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Condecorações

Victor José de Matos Manaia, Furriel Mil.º Enfermeiro: Cruz de Guerra, de 4.ª classe

 

HONRA E GLÓRIA

Fontes:

5.º Volume, Tomo V, pág. 53, da RHMCA / CECA / EME

7.º Volume, Tomo II, págs 95 e 97, da RHMCA / CECA / EME

Jornal do Exército, ed. 102, pág. 6, de Jun1968

 

Victor José de Matos Manaia

 

Furriel Mil.º Enfermeiro, n.º 06764464

 

Companhia de Caçadores 1686

«OS FERAS DA GUINÉ»

 

Batalhão de Caçadores 1912

«VALENTES E DESTEMIDOS»

 

Guiné: 14Abr1967 a 16Mai1969

 

Cruz de Guerra, de 4.ª classe

 

Prémio 'Governador'

 

 

Victor José de Matos Manaia, Furriel Mil.º Enfermeiro, n.º 06764464.

 

Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 16 (RI16 - Évora) para servir Portugal na Província Ultramarina da Guiné integrado na Companhia de Caçadores 1686 (nota) «OS FERAS DA GUINÉ» do Batalhão de Caçadores 1912 »VALENTES E DESTEMIDOS», no período de 14 de Abril de 1967 a 16 de Maio de 1969.

 

Cruz de Guerra, de 4.ª classe

 

 

Furriel Miliciano Enfermeiro
VICTOR JOSÉ DE MATOS MANAIA
 

CCac1686/BCac1912 — RI16
GUINÉ
 

4.ª CLASSE
 

Transcrição da Portaria publicada na OE n.º 3 — 3.ª série, de 1968.
 

Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do art.º 12.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas da Guiné, de 05 de Dezembro de 1967, o Furriel Miliciano, Victor José de Matos Manaia, da Companhia de Caçadores n.º 1686 do Batalhão de Caçadores n.º 1912 — Regimento de Infantaria n.º 16.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.
(Publicado na OS n.º 50, de 09 de Novembro de 1967, do Quartel General do Comando Territorial Independente da Guiné):


Que, por despacho de 05 do corrente e por proposta do Comandante do Agrupamento 1976 (CmdtAgr 1976), louvou o Furriel Mil (6764464), Victor José de Matos Manaia, da Companhia de Caçadores 1686 do Batalhão de Caçadores 1912 (CCac1686/BCac1912), porque, durante a emboscada sofrida pelas NT (Nossas Tropas), em 7 de Maio de 1967, pelas 11H45, na estrada de Jugudul - Bindoro, havendo logo de início onze feridos, resultantes do intenso fogo do In (inimigo), dos quais seis em estado grave, correu imediatamente a prestar os primeiros socorros, sempre debaixo de fogo e sem sequer procurar abrigo, com a determinação única do cumprimento do dever, alheando-se de tudo quanto o rodeava para apenas socorrer os seus camaradas.


Com a ajuda apenas de um militar do Serviço de Saúde, conseguiu ministrar tratamento a todos os feridos durante o espaço de tempo que durou a emboscada, demonstrando altas qualidades de coragem, decisão, sangue frio, desembaraço e serena energia debaixo de fogo que, aliados à elevada noção dos sentimentos do dever e camaradagem, o tornaram digno de ser apontado como exemplo de militar e de português.

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Jornal do Exército, ed. 102, de Junho de 1968

 

 

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(nota)

 

Companhia de Caçadores 1686

do Batalhão de Caçadores 1912
 

Unidade Mobilizadora:
Regimento de Infantaria 16 (RI16 - Évora)
 

Comandante:
Capitão Mil.º de Infantaria José de Matos Correia Barradas
 

Divisa:
«VALENTES E DESTEMIDOS» - «OS FERAS DA GUINÉ»
 

Partida:
Embarque no dia 8 de Abril de 1967, no NTT «Uíge»; desembarque no dia 14 de Abril de 1967.
 

Regresso:
Embarque no dia 16 de Maio de 1969, no NTT «Niassa»
 

Síntese da Actividade Operacional
A Companhia de Caçadores 1686 seguiu em 15 de e 1967, para Mansoa, a fim de efectuar a adaptação operacional e integrar o dispositivo e manobra do seu batalhão como subunidade de intervenção e reserva do Sector, tendo realizado diversas operações nas regiões de Locher, Polibaque e Ponta Bará, entre outras.


Em 25 de Outubro de 1967, por troca com a Companhia de Artilharia 1660, assumiu a responsabilidade do subsector de Mansoa, com efectivos destacados em Cutia, ponte do rio Braia, Jugudul, Uaque e Bindoro.


Em 21 de Fevereiro de 1968, novamente por troca com a Companhia de Artilharia 1660, voltou a desempenhar a missão de intervenção e reserva do sector de Mansoa, realizando várias operações nas regiões de Enxalé, Mansabá, Bindoro e outras.


Em 1 de Agosto de 1968, substituída na intervenção pela Companhia de Caçadores 2405, voltou a assumir a responsabilidade do subsector de Mansoa, rendendo novamente a Companhia de Artilharia 1660.


Em 14 de Maio de 1969, foi rendida no subsector de Mansoa pela Companhia de Caçadores 2587 e recolheu seguidamente a Bissau, a fim de efectuar o embarque de regresso.
 

 

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