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Condecorações

José António Fernandes, Tenente-Coronel Pára-Quedista

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

e nota de óbito

Elementos cedidos por um

colaborador do portal UTW

 

Fotos extraídas do facebook do sítio

Forgotten Heroes / The Portuguese contribution to the defence of Africa (Pedro Castanheira)

 

Faleceu, no dia 23 de Dezembro de 2019, em Tomar, o veterano

 

José António Fernandes

 

Tenente-Coronel Pára-Quedista, na situação de reforma

Brevet nº 370

 

Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21

 

«GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»

 

2ª Região Militar (Angola)

 

Medalha de Prata de Valor Militar com Palma

 

Medalha de Cobre de Serviços Distintos com Palma

 

 

José António Fernandes, Tenente-Coronel Pára-Quedista, na situação de reforma, titular do brevet nº 370.

 

Em 1958 concluiu o 5º curso de pára-quedismo e obteve o brevet nº 370.


Em 1961 integrou os primeiros grupos de combate pára-quedistas actuantes no Noroeste de Angola.

Em 1965, 2º Sargento pára-quedista agraciado com a Medalha de Cobre de Serviços Distintos com palma (
nota1), por distinção em combate aquando ao serviço do Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21 (BCP21 - Angola).

 

(nota1) - No dia 10 de Junho de 1966, agraciado com a Medalha de Cobre de Serviços Distintos com palma, foi condecorado perante as Forças Armadas Portuguesas reunidas em parada no Terreiro de Paço (Diário de Lisboa, ed. n.º 15618, pág. 7,  de 11 de Junho de 1966).

 

 

Em 1972, 1º Sargento pára-quedista agraciado com a Medalha de Prata de Valor Militar com palma (nota2), por relevantes serviços prestados ao Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21 (BCP21 - Angola).

 

(nota2) -  «Por Portaria de 6 de Maio de 1972


Considerado como dado pelo SEA por proposta do Comandante da 2.ªRA (2.ª Região Aérea), o louvor concedido ao 1.º sargento pára-quedista José António Fernandes, do BCP 21, porque, durante todo o tempo em que prestou serviço no teatro de operações de Angola, vivendo intensamente a profissão das armas, com serenidade e coerência de atitudes verdadeiramente notáveis, demonstrou possuir os mais elevados dotes de carácter, decisão e dinamismo, transmitindo aos seus subordinados um elevado espírito de missão e insuflando-lhes pelo exemplo a própria coragem, determinação, entusiasmo e espirito ofensivo, fazendo-se notar como um brilhante condutor de homens.


Tendo participado em numerosas operações, evidenciou extraordinária e rara abnegação, valentia e serena energia debaixo de fogo, incutindo confiança aos seus homens, nomeadamente nas operações «COLHEITA H» e «REITERAR», em que, mercê de grande capacidade física, espírito de sacrifício, invulgares conhecimentos de pistagem que possui e determinação com que se empenhou na exploração das oportunidades de sucesso que se lhe depararam, a sua acção foi decisiva para a captura de guerrilheiros, de diverso material de guerra e para a destruição de importantes meios do inimigo.


De salientar igualmente a sua actuação na operação «COCA», em que, para além de identificar com mestria o destreza o trilho inimigo, comandou o seu grupo de combate com sentido táctico, infligindo aos terroristas baixas avultadas e apreendendo valioso material de guerra, sendo ainda ele que, com grave risco da própria vida, não hesitou em saltar sozinho do helicóptero e lançar-se em campo aberto na perseguição de um chefe do grupo inimigo, que aprisionou.


Possuidor das mais sublimes virtudes cívicas e militares o 1.º Sarg. Fernandes tendo sido no decorrer de toda a sua carreira um exemplo frisante da mais alta e heroica compreensão da grandeza do dever militar e da disciplina, qualidades estas que o sistema na linha dos nossos, maiores, resultando da sua acção honra e lustre para a Pátria e Instituições Militares.
»

 

(publicado no "jornal 'Boina Verde' em 1972)

 

 

Em 1973 promovido por distinção a Alferes do Serviço Geral Pára-Quedista.

 

Tinha o curso de pisteiro de combate.

Faleceu no dia 23 de Dezembro de 2019 em Tomar, como tenente-coronel pára-quedista na situação de reforma.


A sua Alma repousa em Paz.

 

 

 

 

   
 

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