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Augusto da Costa Moniz, da CCac2306/BCac2832: Medalha de Cobre de Valor Militar, com palma

 

HONRA E GLÓRIA

Fontes:

5.º Volume, Tomo I, da RHMCA / CECA / EME

Jornal do Exército, ed.119, Nov1969

 

Augusto da Costa Moniz

 

Soldado de Infantaria, apontador de metralhadora, n.º 05782267

 

Companhia de Caçadores 2306

 

Batalhão de Caçadores 2832

«EXCELENTE E VALOROSO»

 

Angola: 13Jan1968 a 03Mar1970

 

Medalha de Cobre de Valor Militar, com palma

 

Prémio Governador

 

Augusto da Costa Moniz, Soldado de Infantaria, apontador de metralhadora, n. 05782267.

Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 2 (RI2 - Abrantes) para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na Companhia de Caçadores 2306 do Batalhão de Caçadores 2832 «EXCELENTE E VALOROSO» no período de 13 de Janeiro de 1968 a 3 de Março de 1970.

 

 

 

 

Soldado de Infantaria, apontador de metralhadora, n.º 05782267
AUGUSTO DA COSTA MONIZ
 

CCac 2306/BCac 2832 - RI2-Abrantes
ANGOLA
 

Grau: Cobre, com palma


Transcrição da Portaria publicada na OE n.º 17 — 3.ª série, de 1969:
Por Portaria de 29 de Abril de 1969:


Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro do Exército, condecorar com a Medalha de Cobre de Valor Militar, com palma, nos termos do artigo 7.º, com referência ao § 1.º do artigo 51.º, do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, o Soldado n.º 05782267, Augusto da Costa Moniz, da Companhia de Caçadores n.º 2306/Batalhão de Caçadores n.º 2832 — Regimento de Infantaria n.º 2, porque numa violenta emboscada realizada pelo inimigo, em 5 de Setembro de 1968, numericamente superior, bem armado e municiado, teve comportamento brilhante.


Embora o seu grupo de combate tenha ficado reduzido logo nos primeiros momentos a menos de metade, o Soldado Moniz manteve-se no seu lugar de apontador de metralhadora, indiferente ao fogo cerrado com que o inimigo varria toda a zona de morte, fazendo fogo até que a arma se encravou. Não conseguindo solucionar a avaria continuou em cima da viatura, de pé e a peito descoberto, fazendo fogo de G-3 até esgotar todos os carregadores, causando baixas ao inimigo que se aproximava, quebrando-lhe o ímpeto do ataque e repelindo-o, tendo assim uma actuação decisiva na acção.


Em seguida tomou parte voluntariamente com mais três camaradas na captura dum elemento inimigo que se encontrava à frente da coluna, capturando o seu armamento e impedindo que ele fosse levado.


A sua actuação foi altamente importante na reacção das nossas tropas, permitindo não só repelir o inimigo como ainda capturar material.


Revelou o Soldado Moniz, excepcionais dotes de coragem, decisão, sangue-frio, serena energia debaixo de fogo e desprezo pela vida, constituindo um exemplo a seguir e muito honrando a Unidade a que pertence, e o Exército Português.


Ministério do Exército, 29 de Abril de 1969.
O Ministro do Exército, J. M. de Bethencourt Rodrigues.

 

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Jornal do Exército, ed.119, Nov1969

 

 

 

 

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