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Angola

Leandro de Oliveira Pinto, Tenente Mil.º de Infantaria 'Comando': Cruz de Guerra, de 2.ª classe

 

HONRA E GLÓRIA

 

 

Leandro de Oliveira Pinto

 

Tenente Mil.º de Infantaria 'Comando'

 

30.ª Companhia de Comandos

 

Angola: Mar1971 a Nov1972

 

Cruz de Guerra, de 2.ª classe

 

 

Leandro de Oliveira Pinto, Tenente Miliciano de Infantaria 'Comando'

 

Mobilizado para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na 30.ª Companhia de Comandos (30ªCCmds) «A SORTE PROTEGE OS AUDAZES» do Centro de Instrução de Comandos da Região Militar de Angola (RMA), no período de 1970 a 1972.

 

 

Cruz de Guerra, de 2.ª classe

 

 

 

Tenente Miliciano de Infantaria, Comando
LEANDRO DE OLIVEIRA PINTO
 

30.ª CCmds/CICmds — RMA

ANGOLA
 

2.ª CLASSE
 

Transcrição da Portaria publicada na OE n.º 22 — 2.ª série, de 1972.
Por Portaria de 25 de Outubro findo:
 

Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro da Defesa Nacional, condecorar, por proposta do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, o Tenente Miliciano de Infantaria, Comando, Leandro de Oliveira Pinto, da 30.ª Companhia de Comandos, com a medalha da Cruz de Guerra de 2.ª classe, ao abrigo dos artigos 14.º, 15.º, 16.º, 63.º do Regulamento da Medalha Militar, de 20 de Dezembro de 1971.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.
(Publicado nas OS n.º 50, de 25 de Setembro de 1972, do CCFAA e n.º 97, de 02 de Dezembro do mesmo ano, do QG/RMA):


Louvo o Tenente Miliciano de Infantaria Comando, Leandro de Oliveira Pinto, da 30.ª CCmds/CICmds, porque, ao longo de dez meses de intensa actividade operacional, bem patenteada em todas as acções em que tomou parte, demonstrou coragem, decisão, serena energia debaixo de fogo, sangue-frio, determinação e agressividade invulgares.


Refere-se a sua acção em determinada operação em que, logo nos primeiros momentos, apanhado sob intensíssimo fogo inimigo que, instalado e em número superior, procurava resistir a todo o custo, manobrou de maneira excepcional os dois grupos de Comandos e, ele próprio, com apenas quatro homens, fez uma aproximação a um ninho de metralhadoras. Rastejando para as mesmas, tendo deixado para trás a sua arma para tirar o máximo rendimento das granadas de mão que lhe eram passadas pelos homens da sua equipa, conseguiu assim aniquilar o adversário e ocupar as suas posições, permitindo que o seu grupo pudesse avançar sem mais baixas. Durante o assalto às posições inimigas, como verdadeiro exemplo, utilizou ele próprio diversas armas de apoio, coordenando sempre a manobra do assalto.


Posteriormente, aconselhado pelo comandante da operação a ser evacuado, recusou-se, pedindo para prosseguir com o seu pessoal a acção de perseguição aos elementos inimigos que conseguiram escapar, tendo-lhes movido tenaz perseguição durante dois dias, nas piores condições físicas.


Sóbrio, muito correcto e disciplinado, de invulgar modéstia, o Tenente Mil.º Oliveira Pinto, pela conduta valorosa e brilhante no cumprimento do dever, é digno de ser apontado como exemplo de verdadeiro chefe, muito honrando a Unidade, o Exército e a Nação, que tão devotada e desinteressadamente serve.

 

 

 

 

 

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