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Condecorações

Armando Alves Nunes da Silva, 1.º Cabo de Cavaria, do ECav3/RMM: Cruz de Guerra, de 4.ª classe

 

  "Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

Fontes:

5.º Volume, Tomo V, pág. 274, da RHMCA / CECA / EME

Jornal do Exército, ed. 132, pág. 65, de Dezembro de 1970

Imagens dos distintivos cedidas por Carlos Coutinho

 

 

 

Armando Alves Nunes da Silva

 

1.º Cabo de Cavalaria, n.º 71105465

 

Esquadrão de Cavalaria 3

 

«RIJA TÊMPERA».

 

Moçambique 

 

Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

 

Armando Alves Nunes da Silva, 1.º Cabo de Cavalaria, n.º 71105465, natural da freguesia e concelho da Sertã, distrito de Castelo Branco.

 

Mobilizado pelo Região Militar de Moçambique (RMM) para servir Portugal naquela Província Ultramarina integrado no Esquadrão de Cavalaria 3 «RIJA TÊMPERA».

 

Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, publicado na Ordem de Serviço n.º 45, de 5 de Junho de 1968, do Quartel General da Região Militar de Moçambique, e na Ordem do Exército, n.º 29, 3.ª série, de 1968.

 

 

 

 

Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

 

1.º Cabo de Cavalaria, n.º 71105465
ARMANDO ALVES NUNES DA SILVA
 

ECav3 - RMM
MOÇAMBIQUE
 

4.ª CLASSE


Transcrição do Despacho publicado na OE n.º 29 - 3.ª série, de 1968.


Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do artigo 12.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Moçambique, de 29 de Agosto de 1968:


O 1.º Cabo n.º 71105465, Armando Alves Nunes da Silva, do Esquadrão de Cavalaria n.º 3, da Região Militar de Moçambique.

 

Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na OS n.º 45, de 05 de Junho de 1968, do Quartel General da Região Militar de moçambique (QG/RMM):


Louvo o 1.º Cabo n.º 71105465, Armando Alves Nunes da Silva, do Esquadrão de Cavalaria n.º 3, porque, no dia 8 de Julho de 1967, quando do rebentamento de um engenho explosivo, seguido de uma emboscada (nota) imposta em terreno difícil e apesar de ter sido ferido, saltou à picada e empunhando uma arma que encontrou na viatura em que seguia, muito embora soubesse que essa atitude o transformaria no alvo principal do inimigo, valente e abnegado, avançou a peito descoberto, fazendo rajadas oportunas e ajustadas em direcção ao inimigo, conseguindo, com a sua iniciativa, tenacidade e valentia, desalojar o inimigo e pô-lo em debandada.


Pela destemida forma como agiu nesta missão e pelo conceito em que já era tido, demonstrou excepcionais qualidades de heroísmo, abnegação, coragem e desprezo pela vida.
Militar brioso, correcto e disciplinado, sempre soube impor-se à consideração e estima de superiores e camaradas, devendo ser apontado como exemplo do militar português.

 

(nota):
 

Naquela emboscada faleceram dois militares portugueses:

 

João Simões

 

João Simões, Soldado Apontador de Auto-Metralhadora, n.º 95/65-1ª. natural da freguesia da Cumieira, concelho de Penela, filho de António Simões e de Alzira Mendes Santos, solteiro.

 

Mobilizado pela Região Militar de Moçambique para servir Portugal naquela Província Ultramarina integrado no Esquadrão de Cavalaria 3 «RIJA TÊMPERA».

 

Está inumado no cemitério da freguesia da sua naturalidade.

 

Manuel Alves Martins

 

Manuel Alves Martins, Soldado Atirador de Cavalaria, n.º 71085266, natural da freguesia de Gouvinhas, concelho de Sabrosa, filho de Reinaldo Martins e de Ana de Jesus Alves, solteiro.

 

Mobilizado pela Região Militar de Moçambique para servir Portugal naquela Província Ultramarina integrado no Esquadrão de Cavalaria 3 «RIJA TÊMPERA».

 

Está inumado na sepultura n.º 24558, fileira n.º 10, Talhão n.º 52, do Cemitério de São José de Lhanguene, em Lourenço Marques, Moçambique.

 

As suas Almas repousam em Paz

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Jornal do Exército, ed. 132, pág. 65, de Dezembro de 1970

 

1.º CABO ARMANDO ALVES NUNES DA SILVA
MEDALHA DA CRUZ DE GUERRA DE 4.ª CLASSE

Foi condecorado com a Medalha da Cruz de Guerra de 4.ª classe, o 1.º cabo, Armando Alves Nunes da Silva, «porque, numa acção em Moçambique aquando do rebentamento de um engenho explosivo, seguido de uma emboscada imposta em terreno difícil, e apesar de ter sido ferido, saltou à picada e empunhando uma arma que encontrou na viatura em que seguia (muito embora soubesse que essa atitude o transformaria no alvo principal do inimigo), valente e abnegado, avançou a peito descoberto, fazendo rajadas oportunas e ajustadas em direcção ao inimigo, conseguindo, com a sua iniciativa, tenacidade e valentia, desalojar o inimigo e pô-lo em debandada.


Pela destemida forma como agiu nesta missão e pelo conceito em que já era tido, demonstrou excepcionais qualidades de heroísmo, abnegação, coragem e desprezo pela vida.


Militar brioso, correcto e disciplinado, sempre soube impor-se à consideração e estima de superiores e camaradas, levando-me a apontá-lo como exemplo do militar português.
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