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Nota de óbito

António Manuel Silva dos Santos, Alferes Mil.º 'Comando', da 20ªCCmds

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

 

e

 

nota de óbito

Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

 

 

Faleceu, no dia 27 de Novembro de 2020, o veterano

 

António Manuel Silva dos Santos

 

Alferes Mil.º 'Comando'

 

20.ª Companhia de Comandos

 

«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

 

Angola:

 

13Jul1969 a 12Ago1971

 

Cruz de Guerra de 1.ª classe (colectiva)

 

Cruz de Guerra de 3.ª classe

 

António Manuel Silva dos Santos, Alferes Mil.º ‘Comando, n.º 01112367.

 

Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola, como comandante do 3.ª Grupo de Combate da 20.ª Companhia de Comandos «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES», no período de no período de 13 de Julho de 1969 a 12 de Agosto de 1971.

 

Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª classe (5.º Volume, Tomo VII, págs. 157 e 158, da RHMCA / CECA /EME)

 

 

Cruz de Guerra de 1.ª classe (colectiva)

 

 

Aviso (extrato) n.º 9095/2012


O Presidente da República decreta, nos termos do artigo 33, n.º 1, do Decreto-Lei n.º 316/2002, de 27 de dezembro, o seguinte:

É concedida à 20.ª Companhia de Comandos, a Medalha da Cruz de Guerra — 1.ª Classe.
27 de junho de 2012.
O Secretário-Geral das Ordens, Arnaldo Pereira Coutinho.

(Diário da República, 2.ª série, n.º 128, de 4 de Julho de 2012)

 

Cruz de Guerra de 3.ª classe

 

Alferes Miliciano de Infantaria, Comando
ANTÓNIO MANUEL SILVA DOS SANTOS
 

20.ªCCmds/CICmds — RMA
ANGOLA
 

3.ª CLASSE
 

Transcrição do Despacho publicado na Ordem do Exército n.º 15 — 2.ª série, de 1972.


Agraciado com a Cruz de Guerra de 3.ª classe, nos termos do art.º 20.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 566/71, de 20 de Dezembro de 1971, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, de 30 de Maio próximo passado, o Alferes Miliciano de Infantaria, Comando, António Manuel Silva dos Santos, da 20.º Companhia de Comandos do Centro de Instrução de Comandos da Região Militar de Angola RMA (CIC/RMA).


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado nas Ordem de Serviço n.º 27, de 30 de Maio de 1972, do Comando-Chefe das Forças Armadas (CCFAA) e n.º 54, de 5 de Julho do mesmo ano, do Quartel General da Região Militar de Angola (QG/RMA):

 
Por despacho de 29 de Maio de 1972, o General Comandante-Chefe louvou o Alferes Miliciano de Infantaria, Comando António Manuel Silva dos Santos, da 20.ª Companhia de Comandos do Centro de Instrução de Comandos (20ªCCmds/CIC), porque como comandante de um Grupo de Combate daquela Companhia, demonstrou possuir elevadas qualidades de competência, decisão, bravura, agressividade e espírito de sacrifício.


Comandando o seu Grupo, praticamente em todas as operações, fê-lo sempre de maneira notável, colocando-se nos locais de maior perigo, incitando os seus homens nos momentos mais árduos, precedendo-os sempre que necessário, formando com eles uma unidade coesa, agressiva, com forte determinação, elevado espírito de missão e alto valor operacional.


As suas qualidades foram sobejamente evidenciadas, quando numa operação em que seguia junto dos primeiros homens, tendo o inimigo emboscado aberto fogo de metralhadora ligeira e armas automáticas a cinco escassos metros do elemento da frente, reagiu imediatamente. Dando ele mesmo o exemplo pela forma impetuosa com que incitou os três homens que tinha junto a si e não haviam ficado feridos nos primeiros tiros, lançou-se a peito descoberto sobre as posições inimigas, procurando o corpo a corpo, apesar do inimigo ter reagido com fogo cerrado, conseguindo a captura de uma metralhadora e três armas automáticas.


Noutra operação em que seguia helitransportado, e devido a um erro de colocação ter sido largado apenas com uma equipa de quatro homens junto a um objectivo que se desconhecia totalmente quanto a potencial, lançou-se, apesar de tudo ao assalto, tendo ali permanecido um dia e uma noite, que foi o tempo que demorou o Grupo de Combate a localizar e alcançar a sua equipa.


Para além de tudo, demonstrou sempre o Alferes Santos, possuir extraordinárias qualidades de combatente, de decisão, valentia, coragem, sangue-frio, destemor, serenidade e a maior energia debaixo de fogo.


Muito sóbrio no comportamento e modesto nas atitudes, teve o Alferes Santos comportamento honroso frente ao inimigo e sempre se creditou como exemplo de oficial que muito dignifica a sua Unidade e o próprio Exército que tão devotada e desinteressadamente serviu.


Faleceu no dia 27 de Fevereiro de 2020
 

Paz à sua Alma

 

     
 

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