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Condecorações

Cherne Sissé, Furriel 'CMD': Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito, grau Cavaleiro, e Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

HONRA E GLÓRIA

Fontes:

5.º Volume, Tomo I, pág. 114, da RHMCA / CECA / EME

5.º Volume, Tomo IV, pág. 233, da RHMCA / CECA / EME

7.º Volume, Tomo II, pág.s 648 e 649, da RHMCA / CECA / EME

 Apoio de um colaborador do portal UTW

Imagens dos distintivos do veterano Carlos Coutinho

 

 

Cherne Sissé

 

1.º Cabo de Infantaria 'Comando'

 

GrCmds «OS RONCOS»

CCS/BCac1887

«AUDÁCIA FIRMEZA LEALDADE»

 

Furriel de Infantaria 'Comando'

 

1.ª Companhia de Comandos Africana «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»

 

Guiné

 

Cruz de Guerra, de 4.ª classe

 

Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito, grau Cavaleiro

 

Cherne Sissé foi mobilizado pelo Comando Territorial da Guiné para servir Portugal naquela Província Ultramarina integrado no

 

Grupo de Comandos «OS RONCOS»,  com o posto de 1.º Cabo de Infantaria 'Comando', cujo grupo era comandado pelo Furriel de Infantaria 'Comando' Marcelino da Mata, da Companhia de Comando e Serviços do Batalhão de Caçadores 1887 «AUDÁCIA FIRMEZA LEALDADE» e na

 

1.ª Companhia de Comandos Africana «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES», com o posto de Furriel de Infantaria 'Comando' (nota).

 

 

 

 

Cruz de Guerra, de 4.ª classe

 

1.° Cabo de Infantaria, n.º 108/56
CHERNE SISSÉ

 

CCS/BCac1887 - CTIG
GUINÉ


4.ª CLASSE


Transcrição do Despacho publicado na OE n.º 11 - 3.ª série, de 1967.


Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do artigo 12.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas da Guiné, de 01 de Março de 1967:


O 1.º Cabo n.º 108/56, Cherne Sissé, do Grupo de Comandos "Roncos", do Batalhão de Caçadores n.º 1887 — Comando Territorial Independente da Guiné.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.
(Publicado na OS n.º 01, de 05 de Janeiro de 1967, do QG/CTIG):


Por seu despacho de 3 de Janeiro de 1967, considerou como sendo dado por si, o seguinte louvor constante do artigo 3.º da OS n.º 29, de 28 de Dezembro de 1966, do Comando do Agrupamento n.º 1976, que se transcreve:


Que, por proposta do Sr. Comandante do Batalhão de Caçadores 1887, louvo o 1.º Cabo n.º 108/56, em serviço no Grupo Comandos "Os Roncos", Cherne Chissé, porque no dia 7 de Dezembro de 1966, ao efectuar-se a transposição de um curso de água, no regresso de uma operação, quando a última fracção efectuava a "cambança" em pequenos barcos e o inimigo desencadeou uma emboscada com grande intensidade de fogo, o 1.º Cabo Chissé avançou a peito descoberto e com uma bazooka e com mais alguns poucos elementos, cobriu o final da transposição, obrigando o inimigo, com a sua acção firme e corajosa, a abandonar as posições e a bater em retirada com algumas baixas.

 

Posteriormente promovido a Furriel, foi condecorado, em 1970, com o grau de Cavaleiro da Ordem Militar da Torre e Espada do Valor, Lealdade e Mérito (5.º Volume — Tomo I).

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Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito, grau Cavaleiro

 

Furriel de Infantaria
CHERNE SISSÉ
 

GUINÉ


Grau: Cavaleiro


Transcrição do Alvará publicado na OE n.º 20 - 3.ª série, de 1970:


Presidência da República

 
Chancelaria das Ordens Portuguesas


Alvará de concessão de 3 de Junho de 1970:


Considerando de justiça distinguir o Furriel Cherne Sissé que, por mais de uma vez, ganhou jus a condecorações por acções em campanha desde 1961;


Considerando que na prática de feitos em combate na Guiné revelou personalidade em cujo carácter estão vincados o valor, a lealdade e o mérito;


Américo Deus Rodrigues Thomaz, Presidente da República e Grão-Mestre das Ordens Honoríficas Portuguesas, faz saber que, nos termos do Decreto-Lei n.º 44 721, de 24 de Novembro de 1962, confere ao Furriel Cherne Sissé, sob proposta do Presidente do Conselho, o grau de Cavaleiro da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.


(Publicado no Diário do Governo, n.º 151, II Série, de 1 de Julho de 1970).

 

     
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(nota)

 

 

 

1.ª Companhia de Comandos Africanos
 

Identificação:
1ªCCmdsAfr
 

Comandantes:
Capitão Graduadoi 'Comando' João Bacar Jaló
Tenente Graduado 'Comando' Abdulai Queta Jamanca
Tenente Graduado 'Comando' Cicri Marques Vieira
Capitão Graduado 'Comando' Zacarias Saiegh
 

Início:
9 de Julho de 1969
 

Extinção:
7 de Setembro de 1974


Síntese da Actividade Operacional
Foi organizada em Fá Mandinga a partir de 9 de Julho de 1969, exclusivamente com pessoal natural da Guiné e foi formada com base em anteriores Grupos de Comandos existentes junto dos batalhões, tendo iniciado a sua instrução em 6 de Fevereiro de 1970 e efectuado o juramento de bandeira em 26 de Abril de 1970.


A subunidade ficou colocada com a sede em Fá Mandinga, com a missão de intervenção e reserva do Comando-Chefe, após ter terminado o seu treino operacional na região de Bajocunda, de 21 de Junho a 15 de Julho de 1970, e onde, seguidamente, se manteve em reforço do Comando Operacional Temporário 1 (COT1), em face do aumento da pressão inimiga na área, até finais de Setembro de 1970, tendo então recolhido a Fá Mandinga.


A partir de 30 de Outubro de 1970, foi atribuída em reforço de vários sectores, tendo tomado parte em operações nas regiões de Enxalé, de 30 de Outubro a 7 de Novembro de 1970, na zona de acção do Batalhão de Artilharia 2927 (BArt2927); de Nova Sintra, Brandão, Jabadá e Bissássema, de Fevereiro de 1971 a meados de Julho de 1971, em reforço do Batalhão de Artilharia 2924 (BArt2924).


Tomou ainda parte na operação "Mar Verde", em 21 e 22 de Novembro de 1970, em acção sobre Conacri e destacou três pelotões para reforço temporário das guarnições de Gandembel e Guileje, de princípios de Dezembro de 1970 a finais de Janeiro de 1971.


Em finais de Julho de 1971, seguiu de Tite para Bolama, para um curto período de descanso e recuperação, tendo, em meados de Agosto de 1971, passado a ficar instalada em Brá (Bissau), nas instalações do futuro Batalhão de Comandos (BCmds).


Seguidamente, passou a efectuar operações conjuntas com a 2.ª Companhia de Comandos Africana (2ªCCmdsAfr), em regiões diversas, nomeadamente nas regiões de


Cancodeá Beafada, em 6 de Outubro de 1971; do


Choquemone, de 18 a 22 de Outubro de 1971; de


Tancroal, de 29 de Outubro a 1 de Novembro de 1971; do


Morés, de 20 a 24 de Dezembro de 1971 e de 07 a 12 de Fevereiro de 1972; de


Gussará-Tambicó, de 30 de Maio a 3 de Junho de 1972 e ainda as


Operações preparatórias e de consolidação da instalação do Coimando Operacional 7 (COP7) na península de Gampará (operação "Satélite Dourado", de 11 a 15 de Novembro de 1971 e a operação "Pérola Amarela", de 24 a 28 de Novembro de 1971).


Tomou também parte em operações desenvolvidas pelo Comando de Agrupamento Operacional 1 (CAOP1), na região de Caboiana-Churo, de 28 de Abril de 1971 a 1 de Maio de 1972, de 26 a 28 de Junho de 1972 e de 19 a 21de Dezembro de 1972 e pelo Comando Operacional 4 (COP4), na região de Salancaúr-Unal-Guileje, de 28 de Março a 8 de Abril de 1972.


Em 2 de Novembro de 1972, foi integrada no Batalhão de Comandos (BCmds), então criado, tendo tomado parte em todas as operações planeadas e comandadas por este e tendo ainda sido atribuída algumas vezes para realização de operações desenvolvidas pelos sectores ou comandos equivalentes.


A 1.ª Companhia de Comandos Africana (1ªCCmdsAfr) foi desactivada e extinta em 7 de Setembro de 1974, com as restantes forças do Batalhão de Comandos (BCmds).

 

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