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Condecorações

Francisco dos Santos Gonçalves Lobo, Soldado de Cavalaria - Cruz de Guerra, de 3.ª Classe

 

 

HONRA E GLÓRIA

 

 

Francisco dos Santos Gonçalves Lobo

 

Soldado de Cavalaria n.º 06800165

 

Companhia de Cavalaria 1539

 

Batalhão de Cavalaria 1884

 

Angola: 26Abr1966 a 09Jun1968

 

 

 

 

Cruz de Guerra, de 3.ª classe

 

 

Francisco dos Santos Gonçalves Lobo, Soldado de Cavalaria n.º 06800165, natural de Ponte Sor.

 

Incorporado no Regimento de Infantaria 3 (RI3 - Beja), em 25 de Outubro de 1965, depois foi colocado no Regimento de Cavalaria 7 (RC7 - Lisboa)

 

Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 7 (RC7 - Lisboa) para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na Companhia de Cavalaria 1539 do Batalhão de Cavalaria 1884, no período de 26 de Abril de 1966 a 9 de Junho de 1968.

 

 

Cruz de Guerra, de 3.ª classe

 

 

Soldado de Cavalaria, n.º 06800165
FRANCISCO DOS SANTOS GONÇALVES LOBO
 

CCav 1539/BCav 1884 — RC 7
ANGOLA
 

3.ª CLASSE
 

Transcrição da Portaria publicada na OE n.º 27 - 3.ª série, de 1968.
Por Portaria de 27 de Agosto de 1968:
 

Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro do Exército, condecorar com a Cruz de Guerra de 3.ª classe, ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, por serviços prestados em acções de combate na Província de Angola, o Soldado n.º 06800165, Francisco dos Santos Gonçalves Lobo, da Companhia de Cavalaria n.º 1539/Batalhão de Cavalaria n.º 1884 — Regimento de Cavalaria n.º 7.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.
(Publicado na OS n.º 49, de 19 de Junho de 1968, do QG/RMA):


Louvado o Soldado n.º 06800165, Francisco dos Santos Gonçalves Lobo, da CCav 1539/BCav 1884 — RC 7, pela sua brilhante conduta quando o Grupo de Combate em cuja Secção da vanguarda ia incorporado caiu em forte emboscada.


Tendo o inimigo conseguido isolar momentaneamente a sua Secção e verificando que este se encontrava abrigado no cimo de alto talude que dominava a estrada e a escassos metros de distância, ao cair junto de si uma granada de mão defensiva não hesitou em arremessá-la imediatamente sobre as posições inimigas. Este seu acto de valentia e sacrifício cujos sérios perigos quis generosa e conscientemente correr, veio a causar-lhe grave ferimento numa perna devido ao rebentamento no ar da granada que devolvera.


Deve salientar-se que a acção teve lugar sob condições particularmente desmoralizadoras, pois o súbito e intensivo fogo com que o inimigo surpreendera a sua Secção havia provocado imediatas e graves baixas entre os seus camaradas. A serena energia, extraordinária valentia e espírito de abnegação deste Soldado e dos seus camaradas da Secção, permitiram inverter uma situação que se apresentava crítica para as NT, pois contribuíram para criar as circunstâncias materiais e o clima moral que forçaram a retirada de um inimigo que havia disposto de todas as possibilidades de realizar o assalto, aniquilamento e pilhagem de toda a Secção.


A heroica conduta do Soldado Lobo constitui um nobilitante exemplo de valentia que bem se enquadra nas tradições gloriosas do Exército Português.

 

 

 

 

Jornal do Exército, ed. 124, de Abril de 1970:

 

 

 

 

 

 

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