.

 

Início O Autor História A Viagem Moçambique Livros Notícias Procura Encontros Imagens Mailing List Ligações Mapa do Site

Share |

Brasões, Guiões e Crachás

Siga-nos

 

Fórum UTW

Pesquisar no portal UTM

Condecorações

Mário Augusto Palmeiro, Primeiro-Sargento de Infantaria

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

e

nota de óbito

 

 

Faleceu no dia 30 de Setembro de 2020 o veterano

 

M-rio-Augusto-Palmeiro-350

CG-1-2-classes

Mário Augusto Palmeiro

 

Primeiro-Sargento de Infantaria, na situação de reforma

 

Segundo-Sargento da

 

4.ª Companhia de Caçadores Indígena

(6.ª Companhia de Caçadores)

 

«ONÇAS NEGRAS»

 

«AUT VINCERE AUT MORI»

 

Comando Territorial Independente da Guiné

 

Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe

 

Cruz de Guerra de 2.ª classe

 

 

Mário Augusto Palmeiro, Primeiro-Sargento de Infantaria, nascido em Estremoz, no dia 30 de Abril de 1932.


CTIG-2804CCacI-CMobilizado, em rendição individual, para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné, integrado na 4.ª Companhia de Caçadores Indígena (4ªCCacI) «AUT VINCERE AUT MORI», do Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG) «CORAGEM E LEALDADE» - «A LEI 4CCacI-GDA VIDA ETERNA G-CCA-0006-a-280DILATANDO», como 2.º Sargento de Infantaria;


Em 1 de Abril de 1967, aquela subunidade de infantaria passou a designar-se por Companhia de Caçadores 6 (CCac6)
CCac6-cracha-350«ONÇAS NEGRAS» - «AUT VINCERE AUT MORI», do Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG) «CORAGEM E LEALDADE» - «A LEI DA VIDA ETERNA DILATANDO»;


Louvado, por feitos em combate, publicado na Ordem de Serviço n.º 15, de 19 de Fevereiro de 1963, do Comando Territorial Independente da Guiné;


Agraciado, por feitos em combate, com a Medalha da Cruz de Guerra de 2.ª classe, pela Portaria de 30 de Abril de 1963, publicado na Ordem do Exército n.º 16 – 3.ª série, de 1963;


Agraciado com a
Medalha da Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe, pelo Decreto n.º 48412, publicado no Diário do Governo n.º 129/1968, Série I, de 30 de Maio de 1968.


Faleceu no dia 30 de Setembro de 2020, na freguesia de Altura, concelho de Castro Marim.


Paz à sua Alma.

 

 

Cruz de Guerra de 2.ª classe

 

 

Cruz-de-Guerra-2-classe2.° Sargento de Infantaria
MÁRIO AUGUSTO PALMEIRO
 

4ªCCac / CTIG
GUINÉ


2.ª CLASSE


Transcrição da Portaria publicada na Ordem do Exército n.º 16 – 3.ª série, de 1963.


Por Portaria de 30 de Abril de 1963:


Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro do Exército, condecorar com a Cruz de Guerra de 2.ª classe, o Sargento a seguir designado, ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, por serviços prestados em acções de combate na Província da Guiné Portuguesa:


O Segundo-Sargento de Infantaria, da 4.ª Companhia de Caçadores, Mário Augusto Palmeiro.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 15, de 19 de Fevereiro de 1963, do Comando Territorial Independente da Guiné):


Louvo o 2.º Sargento de Infantaria, Mário Augusto Palmeiro, da 4.ª Companhia de Caçadores, do Comando Territorial Independente da Guiné, porque, sendo Comandante de uma patrulha de reduzido efectivo, quando regressava de uma missão de reconhecimento e depois de obter valiosos elementos de informação, tendo-se apercebido que um prisioneiro capturado assinalava a presença da sua força, aproveitou-se habilmente de um sinal de resposta ouvido e fazendo executar sinal idêntico, atraiu ao local, onde tomou posição, numerosa força de elementos terroristas, avaliada em cerca de cem indivíduos, alguns deles armados de pistolas-metralhadoras, espingardas e longas.


Com extraordinário sangue-frio, soube aguardar a aproximação do grupo, abrindo fogo a curta distância.


Apesar da superioridade numérica e material do grupo atacante e da ameaça de cerco, soube controlar a retirada com ordem e perfeita disciplina de fogo, de modo a não esgotar rapidamente as munições de que dispunha.


Deste modo conseguiu, não obstante o crescente aumento do número de perseguidores, retirar em campo aberto durante cinco quilómetros e atingir sem baixas a povoação de Mampatual, onde, já sem munições, e aproveitando as condições do terreno, pôde subtrair-se à acção do inimigo depois de lhe infligir severas baixas, entre as quais 43 mortos abandonados, como mais tarde se verificou.


Demonstrou, assim, brilhantes qualidades de comando, arrojo, valentia, sangue-frio e conhecimento da mentalidade das forças terroristas, o que muito me apraz destacar e apontar como exemplo.

 

--------------

 

 Nota-de-bito-M-rio-Augusto-Palmeiro
 

 M-rio-Augusto-Palmeiro-920
 

CCac6-900


 

© UTW online desde 30Mar2006

Traffic Rank

Portal do UTW: Criado e mantido por um grupo de Antigos Combatentes da Guerra do Ultramar

Voltar ao Topo