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Condecorações

Martinho António Pavia Albano, 1.º Cabo de Cavalaria: Cruz de Guerra, de 4.ª classe

 

 

HONRA E GLÓRIA:

Fonte:

5.º Volume, Tomo II, da  RHMCA / CECA / EME

 

 

Martinho António Pavia Albano

 

1.º Cabo de Cavalaria

 

Companhia de Cavalaria 149

 

Angola: Jul1961 a Set1963

 

 

Martinho António Pavia Albano, 1.º Cabo de Cavalaria, natural do concelho de Sousel.


Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 7 (RC7 - Lisboa) para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na Companhia de Cavalaria 149.

 

 

Cruz de Guerra, de 4.ª classe

 

 

1.° Cabo de Cavalaria, n.º 55/60
MARTINHO ANTÓNIO PAVIA ALBANO

 

CCav 149 - RC 7
ANGOLA
 

4.ª CLASSE
 

Transcrição do Despacho publicado na OE n.º 4 - 3.ª série, de 1963.
 

Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do art.º 12.º do Regulamento da Medalha Militar, aprovado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946:


O Primeiro-Cabo da Companhia de Cavalaria 149, n.º 55/60, Martinho António Pavia Albano.
 

(Por despacho de 15 de Dezembro de 1962, do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola).

 

Transcrição do louvor que originou a condecoração.
(OS n.º 69, de 29 de Agosto de 1962, do QG/RMA):


Louvado o 1.º Cabo n.º 55/60, Martinho António Pavia Albano, da CCav 149, porque, na operação de desobstrução do eixo Ambriz-Nambuangongo, no período que decorreu entre 25 de Julho e 10 de Agosto de 1961, demonstrou nas inúmeras situações de perigo em que teve de enfrentar o inimigo, possuir grande coragem e decisão, serena energia e sangue frio debaixo de fogo, que muito o honram como militar, especificadamente nos dias 2 e 5 de Agosto, respectivamente, antes e depois de atingir Quimazangue, quando a coluna em que seguia foi alvo de emboscadas.


Na primeira daquelas, mantendo-se sempre na vanguarda, indiferente ao perigo e animando os seus camaradas no cumprimento do dever; na segunda, incitando o condutor da sua viatura a atravessar uma zona fortemente batida pelo fogo inimigo, apesar do risco que corria, no intuito de não deixar desligar os elementos do pelotão a que pertenciam e a facilitar, assim, a acção de comando do seu Comandante de Pelotão.
 

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