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Condecorações

João Alves Pimenta, Tenente Mil.º Médico, do ECav149: Medalha de Prata de Serviços Distintos c/Palma

 

  "Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

Fontes:

Ordem do Exército n.º 12, 2.ª série, pág. 1768, de 1962

Ordem do Exército n.º 12, 2.ª série, pág.s 1803 e 1804, de 1962

Jornal do Exército, ed. 37, pág,s, 12 e 13, de Janeiro de 1963

8.º Volume, Tomo I, pág. 55, da RHMCA / CECA / EME

Blogue: «MEMÓRIA 149»

Apoio de um colaborador do portal UTW

 

 

João Alves Pimenta

 

Tenente Mil.º Médico

 

Esquadrão de Cavalaria 149

 

Angola:

 

07Jul1961 > 30Set1963

 

Medalha de Prata de Serviços Distintos, com palma

 

 

Medalha de Prata de Serviços Distintos, com palma

 

 

 

Tenente Mil.º Médico

João Alves Pimenta

ECav149 - RC7

Angola

 

Medalha de Prata de Serviços Distintos, com palma

 

 

Por portaria de 2 de Novembro de 1962
 

Publicado na Ordem do Exército n.º 12 – 2.ª série, pág. 1768, de 1962


Condecorado com a Medalha de Prata de Serviços Distintos, com palma, por se encontrar ao abrigo do disposto na alínea a) do artigo 17.º, com referência ao § 1.º do artigo 51.º, do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, o oficial a seguir mencionado:
 

Tenente miliciano médico João Alves Pimenta.
 

Publicado na Ordem do Exército n.º 12 – 2.ª série, pág.s 1803 e 1804, de 1962


Louvado o Tenente Miliciano Médico João Alves Pimenta da Companhia [Esquadrão] de Cavalaria n.º 149 (ECav149), em Angola, porque, há mais de um ano em acção no Congo, se evidenciou um oficial destemido, que demonstrou serenidade em combate, louvado três vezes sempre por feitos em operações, destacando-se a sua acção em Quimazangue, que a descoberto progrediu, quando se realizava o fogo de recontro com terroristas, deslocando-se do local onde se encontrava, a fim de socorrer o Segundo-Sargento Manuel da Sousa, que fora fulminado por um tiro de canhangulo.


Da decisão e energia demonstrada e, bem assim, da serenidade que manteve resultou uma confiança e prestígio que passou a desfrutar entre todos os camaradas e subordinados, que muito contribuiu para o bom êxito das operações.


Em Quixico foi notória a acção do Dr. Alves Pimenta, quando, durante uma emboscada, ficaram feridas duas praças. Ao ser-lhe comunicado o facto teve de progredir, sem protecção, durante cerca de 1 km, até ao local onde se encontravam os feridos, iniciando logo todas as disposições para o tratamento.


Mais tarde, no local onde se estacionou, apesar do cansaço resultante da progressão e desgaste físico comum todas as tropas, tratou ininterruptamente durante cerca de seis horas o soldado ferido mais gravemente, a fim de lhe ser possível salvar a vida, porquanto os ferimentos sofridos foram de molde à referida praça chegar e estar sem pulso enquanto tratada.


O senso de responsabilidade, além de elevada competência técnica, aliada ao espírito de sacrifício que o levou a nem querer comer durante todo o tratamento, proporcionou salvar a vida a um soldado e a mais uma vez demonstrar os motivos por que o pessoal da sua unidade confia nas suas qualidades de médico militar, por forma a considerar imprescindível a sua presença em todas as situações.


Os serviços deste oficial devem ser considerados relevantes e distintos.

 

 

 

 

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