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Monumentos aos Combatentes, Memoriais e Campas

 

Monumentos aos Combatentes e Campas

Em memória daqueles que tombaram em defesa de

Portugal na Guerra do Ultramar

 

Vimioso

 

Para visualização dos conteúdos clique em cada um dos sublinhados que se seguem:

 

Listagem dos mortos naturais do concelho de Vimioso

 

Algoso

 

Manuel Maria Rodrigues Geraldes

 

Soldado Atirador n.º 06471572, natural de Vale, freguesia de Algoso, concelho do Vimioso, mobilizado pelo Regimento de Infantaria 15 para servir na província ultramarina portuguesa da Guiné integrado na 2.º Companhia do Batalhão de Caçadores 4512.

 

Tombou em combate no dia 10 de Maio de 1973.

 

Está sepultado no cemitério da freguesia da sua naturalidade, desde do dia 16 de Novembro de 2009

 
 
 
Vale de Algoso – Vimioso
 
Corpo de militar regressa a casa 36 anos depois
 
Por: Ana Preto

Manuel Maria Rodrigues Geraldes faleceu na Guerra Colonial, na Guiné Bissau

O corpo de um militar português, natural da aldeia de Vale de Algoso, concelho de Vimioso, que faleceu na Guerra, na Guiné Bissau, em Maio de 1973, foi só agora transladado para a sua terra natal e o seu país. Manuel Geraldes tinha 22 anos quando morreu em combate, em Guidage, na Guiné, juntamente com outros solados do Exército e do corpo de pára-quedistas. Na altura, os mortos desse combate ficaram sepultados no mesmo local, até que a União de Pára-quedistas de Portugal (UPP) mobilizou uma acção que permitiu o resgate dos corpos, não só dos pára-quedistas, mas também dos outros militares, desde que famílias mostrassem intenção de os reaver. Na região, além do soldado de Vale de Algoso, foi ainda resgatado o corpo de um militar de Valpaços. “A União de Pára-quedistas foi à Guiné resgatar os corpos e entendemos que deveríamos trazer também os restos mortais dos homens do Exército que se encontravam sepultados em campas paralelas às dos pára-quedistas”, explicou Avelar de Sousa, presidente da UPP, presente nas cerimónias fúnebres que tiveram lugar na aldeia natal de Manuel Geraldes. Na aldeia, os restos mortais do jovem soldado foram recebidos com emoção. “Sensibilizou-me muito. Recordo o Manuel Geraldes com muita saudade. Era um rapaz trabalhador, honesto, alegre e divertido. Estava sempre a puxar-nos para jogar futebol ou fazer bailaricos. Tinha um gira-discos que trouxe de França”, contou-nos Domingos Pimentel, um popular de Vale de Algoso. Luís Geraldes, irmão de Manuel Geraldes, referiu que para a família o facto de o corpo ter permanecido longe da terra, durante tantos anos, significou muito sofrimento, mas a família não tinha condições para fazer a transladação. O familiar criticou ainda o desinteresse do Estado português perante estas situações. Também Domingos Pimental sublinhou que “Governo deveria ter um nível elevado de patriotismo, como tiveram eles, que largaram tudo quanto gostavam para atender aos pedidos do país”, até porque “a história faz-se com os que eram da altura, não se faz só com os de agora. Esconder a história antiga acho que é mau, porque é recusarmo-nos a reconhecer o que os nossos pais fizeram”, disse.

Fonte: in Mensageiro Notícias

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37 anos depois, "regressa" à sua terra natal

 

A urna com os seus restos mortais vai estar presente, no dia 14 de Novembro de 2009, junto ao Monumento dos Combatentes do Ultramar, em Belém (Lisboa)

 

Manuel Maria Rodrigues Geraldes

Soldado Atirador n.º 06471572

 

Era natural de Vale, freguesia de Algoso, concelho de Vimioso, foi mobilizado pelo RI 15, para servir no CTIG (Comando Territorial Independente da Guiné), integrado na 2.ª Companhia do Batalhão de Caçadores 4512/72.

 

Tombou em combate no dia 10 de Maio de 1973, ficou sepultado no coval 1, em Guidaje (perímetro externo), na Guiné.

 

Clique aqui para visualização "Como tudo começou"

 

 

 

 

 

 

 

 

Sua Excelência, o Ministro da Defesa Nacional, Dr. Augusto Santos Silva

 

 

 

 

 

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