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Condecorações

RMM: João Alberto Penas Lourenço, Soldado de Artilharia - Cruz de Guerra, de 4.ª classe

 

HONRA E GLÓRIA

Fontes:

5.º Volume, Tomo VII, da RHMCA / CECA / EME

7.º Volume, Tomo III, Livro 1, da RHMCA / CECA / EME

8.º Volume, Tomo III, Livro 2, da RHMCA /CECA / EME

Jornal do Exército, ed. 160, de Abr1973

 

 

João Alberto Penas Lourenço

 

Soldado de Artilharia

 

Companhia de Artilharia 2631

 

Batalhão de Artilharia 2898

 

«UNIDOS VENCEREMOS»

 

Moçambique

 

21Nov1969 > 11Nov1971

 

 

 

Cruz de Guerra, de 4.ª classe

 

João Alberto Penas Lourenço, Soldado de Artilharia n.º 04570069.

 

Mobilizado pelo Grupo de Artilharia Contra Aeronaves 2 (GACA2 - Torres Novas) para servir Portugal na Província Ultramarina de Moçambique integrado na Companhia de Artilharia 2631 (nota1) do Batalhão de Artilharia 2898 «UNIDOS VENCEREMOS», no período de 21 de Novembro de 1969 a 11 de Novembro de 1971.

 

 

 

(nota1) - Companhia de Artilharia 2631 do Batalhão de Artilharia 2898

 

Comandantes:

Capitão Mil.º Carlos Augusto Pissarra Santos Silva

Capitão Mil.º Carlos Alberto Pais de Almeida

Capitão Mil.º António Augusto Manso Francisco

 

A Companhia de Artilharia 2631 (CArt2631) desembarcou em Nacala. Rendeu em Nova Viseu, a Companhia de Artilharia 2374 / Batalhão de Artilharia 2847 (CArt 2374/BArt 2847).


De 23 de Fevereiro de 1970 a 9 de Novembro de 1971, guarneceu Luatize com 1 pelotão.


De Novembro de 1969 até final da comissão, executou, entre outras, as operações: "Águia Branca 5" (vale do rio Lussanhando), "Zás-Tráz" (a Sul de Nova Viseu), "Tipália 20, "Gémeos 61, 63 e 65", "Gato 53", "Câncio 70", "Honorato 70", "Lebre 10", "Alfama 10", "Anona 31" e "Alentejo 26" (regiões não especificadas da sua zona de acção). Participou na operação "Jaguar 7".


Foi rendida em Nova Viseu (Novembro de 1971), pela Companhia de Caçadores 3470 do Batalhão de Caçadores 3867 (CCaç 3470/BCaç 3867).

 

Cruz de Guerra, de 4.ª classe

 

 

Soldado de Artilharia, n.º 04570069
JOÃO ALBERTO PENAS LOURENÇO
 

CArt 2631/BArt 2898 - GACA 2
MOÇAMBIQUE
 

4.ª CLASSE
 

Transcrição do Despacho publicado na OE n.º 7 - 3.ª série, de 1972.
 

Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do art.º 12.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Moçambique, de 13 de Dezembro de 1971, o Soldado n.º 04570069, João Alberto Penas Lourenço, da Companhia de Artilharia 2631/Batalhão de Artilharia 2898 - Grupo de Artilharia Contra Aeronaves n.º 2.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.
(Publicado na OS n.º 94, de 20 de Novembro de 1971, do QG/RMM):


Que, por despacho de 14Nov71, louvou o Soldado n.º 04570069, João Alberto Penas Lourenço, da CArt 2631/BArt 2898 - GACA 2, porque, fazendo parte de uma equipa de picagem que foi emboscada (nota2) por elementos inimigos, apesar de ferido, manteve-se em plena zona de morte, sustendo o inimigo com disparos da sua arma, auxiliado por dois camaradas [Soldado de Artilharia MANUEL PEREIRA DA SILVA (Cruz de Guerra, de 4.ª classe) e Soldado de Infantaria ZAQUEIO MIGUEL (Cruz de Guerra, de 4.ª classe)] e não lhe permitindo que se aproximassem do corpo e da arma de um camarada morto [Furriel Mil.º Atirador ANTÓNIO DUARTE DA CRUZ SARAIVA PEIXE] (nota3)

 

Simultaneamente, protegeu a retirada de outros camaradas, gravemente feridos, para fora da zona de morte.


Demonstrou o Soldado Lourenço, com a sua heroica atitude, ser possuidor de excepcional sangue-frio, serenidade debaixo de fogo, arrojo, abnegação e coragem, a par de alto sentido do dever e vincados sentimentos de camaradagem. É um exemplo para todos e um militar que honra o Exército a que pertence.

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(nota2) - Domingo, 28 de Março de 1971 - Na região sul do SubSecAVL (Niassa), aquando em progressão no itinerário Luanga > Nova Viseu (M'telela) e 3km após Lochese, uma Berliet da Companhia de Artilharia 2631 do Batalhão de Artilharia 2898 (CArt2631/BArt2898) deflagra uma mina a/c, causando 4 feridos ligeiros, 1 ferido grave e a morte do furriel milº atirador ANTÓNIO DUARTE DA CRUZ SARAIVA PEIXE (nota3) (natural de São Salvador, concelho de Ílhavo).

 

(nota3) - António Duarte da Cruz Saraiva Peixe, Furriel Mil.º n.º 18129668, natural da freguesia de São Salvador, concelho de Ílhavo, filho de António Saraiva Peixe e de Maria Natércia da Cruz de Pinho. Está sepultado no cemitério concelhio da sua naturalidade.
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Soldado de Artilharia, n.º 04100867
MANUEL PEREIRA DA SILVA
 

CArt 2631/BArt 2898 - GACA 2
MOÇAMBIQUE
 

4.ª CLASSE
 

Transcrição do Despacho publicado na OE n.º 7 - 3.ª série, de 1972.
 

Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do art.º 12.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Moçambique, de 13 de Dezembro de 1971, o Soldado n.º 04100867, Manuel Pereira da Silva, da Companhia de Artilharia 2631/Batalhão de Artilharia 2898 - Grupo de Artilharia Contra Aeronaves n.º 2.
 

Transcrição do louvor que originou a condecoração.
(Publicado na OS n.º 94, de 20 de Novembro de 1971, do QG/RMM):
 

Que, por seu despacho de 14Nov71, louvou o Soldado n.º 04100867, Manuel Pereira da Silva, da CArt 2631/BArt 2898 - GACA 2, porque, fazendo parte de uma equipa de picagem que foi emboscada por elementos inimigos e tendo sido o único militar dessa equipa que ficou ileso, permaneceu serenamente, auxiliado por dois camaradas, no local onde se encontrava um camarada morto, em plena zona de morte, contendo o inimigo com disparos da sua arma e não lhe permitindo que se aproximasse do corpo e da arma do falecido, ao mesmo tempo que protegia os camaradas que, mais gravemente feridos, se arrastavam para fora da zona de morte.
 

Demonstrou o Soldado Silva, com esta heroica atitude, possuir excepcional sangue-frio, serenidade debaixo de fogo, arrojo e coragem, a par de alto sentido do dever e vincados sentimentos de camaradagem.


É um exemplo para todos e um militar que honra o Exército a que pertence.

 

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Soldado de Infantaria, n.º 70826869
ZAQUEIO MIGUEL
 

BC 20 - RMM
MOÇAMBIQUE

 

4.ª CLASSE
 

Transcrição do Despacho publicado na OE n.º 7 - 3.ª série, de 1972.
 

Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do art.º 12.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Moçambique, de 17 de Janeiro de 1972, o Soldado n.º 70826869, Zaqueio Miguel, do Batalhão de Caçadores n.º 20 e adido à Companhia de Artilharia n.º 2631/Batalhão de Artilharia n.º 2898 - Região Militar de Moçambique.
 

Transcrição do louvor que originou a condecoração.

(Publicado na OS n.º 94, de 20 de Novembro de 1971, do QG/RMM):


Que, por seu despacho de 14Nov71, louvou o Soldado n.º 70826869 Zaqueio Miguel, do BC 20 e adido à CArt 2631/BArt 2898, porque, fazendo parte de uma equipa de picagem que foi emboscada por elementos inimigos, apesar de ficar ferido, manteve-se em plena zona de morte, sustendo o inimigo com disparos da sua arma, auxiliado por dois camaradas, e não lhe permitindo que se aproximasse do corpo e da arma de um camarada morto. Simultaneamente, protegeu a retirada de outros camaradas que, gravemente feridos, se arrastavam para fora da zona de morte.


Demonstrou o Soldado Miguel, com esta heroica atitude, ser possuidor de excepcional sangue-frio, serenidade debaixo de fogo, arrojo, abnegação e coragem, a par do alto sentido do dever e vincados sentimentos de camaradagem.


É um exemplo para todos e um militar que honra o Exército a que pertence.

 

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