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HONRA E GLÓRIA |
Fontes:
Elementos cedidos por um
colaborador do portal UTW
5.º Volume,
Tomo I, pág. 161, da RHMCA / CECA /
EME
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Eduardo de Sousa Martins de
Almeida
1.º Cabo Mecânico Auto Rodas, n.º
826/60-A
Companhia
de Caçadores Especiais 63
(nota)
(Batalhão de Caçadores 5)
4.ª Companhia de Caçadores
Especiais
(nota)
(Regimento de Infantaria de Luanda)
Angola
Medalha de Cobre de Valor Militar,
com palma
(Título
póstumo)
Eduardo de Sousa Martins de Almeida,
1.º Cabo Mecânico Auto Rodas, n.º
826/60-A, natural da freguesia da
Borralha, concelho de Águeda,
solteiro, filho de José Martins de
Almeida e de Maria José de Sousa
Miranda.
Mobilizado pelo Regimento de
Infantaria 10 (RI10 - Aveiro) para
servir Portugal na Província
Ultramarina de Angola integrado na
Companhia de Caçadores Especiais 63
(CCE63) / 4.ª Companhia de Caçadores
Especiais
(4ªCCE)
(nota)
Faleceu no dia 28 de Julho de 1961,
no itinerário da roça Quibaba para a
Catuta, vítima de ferimentos em
combate.
Foi inumado na campa n.º 19, fileira
n.º 7, no n.º 4 do Talhão Militar do
cemitério Novo de Luanda. Em 28 de
Dezembro de 1972, os seus restos
mortais foram trasladados para o
cacifo sem número de referência do
ossário militar português do
cemitério municipal de Santana
(Catete - Angola).
Paz à sua Alma
Para
visualização dos conteúdos clique
nos sublinhados que se seguem:
(nota):
«Um
registo da história dos homens da
Companhia de Caçadores Especiais n.º
63 do Regimento de Infantaria número
10 (RI 10) de Aveiro e da sua
passagem pelas terras do Norte de
Angola - aí colocados, entre 1960 e
1962, como a
4.ª Companhia de Caçadores Especiais
(4.ª C.C.E.)
do Regimento de Infantaria de Luanda
(R.I.L.), sob o comando do Capitão
Teixeira de Morais»
Medalha de Cobre de Valor Militar,
com palma
(Título
póstumo)
1.º
Cabo de Infantaria, n.º 826/60-A
EDUARDO DE SOUSA MARTINS DE ALMEIDA
4.ª CCacE/RIL — BC 5
ANGOLA
Grau: Cobre, com palma (Título
póstumo)
Transcrição da Portaria publicada
na OE n.º 14 - 3.ª série, de 1962:
Por Portada de 27 de Abril de 1962:
Manda o Governo da República
Portuguesa, pelo Ministro do
Exército, condecorar com a Medalha
de Cobre de Valor Militar, com
palma, nos termos do parágrafo 2.º
do art.º 8.º do Regulamento da
Medalha Militar, de 28 de Maio de
1946, por satisfazer às condições
expressas no parágrafo 1.º do art.º
7.º do mesmo Regulamento:
A título póstumo, o Primeiro-cabo
n.º 826/60-A, da Companhia de Caçadores
Especiais, do Regimento de
Infantaria de Luanda, Eduardo de
Sousa Martins de Almeida, porque, no
dia 28 de Julho de 1961, durante a
operação de reconhecimento armado
que se realizou à mata da Catuta,
apesar de nem sequer lhe pertencer
fazer parte da coluna, ofereceu-se
voluntariamente para entrar numa
operação que sabia ser perigosa.
Depois de ter tido um comportamento
em que demonstrou excepcionais
qualidades de valentia e decisão,
mais uma vez se ofereceu para missão
de grave risco, como era a de tentar
recuperar uma arma que se encontrava
abandonada em zona bastante
perigosa, à qual ninguém tinha ainda
conseguido chegar.
No cumprimento de tal missão, mais
uma vez deu provas de excepcional
coragem, decisão e desprezo pela
vida, que veio a sacrificar, por ter
sido mortalmente ferido, tornando-se
digno de ser apontado como mais um
exemplo de voluntariedade e
destemor, virtudes que são apanágio
do soldado português.
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28 de Julho de 1961
No Batalhão de Caçadores 137
(BCac137), as primeiras baixas
mortais em combate verificaram-se na
6ªfeira dia 28 de Julho de 1961,
quando, por ocasião do Dia2 da
'Operação Pedra Verde', subunidades
daquele batalhão com reforço da
Companhia de Caçadores Especiais 63
(CCE63), no itinerário entre do
morro Camucongolo para a mata Catuta
prosseguiam missão de reconhecimento
a 21 fazendas cafeícolas, um bando
terrorista da UPA (União dos Povos
de Angola) atacou as NT (Nossas
Tropas), resultando disparos e
refrega corpo-a-corpo que, ao longo
de quase 3 horas e meia, evoluiu até
terminar na roça Quibaba, tendo as
NT (Nossas Tropas) sofrido dez
feridos (graves e ligeiros) e
três mortos.