agraciado com a segunda Medalha de Prata de Serviços Distintos com palma...


«... pela forma notável como cumpriu todas as missões que lhe foram cometidas durante os dois anos de comissão na Região Militar de Angola.


Serviu inicialmente na zona militar norte como comandante de um batalhão de caçadores e, posteriormente, dada a sua experiência de comando de tropas especiais, como comandante do Centro de Instrução de Comandos, onde pôs à prova as suas qualidades de chefe e demonstrou possuir a mais alta noção do dever militar e da determinação que deve ser apanágio de um comandante. Empreendedor, disciplinado e objectivo, comandou directamente operações militares de grande responsabilidade e interesse, sabendo sempre tirar o melhor partido da situação, dado o seu bom senso, extraordinária adaptação a qualquer circunstância, sentido de oportunidade e exemplar espírito de sacrifício.


É de salientar, muito especialmente, a sua actuação nas operações realizadas na zona militar norte e zona militar leste, onde, sobretudo na primeira, como adjunto de um comando operacional de largos efectivos, impôs a sua firmeza e decisão exemplares, tendo conseguido resultados práticos assinaláveis.


Presente em todos os locais da Região Militar de Angola, onde as suas tropas de comandos actuaram, o tenente-coronel Dinis constitui um exemplo de altas virtudes militares e morais, elevadas qualidades de carácter e de lealdade, e prestou ao Exército e à Nação serviços que, pela sua importância, devem ser considerados relevantes e distintos.»


BC10Em 28 de Abril de 1970, tendo sido mobilizado pelo Batalhão de Caçadores 10 (BC10 – Chaves) «SEMPRE EXCELENTES E VALOROSOS» para servir Portugal na BCac2914Província Ultramarina de Moçambique, embarca em Lisboa com destino ao aeroporto de Nacala, a fim se assumir funções como comandante do Batalhão de Caçadores 2914 (BCac2914) «PARA QUE A TERRA NÃO ESQUEÇA» (destinado a render outro CCFAMbatalhão aquartelado em Mecula, norte distrital do Niassa);


Em 26 de Janeiro de 1971 promovido a Coronel, fica apresentado no Quartel General (QG) do Comando-Chefe das Forças Armadas de Moçambique (CCFAM – Nampula) «A LEI DA VIDA ETERNA DILATANDO»;


CIOEEm 9 de Junho de 1972 regressa à Metrópole e ao Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOE – Lamego) «QUE OS MUITOS, POR SEREM POUCOS, NÃO TEMEMOS»;


Em 14 de Julho de 1972 assume o comando do Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOE – Lamego) QG-RMPorto«QUE OS MUITOS, POR SEREM POUCOS, NÃO TEMEMOS»;


Em 16 de Agosto de 1972 transferido para o Quartel General (QG) da Região Militar do Porto (RMP);


Em 11 de Outubro de 1972 regressa a Luanda e assume CICmdso comando do Centro de Instrução de Comandos (CIC) da Região Militar de Angola (RMA);


Em 19 de Novembro de 1974, por determinação do Comandante-Chefe das Forças Armadas RMAde Angola (CCFAA) almirante Rosa Coutinho, fica inibido de comandar o Centro de Instrução de Comandos (CIC) «A SORTE COPLADPROTEGE OS AUDAZES» da Região Militar de Angola (RMA) «AO DURO SACRIFÍCIO SE OFERECE» e o Comando Operacional de Luanda (COPLAD) «FIRMES ATÉ AO FIM»;


QG-RMPortoEm 28 de Novembro de 1974 regressa definitivamente à Metrópole, sendo colocado como 2º comandante da Região Militar do Porto «HONRA E BRAVURA»;


Em 24 de Janeiro de 1975 a seu pedido passa à situação de reserva, desligando-se seguidamente de quaisquer Associa-o-CMDSrelações com as Forças Armadas Portuguesas.


Após 20 de Abril de 1976 assume no Porto a presidência da direcção regional do norte da Associação de Comandos, mantendo-se como membro do conselho superior daquela associação.


Faleceu no dia 25 de Novembro de 1985 no Porto, como coronel 'comando' na situação de reforma, tendo ficado sepultado no cemitério de Agramonte (Porto), «de 'crachat' ao peito, camuflado e boina vermelha entre os dedos».


A sua Alma descansa em Paz.

 

 

 

 

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