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Condecorações

Aurélio de Freitas, 1.º Cabo de Infantaria - Cruz de Guerra, de 3.ª classe, da CCE267/BCE261

 

HONRA E GLÓRIA

 

 

Aurélio de Freitas

 

1.º Cabo de Infantaria, n.º 1/61

 

Companhia de Caçadores Especiais 267

 

Batalhão de Caçadores Especiais 261

 

Cruz de Guerra, de 3.ª classe

 

Prémio «Governador-Geral»

 

 

Aurélio de Freitas, 1.º Cabo de Infantaria, n.º 1/61.

 

Mobilizado pelo Batalhão de Caçadores 10 (BC10 - Chaves) para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na Companhia de Caçadores Especiais do Batalhão de Caçadores Especiais 261 «SEMPRE EXCELENTES E VALOROSOS», no período de 21 de Agosto de 1961 a 21 de Novembro de 1963.

 

 

 

 

1.° Cabo de Infantaria, n.º 1/61
AURÉLIO DE FREITAS
 

CCac 267/BCac 261 — BC 10
ANGOLA
 

3.ª CLASSE


Transcrição da Portaria publicada na OE n.º 16 — 3.ª série, de 1963.
Por Portaria de 30 de Abril de 1963:


Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro do Exército, condecorar com a Cruz de Guerra de 3.ª classe, ao abrigo dos artigos 9.º e 10-º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, por serviços prestados em acções de combate na Província de Angola:


O 1.º Cabo n.º 1/61, da Companhia de Caçadores 267, do Batalhão de Caçadores 261 (Batalhão de Caçadores 10), Aurélio de Freitas.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.

(Publicado na OS n.º 77, de 26 de Setembro de 1962, do QG/RMA):


Louvo o 1-º Cabo n.º 1/61, Aurélio de Freitas, da CCac 267, porque progredindo integrado num Pelotão, na frente da Secção da testa que comandava e tendo a mesma caído numa emboscada na região do Quilé, em 20 de Abril de 1962, soube reagir valentemente ao fogo inimigo.

 

Muito embora estivesse a ser batido pelo fogo de duas pistolas-metralhadoras, não recuou para o melhor abrigo, antes pelo contrário, procurou com a maior coragem e sangue frio atingir o inimigo com a sua arma, até ao ponto de ser gravemente ferido, tendo o seu pelotão repelido os atacantes.


Incitou ainda os seus camaradas à perseguição dos mesmos sem se preocupar com a gravidade do seu estado, o que denota, além daquelas qualidades, uma serena energia debaixo de fogo, um elevado moral e uma perfeita noção dos seus deveres militares

 

 

 

 

Prémio «Governador-Geral»

 

 

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