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Condecorações

Carlos Correia de Sampaio de Vasconcelos Porto, Coronel

 

HONRA E GLÓRIA

e nota de óbito

Elementos cedidos por um

colaborador do portal UTW

 

 

Faleceu, no dia 31 de Outubro de 2012, o veterano

 

Carlos Correia de Sampaio de Vasconcelos Porto

 

Coronel na situação de reforma

 

Batalhão de Cavalaria 1897 (Guiné)

 

Comando de Agrupamento 2959 (Moçambique)

 

Batalhão de Artilharia 2918 (Moçambique)

 

Organização Provincial e Voluntários de Defesa Civil de Moçambique

 

 

Medalha de Prata de Serviços Distintos com palma
 

Medalha de Mérito Militar de 2ª classe
 

Ordem Militar de Avis, grau Comendador
 

Ordem Militar de Avis, grau Oficial
 

 

Carlos Correia de Sampaio de Vasconcelos Porto, Coronel na situação de reforma.

 

Nascido a 23 de Novembro de 1921 na freguesia urbana de Alcântara, cidade de Lisboa.

Em 1947, alferes de cavalaria, mobilizado para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola;


Em 1 de Dezembro de 1948 promovido a tenente;


Em 1956 segue para Lourenço Marques, considerado na situação de adido de licença ilimitada;


Em 21 de Maio de 1960, entretanto promovido a capitão, mantém-se como adido em comissão de serviço no comando militar de Moçambique;


Em 24 de Julho de 1962 agraciado com o grau de Oficial da Ordem Militar de Avis;


Em 10 de Outubro de 1963 promovido a major;


Em 19 de Fevereiro de 1964 embarca de regresso à Metrópole;


Em 27 de Fevereiro de 1964 fica colocado no Regimento de Lanceiros 1 (RL1 - Elvas) e nomeado para frequência, no Instituto de Altos Estudos Militares (IAEM - Pedrouços), do curso de promoção a oficial superior;


De 16 de Maio a 11 de Junho de 1966, tendo sido mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 - Estremoz) para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné, frequenta no Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOE - Lamego) o estágio E2 de contra-insurreição;


Em 29 de Outubro de 1966 embarca em Lisboa rumo ao porto de Bissau, como 2º comandante do Batalhão de Cavalaria 1897 (BCav1897);


Em 3 de Agosto de 1968 regressa ao Regimento de Cavalaria 3 (RC3 - Estremoz);


Em 30 de Novembro de 1968 agraciado com a Medalha de Mérito Militar de 2ª classe;


Em 13 de Fevereiro de 1969 promovido a tenente-coronel;

Em 10 de Abril de 1969 agraciado com a Medalha de Prata de Serviços Distintos com palma, porque...


... «no desempenho das funções de 2º comandante do Batalhão de Cavalaria nº 1897 demonstrou possuir conjunto de notáveis qualidades militares. Competiu-lhe organizar e dirigir a instrução na fase de formação do seu batalhão, e de tal modo foi salientada a sua acção que dela resultou uma unidade integrada num invulgar espírito de corpo, aptidão operacional e manifesto espírito de missão, conforme ficou demonstrado através da sua intensa acção naquele teatro de operações.


Desenvolveu durante toda a sua comissão, no desempenho das suas funções, uma invulgar actividade, empenhando sem reservas as suas excelentes aptidões físicas e intelectuais. Oficial dotado de elevada formação militar, verticalidade de ânimo e vincada personalidade, consciente da necessidade indubitável de uma disciplina no mais alto grau, o major Vasconcelos Porto foi sempre firme, íntegro e justo nas suas decisões. A par destas qualidades, é de salientar a forma como sempre interpretou as suas obrigações para com os seus subordinados, numa categórica manifestação de aptidão de chefia. Estes factos levaram a criar nos seus subordinados o mais elevado apreço e consideração, originando-lhes uma mística colectiva de bem cumprir as respectivas missões.


A acção de relevo do major Vasconcelos Porto transcendeu o âmbito militar, tendo ficado bem vincada a sua passagem, em especial nas povoações de Mansoa e Mansabá, onde foi manifesto o benefício para as populações.


Em face da forma altamente honrosa e brilhante como desempenhou as suas funções, de que resultou prestígio para as instituições militares, considero os serviços prestados pelo major Vasconcelos Porto extraordinários, relevantes e distintos.
»
 

Em 25 de Julho de 1969, tendo sido nomeado por designação para servir Portugal na Província Ultramarina de Moçambique, embarca em Lisboa com destino à cidade de Tete, a fim de assumir a chefia de estado maior do Comando de Agrupamento 2959 (CmdAgr2959);


Em 11 de Junho de 1970 agraciado com o grau de Comendador da Ordem Militar de Avis;


Em 6 de Outubro de 1970 cessa funções no Comando de Agrupamento 2959 (CmdAgr2959), sendo transferido para o Batalhão de Artilharia 2918 (BArt2918) a fim de assumir o comando daquela unidade;


Em 1 de Fevereiro de 1973 cessa funções de adido em unidade metropolitana (anteriormente mobilizada para a Região Militar de Moçambique (RMM) pelo Grupo de Artilharia Contra Aeronaves 2 (GACA2 - Torres Novas)), passando à situação de adido no Ministério do Ultramar como comandante provincial da Organização Provincial e Voluntários de Defesa Civil de Moçambique (OPVDCM);


Em 18 de Abril de 1973 promovido a coronel;


Em 1 de Outubro de 1974 regressa definitivamente à Metrópole;

 

Em 30 de Novembro de 1974 considerado apresentado na Direcção da Arma de Cavalaria;
 

Em 5 de Fevereiro de 1975, com 53 anos de idade e "contando 39 anos de serviço", compulsivamente passado à situação de reforma - nos termos do "decreto-lei nº 264/74 de 20 de Junho" -, "com uma pensão mensal de 19.080$00".

Faleceu no dia 31 de Outubro de 2012.

 

 

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