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Condecorações

General Aurélio Manuel Trindade

 

HONRA E GLÓRIA

Fontes:

5.º Volume, Tomo I, pág.s 258 e 259, da RHMCA / CECA / EME

5.º Volume, Tomo IV, pág.s 116 e 117, da RHMCA / CECA / EME

7.º Volume, Tomo III, Livro 2, pág. 39, da RHMCA / CECA / EME

7.º Volume, Tomo II, pág.s 625 e 626, da RHMCA / CECA / EME

7.º Volume, Tomo II, pág. 630, da RHMCA / CECA / EME

7.º Volume, Tomo I, pág.s 314 e 315, da RHMCA / CECA / EME

Jornal do Exército, ed. 88, pág. 23, de Abril de 1967

Apoio de um colaborador do portal UTW

Imagens dos distintivos cedidas pelo veterano Carlos Coutinho

 

Aurélio Manuel Trindade

 

General (oriundo da Arma de Infantaria)

 

Comandou em Moçambique, então Capitão de Infantaria, a

 

Companhia de Caçadores Especiais 312 (CCE312)

«SEMPRE EXCELENTES E VALOROSOS»

 

Comandou na Guiné, então Capitão de Infantaria, a

 

4.ª Companhia de Caçadores Indígenas / 6.ª Companhia de Caçadores

«AUT VINCERE AUT MORI»
 

2.º Comandante em Angola, então Major de Infantaria, do

 

Batalhão de Caçadores 3856 «DIGNOS LEAIS JUSTOS»

 

Medalha de Prata de Valor Militar com palma

 

Cruz de Guerra de 2.ª classe

 

Ordem Militar de Avis, grau Cavaleiro

 

Medalha de Mérito Militar de 3.ª classe

 

Prémio 'Governador'

 

Cruz de Guerra de 2.ª classe

 

 

 

Capitão de Infantaria
AURÉLIO MANUEL TRINDADE
 

4.ªCCac — CTIG
GUINÉ
 

2.ª CLASSE
 

Transcrição da Portaria publicada na OE n.º 5 — 2.ª série, de 1967.
Por Portaria de 31 de Janeiro de 1967:


Condecorado com a Cruz de Guerra de 2.ª classe, ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, por serviços prestados em acções de combate na Província da Guiné Portuguesa, o Capitão de Infantaria, Aurélio Manuel Trindade.
Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado nas OS n.º 10/66, de 06 de Dezembro de 1966, do CCFAG e n.º 49, de 08 de Dezembro do mesmo ano, do QG/CTIG):


Louvado o Capitão de Infantaria, Aurélio Manuel Trindade porque, sendo Comandante da 4.º Companhia de Caçadores (4.ªCCac), aquartelada no Agrupamento Sul, conseguiu durante os 15 meses do seu comando, mercê duma acção notável de chefe, transformar aquela Unidade de características muito especiais, aquartelada numa região sujeita a grande isolamento e onde o In (inimigo) se tem mostrado forte e aguerrido, numa Unidade disciplinada, de elevado moral, agressiva e eficiente, solucionando sempre da melhor maneira os problemas administrativos e operacionais, com grande destaque para estes, que resolveu sempre dando provas de elevado espírito ofensivo.


Sob o seu comando, a 4.ª Companhia de Caçadores (4.ªCCac), realizou e tomou parte em cerca de 20 operações e em todas elas o Capitão Trindade soube extrair dos seus meios grande rendimento. Salienta-se a sua acção na operação "Sempre Fixe", uma das muitas que realizou por sua iniciativa, durante a qual a Companhia, devidamente articulada, em frente de um grupo In (inimigo) bem armado e instalado em boas posições de tiro, oferecendo forte resistência, executou, a descoberto, uma valorosa manobra envolvente, com um grupo de combate em que se incorporou o Capitão Trindade, a qual conduziu à fuga desordenada do In (inimigo), com muitas baixas, tendo confirmado nesta acção serenidade, decisão, coragem e sangue frio, a par da forte determinação em bater o In (inimigo) e dum elevado espírito manobrador.


Oficial muito modesto, os relatos das acções em que tomou parte quando elaborados por ele não realçam suficientemente a sua acção que se pode classificar de verdadeiramente extraordinária através das opiniões dos seus subordinados e dos Comandos sob cujas ordens serviu.


Por todos estes factos e porque se trata de um oficial inteligente, com óptimos conhecimentos militares, dotado de forte personalidade, perfeitamente integrado na sua missão, e, ainda, porque sempre dispensou a maior e mais eficiente colaboração aos outros ramos das Forças Armadas, designadamente às Forças Navais nas inúmeras vezes em que se tornou necessário dar protecção aos comboios por estas efectuados na sua zona de acção, deve o Capitão Trindade ser apontado como exemplo dignificante ao CTIG (Comando Territorial Independente da Guiné) e ao Exército.

 

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Jornal do Exército, ed. 88, pág. 23, de Abril de 1967

 

 

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