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Angola

Daniel Novak Szabo, 2.º Sargento Mil.º de Armas Pesadas - Medalha de Cobre de Valor Militar, c/palma

 

HONRA E GLÓRIA

 

Daniel Novak Szabo

 

2.º Sargento Mil.º de Armas Pesadas

 

Medalha de Cobre de Valor Militar, com Palma

(Título póstumo)

 

Daniel Novak Szabo, 2.º Sargento Mil.º de Armas Pesadas, n.º 1958/A/175, natural da freguesia do Campo Grande, concelho de Lisboa, filho de José Szabo e de Anna Novak Szabo.

 

Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 15 (RI15 - Tomar) para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na Companhia de Caçadores 327 do Batalhão de Caçadores 325 «FIRMES E CONSTANTES».

 

Tombou em combate no dia 17 de Dezembro de 1962, no Monte Casseno (Angola).

 

Está sepultado no cemitério de Braga.

 

15Ago1965: No cemitério municipal de Santana (Luanda), junto à campa onde então repousavam os restos mortais do 2.º Sargento miliciano Daniel Novak Szabo, seus pais José Szabo e Anna Novak Szabo, recém-chegados de Lisboa, ...

 

 

 

 

Medalha de Cobre de Valor Militar, com Palma

 

2.º Sargento de Infantaria
DANIEL NOVAK SZABO
 

CCac 327/BCac 325 RI 15
ANGOLA
 

Grau: Cobre, com palma (Título póstumo)
 


Transcrição da Portaria publicada na OE n.º 28 — 3.ª série, de 1963:
Por Portaria de 17 de Setembro de 1963:

Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro do Exército, condecorar a título póstumo, com a Medalha de Cobre de Valor Militar, com palma, nos termos do artigo 7.º com referência ao parágrafo 1.º do artigo 51.º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, o 2.º Sargento de Infantaria, Daniel Novak Szabo, do Batalhão de Caçadores n.º 325 - Regimento de Infantaria n.º 15 porque, em Angola, no ataque nocturno de 16 de Novembro de 1962 ao quartel de Casseno, se ofereceu para, juntamente com algumas praças da sua Secção, tomar a seu cargo a eliminação das sentinelas inimigas.

Também em 10 de Dezembro seguinte num ataque desencadeado contra o seu grupo de combate na sanzala Birila, saltou para uma viatura em que estava instalada uma metralhadora que utilizou, expondo a vida, mas contribuindo para a frustração do ataque.

Ainda, numa emboscada sofrida pela sua Companhia em 18 do mesmo mês, no Monte Casseno, reagiu prontamente ao intenso fogo dos terroristas, conseguiu transportar um ferido grave para o posto de comando da Companhia e regressar ao seu posto, onde veio a falecer atingido pelo fogo do inimigo.

Em todas as acções em que tomou parte, revelou excepcionais qualidades de energia, decisão, coragem, desembaraço, sangue frio, espírito de sacrifício e uma noção exacta do dever a cumprir.

Ministério do Exército, 17 de Setembro de 1963. O Ministro do Exército, Joaquim da Luz Cunha.

 

 

Jornal do Exército

 

O 2.º Sargento DANIEL NOVAK SZABO ganhou, por mérito próprio, direito a este privilégio.


Em todas as acções em que tomou parte revelou tão excepcionais qualidades de energia, decisão, coragem, desembaraço, sangue-frio, espirito de sacrifício e uma tão alta noção do dever a cumprir, que se constituiu um símbolo a admirar e um exemplo a seguir ...........

 
Em 16 de Novembro de 1962, num ataque realizado ao «Quartel» Terrorista de Casseno ofereceu-se o Sargento SZABO para a perigosa mas imprescindível missão de eliminação das sentinelas inimigas ...................................................

 
Em 10 de Dezembro do mesmo ano quando, na Sanzala BIRILA, o seu grupo de combate sofreu um violento ataque adversário, o Sargento SZABO salta, a peito descoberto, para uma viatura que tinha instalada uma metralhadora, e consegue com a sua valorosa e destemida acção deter e fazer frustrar o ataque inimigo .................................................

 
Em 18 do mesmo més, numa emboscada sofrida pela sua Companhia em Monte Casseno, a acção do Sargento SZABO, reagindo pronta e agressivamente, muito contribuiu para que a decisão desse combate fosse favorável às armas Portuguesas, e durante ele multiplica-se não só como combatente mas como chefe que não aliena a responsabilidade da vida dos seus comandados; leva ele mesmo ao P. C. da Companhia um seu camarada que tinha sido ferido, possibilitando-lhe assim imediatas socorros e voltando de novo ao combate, onde por sua vez é ferido de morte .........................................................................................
 

E a Medalha de Valor Militar com Palma foi o justo galardão que o País lhe atribuiu.

 

 

 

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