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«Militares de Volta»

Moçambique «Conservação de Memórias», in Comunicação Social - 04Jul2014

 

 

 

Liga dos Combatentes termina nova missão de trasladação de militares portugueses em Moçambique

 

A Liga dos Combatente trasladou nas últimas semanas 24 urnas de militares portugueses mortos na guerra colonial da província de Cabo Delgado para o cemitério de Nampula, no norte de Moçambique, no âmbito do programa Conservação das Memórias.

 

Fernando Aguda, vice-presidente da Liga dos Combatentes, disse à Lusa que a nova missão da campanha, desenvolvida em Moçambique desde 2010, "se fez da melhor forma, com as melhores condições para trabalhar", culminando na trasladação de 24 urnas de militares portugueses recrutados na então metrópole, e que se encontravam em vários locais abandonados na província de Cabo Delgado, para o ossário que a instituição possui em Nampula.

 

O general na reserva informou que no ossário em Nampula encontram-se 43 urnas de combatentes portugueses e que a próxima viagem, prevista para maio de 2015, acrescente entre 11 e 15 ao total. "Depois a missão em Moçambique ficará terminada", afirmou.

 

Agência Lusa

 

Fonte: http://noticias.sapo.pt/internacional/artigo/liga-dos-combatentes-termina-nova-missao-de-trasladacao-de-militares-portugueses-em-mocambique_17955808.html 

 

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Portugal Liga dos Combatentes termina missão de trasladação de militares em Moçambique

 

No âmbito do programa Conservação das Memórias.

 

A Liga dos Combatentes trasladou nas últimas semanas 24 urnas de militares portugueses mortos na guerra colonial da província de Cabo Delgado para o cemitério de Nampula, no norte de Moçambique, no âmbito do programa Conservação das Memórias.

 

Fernando Aguda, vice-presidente da Liga dos Combatentes, disse à Lusa que a nova missão da campanha, desenvolvida em Moçambique desde 2010, "se fez da melhor forma, com as melhores condições para trabalhar", culminando na trasladação de 24 urnas de militares portugueses recrutados na então metrópole, e que se encontravam em vários locais abandonados na província de Cabo Delgado, para o ossário que a instituição possui em Nampula.

 

O general na reserva informou que no ossário em Nampula encontram-se 43 urnas de combatentes portugueses e que a próxima viagem, prevista para maio de 2015, acrescente entre 11 e 15 ao total. "Depois a missão em Moçambique ficará terminada", afirmou. "Esta operação teve mais uma vez o apoio importante, agradável e franco das autoridades ministeriais [de Moçambique] e das autoridades administrativas locais por onde passámos", salientou Fernando Aguda, no fim da missão realizada na segunda quinzena de junho, e que levou a Liga dos Combatentes a Pemba, Palma, Mueda, Montepuez, Mocimboa da Praia e Macomia, na província de Cabo Delgado.

 

O vice-presidente da Liga dos Combatentes destacou ainda o apoio de portugueses residentes há longa data em Moçambique, ao fim de quatro anos da missão que levou a instituição a realizar levantamentos do norte ao sul do país, antes de proceder à exumação e transladação dos restos mortais dos militares.

 

Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentid=7A9B5511-CB32-4D23-B335-631CE22D8653&channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021 

 

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A Liga dos Combatente trasladou nas últimas semanas 24 urnas de militares portugueses mortos na guerra colonial da província de Cabo Delgado para o cemitério de Nampula, no norte de Moçambique, no âmbito do programa Conservação das Memórias.

 

Fernando Aguda, vice-presidente da Liga dos Combatentes, disse à Lusa que a nova missão da campanha, desenvolvida em Moçambique desde 2010, «se fez da melhor forma, com as melhores condições para trabalhar», culminando na trasladação de 24 urnas de militares portugueses recrutados na então metrópole, e que se encontravam em vários locais abandonados na província de Cabo Delgado, para o ossário que a instituição possui em Nampula.

 

O general na reserva informou que no ossário em Nampula encontram-se 43 urnas de combatentes portugueses e que a próxima viagem, prevista para maio de 2015, acrescente entre 11 e 15 ao total. «Depois a missão em Moçambique ficará terminada», afirmou.

 

«Esta operação teve mais uma vez o apoio importante, agradável e franco das autoridades ministeriais [de Moçambique] e das autoridades administrativas locais por onde passámos», salientou Fernando Aguda, no fim da missão realizada na segunda quinzena de junho, e que levou a Liga dos Combatentes a Pemba, Palma, Mueda, Montepuez, Mocimboa da Praia e Macumia, na província de Cabo Delgado.

 

O vice-presidente da Liga dos Combatentes destacou ainda o apoio de portugueses residentes há longa data em Moçambique, ao fim de quatro anos da missão que levou a instituição a realizar levantamentos do norte ao sul do país, antes de proceder à exumação e transladação dos restos mortais dos militares.

 

«Trata-se de corpos provenientes dos locais onde tínhamos unidades, que sepultavam os militares perto das respetivas instalações e que ficaram abandonados desde que Moçambique se tornou independente», afirmou o vice-presidente da Liga dos Combatentes, em declarações anteriores à Lusa, no início desta missão a Moçambique. «O tempo passou por eles e queremos repor a dignidade e direito ao descanso eterno.»

 

Desde 2010, apenas uma família reclamou a trasladação para Portugal do corpo de um militar, segundo Fernando Aguda, lembrando que a Liga dos Combatentes não está mandatada para este tipo de ações, apenas disponível para fornecer informações.

 

«O objetivo da nossa missão tem sido e vai continuar a ser recuperar cemitérios, torná-los apresentáveis, restaurar e alindar campas, proceder à exumação dos restos mortais de combatentes e transportá-los por via terrestre para Nampula», afirmou.

A última missão da Liga dos Combatentes em Moçambique tinha acontecido há um ano e incidiu nas províncias de Manica, Tete, Sofala e Zambézia, com apoio do Ministério dos Combatentes de Moçambique, Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional de Moçambique e autoridades moçambicanas locais.

 

A próxima paragem do programa Conservação das Memórias, financiado pelo Ministério da Defesa Nacional, poderá ser Angola, estando a ser iniciados contactos com o Ministério das Relações Exteriores angolano. "Mas se não formos para lá, temos Macau, temos Timor, temos Goa", elencou.

 

Além de Moçambique, o programa Conservação das Memórias, quer da Guerra Colonial quer da I Grande Guerra, já levou a Liga dos Combatentes à Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, no continente africano, e também à Bélgica, França, Reino Unido e Alemanha, no europeu.

 

De acordo com Fernando Aguda, «o programa é destinado a combatentes vivos e tombados - aos vivos acompanhá-los física, psicológica e materialmente, e aos mortos tornando viva a sua memória, dignificando-a pelos atos».

Diário Digital com Lusa

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=714694

 

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