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Memoriais

Monumentos aos Combatentes, Memoriais e Campas

 

 

Monumentos aos Combatentes e Campas

(Listagens e imagens de memoriais e campas de antigos combatentes)

 

Em memória daqueles que tombaram em defesa de Portugal na Guerra do Ultramar

 

Sardoal

 

Para visualização dos conteúdos clique em cada um dos sublinhados que se seguem

 

Listagem dos mortos naturais do concelho de Sardoal

 

Sardoal

 

Monumento de Homenagem aos Combatentes do Concelho do Sardoal

 

Inaugurado no dia 18 de Fevereiro de 2017

 

Informação e imagens cedidas pela Sra. D. Palmira Maças

Fonte: Boletim de Informação e Cultura «O Sardoal” – Janeiro a Março de 2017 (n.º 89)


Monumento de Homenagem aos Combatentes


Sardoal já tem Monumento de Homenagem aos Combatentes do Concelho


Decorreu em 18 de fevereiro a cerimónia de inauguração do Monumento de Homenagem aos Combatentes do nosso Concelho. O Monumento em causa, totalmente concebido e construído pelos serviços da Autarquia, reveste-se de especial significado, pretendendo homenagear todos os Combatentes deste Concelho que, ao serviço da Pátria, estiveram ou venham a estar presentes nos diversos teatros de operações onde Portugal participou ou venha a participar.


Na cerimónia de inauguração estiveram presentes o Presidente da Liga dos Combatentes, Tenente-General Chito Rodrigues, o representante do Chefe do Estado-Maior do Exército, Major-General Luís Fonseca, o Presidente da Associação de Deficientes das Forças Armadas, Comendador José Arruda, o Presidente do Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes, Sargento-Ajudante Sérgio Matos, assim como representantes de diversos Núcleos da Liga dos Combatentes.


O Monumento foi construído no Jardim da Tapada da Torre, junto da Escola, para que as crianças e os jovens que ali passam diariamente recordem os homens que defenderam a nossa Pátria e, simultaneamente, tenham a sensibilidade e o conhecimento necessários para saber que qualquer cenário de guerra é doloroso e deve ser evitado.


Na conceção do Monumento, cada parte deste foi pensada e criada consoante um significado específico, como se encontra explicado na caixa ao lado.
 


Parede traseira em betão armado com a esfera armilar


• Representa o nosso País e toda a sua história, na qual foi determinante o papel dos nossos Combatentes.
• O betão armado, robusto e resistente, representa a solidez, a estabilidade e a firmeza de Portugal e das suas gentes; simples e irregular simboliza, ainda, a genuinidade e a diversidade cultural dos portugueses.
• A esfera armilar, como símbolo dos Descobrimentos, representa toda a grandeza da nossa história; representando o globo, simboliza ainda todos os campos de batalha onde se bateram os nossos Combatentes ao serviço da Pátria.


Paredes da frente em tijolo


• Representam todos os Combatentes que lutaram por Portugal, simbolizando a vertical os que regressaram após o cumprimento da sua missão e a inclinada os que deram a sua vida ao serviço da Pátria.
• Os tijolos, como elemento basilar de construção, representam cada um dos Combatentes que contribuíram para a construção do País que temos hoje; a sua cor vermelha natural simboliza, ainda, todo o sacrifício a que foram sujeitos.


Base em pedra


• Elemento resistente da natureza ao longo dos tempos representa a eternidade da memória aos Combatentes que está na génese deste Monumento; constituindo um piso irregular, simboliza ainda as adversidades por que passam todos os Combatentes no cumprimento da sua missão.


 

Imagens da cerimónia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Notícia:

Fonte: «mediotejo.ne

 

SARDOAL | MEMÓRIA AOS COMBATENTES ETERNIZADA EM MONUMENTO
 

Por Joana Santos - Fev 18, 2017

O concelho de Sardoal integra agora o conjunto de mais de 300 monumentos erguidos a favor da promoção da história, dos valores, dos símbolos nacionais, “de honra aos mortos e dignidade dos vivos”. Na presença do General Joaquim Chito Rodrigues, presidente da Liga dos Combatentes, dos vários Núcleos regionais, inclusivamente de Abrantes, o jardim da Tapada da Torre recebeu combatentes, familiares e a comunidade em geral para eternizar a memória daqueles que um dia deram de si por Portugal, em guerras que não pediram, mas que acabaram por ser suas, numa cerimónia de homenagem com elementos do Exército português.

Para Chito Rodrigues, presidente da Liga dos Combatentes a nível nacional, este foi um momento dedicado “àqueles que vestiram a farda e se bateram de arma na mão”, seja na Grande Guerra ou na Guerra Colonial/Ultramar. Ainda assim, o dirigente afirmou que não se pretendeu celebrar a guerra, mas sim a paz. “Não somos uma Liga dos Combatentes pela guerra, somos uma Liga dos Combatentes pela paz, porque ninguém odeia mais a guerra do que aqueles que tiveram um dia que a fazer. Nós queremos paz”, reafirmou.

O general reconheceu ainda a importância das Forças Armadas e da sua contribuição para o país, fazendo notar que os “antigos combatentes, olhando a história, não precisamos de analisar ameaças de hoje, para afirmar que as Forças Armadas são aquela organização necessária ao país, porque em termos históricos vai ser quase garantido, é alta a probabilidade, que venham a ser chamadas para, de armas na mão, garantirem que Portugal vai continuar para mais séculos”, uma vez que “assim foi na nossa História do passado”.

A Liga dos Combatentes existe para manter viva “essa memória” e para que “esses valores, sejam garantidos. E para garantir que aquelas falhas, brechas, onde o Estado não chega para apoiar os combatentes, está uma instituição que apoia essa gente. Este passado deve orgulhar-nos (…) Orgulho do nosso passado e garantia de que está nas nossas mãos o futuro de Portugal”, disse o General Chito Rodrigues.

“Um monumento aos combatentes por Portugal”

Para Miguel Borges, autarca sardoalense, este é um monumento em nome de todos “os que regressaram sãos e salvos, os que tombaram e aqueles que regressaram física e psicologicamente condicionados no seu presente e futuro por um passado de luta, entrega, de uma causa a um país, ao nosso país”.

Durante o seu discurso, o presidente da câmara referiu-se à interpretação do monumento e de cada detalhe que o constitui. Simboliza a esperança no futuro, a sua localização junto à escola “permite que os jovens questionem no presente o passado que não quer ser futuro, permite que não ignoremos factos relevantes da nossa História”.

Pensado e executado pelos serviços técnicos e operacionais do município, o monumento tem uma parede traseira em betão armado, com a esfera armilar, “representando o nosso país, toda a nossa história, na qual foi determinante o papel dos homens combatentes”.

O betão armado, “robusto e resistente, representa a solidez, a estabilidade e a firmeza de Portugal e das suas gentes, simboliza ainda a genuinidade e a diversidade da nossa cultura”, continuou Miguel Borges. Já a esfera armilar “como símbolo dos Descobrimentos, representa toda a grandeza da nossa História, representa o globo, simboliza todos os campos de batalha, onde se bateram os nossos combatentes ao serviço da pátria”.

Por sua vez, a parede da frente, em tijolo, “representa todos os combatentes que lutaram por Portugal. A vertical os que regressaram após o cumprimento da sua missão, e a inclinada os que deram a sua vida. Os tijolos, como elementos basilares da construção, representam cada um dos combatentes que contribuíram para a construção do país que temos hoje. A sua cor vermelha natural simboliza ainda todo o sacrifício a que foram sujeitos os nossos homens e mulheres”.

Por sim, a base feita em pedra, um elemento resistente da natureza, “representa a eternidade da memória, que está na génese deste monumento, a irregularidade do piso significa as adversidades encontradas”, terminou o autarca.

As mulheres e as famílias são também combatentes

O Núcleo Regional de Abrantes da Liga dos Combatentes, na pessoa de Sérgio Augusto de Matos, lembrou as mulheres “que viram partir os seus entes queridos, maridos, noivos, irmãos, pais, netos, e, acima de todos, os seus filhos”, referindo que ninguém sofria como as mulheres e as famílias, reconhecendo-as também como combatentes.

Para o dirigente, este monumento “não apaga a dor dos combatentes e das suas famílias, mas é um permanente reavivar da memória de todos para que tenhamos consciência da necessidade imperativa de evitar a guerra”, sendo também “espaço de respeito e meditação, um espaço vivo e simbólico para a população de Sardoal”, concluiu.

Ao todo, são cerca de 310 monumentos espalhados pelo país, em homenagem aos combatentes que fizeram a Guerra do Ultramar, e 100 monumentos àqueles que caíram na Grande Guerra. Numa altura em que se evocam os 100 anos da partida dos portugueses para França, a caminho da Grande Guerra, Sardoal entra assim para a contagem destes espaços erguidos em prol da memória eterna e da meditação e reconhecimento perante os combatentes portugueses.

 

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Notícia:

 

Fonte: Antena Livre

SARDOAL:


Município de Sardoal inaugurou Monumento de Homenagem aos Combatentes


2017-02-18


O Município de Sardoal inaugurou, esta tarde, no jardim da Tapada da Torre, um Monumento de Homenagem aos Combatentes do concelho.


A comunidade sardoalense saiu à rua para assistir à cerimónia e foi perante vários convidados e representantes de entidades oficiais militares que o primeiro Monumento de Homenagem aos Combatentes do concelho foi inaugurado.


"O Monumento em causa, concebido e construído pelos serviços da Autarquia sardoalense, reveste-se de especial significado para o Município e pretende homenagear todos os Combatentes deste concelho que, ao serviço da Pátria, estiveram ou venham a estar presentes nos diversos teatros de operações onde Portugal participou ou venha a participar", pode ler-se na nota de imprensa do Município.

 

 

 

 

 

 

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