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( ) - número de actualizações

Continuação das actualizações de Novembro e Dezembro de 2018

 

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12Dez - Nota de óbito: Faleceu, no dia 12Dez2018, o veterano Joaquim Almeida Martins, 1.º Cabo Corneteiro. Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na CCac3346/BCac3840, no período de 24Mai1971 a Mai1973. Residia na freguesia de Polvoreira, concelho de Guimarães. As cerimónias fúnebres terão lugar do próximo dia 14 (sexta-feira), pelas 15 horas, na freguesia da sua residência. Paz à sua Alma e Condolências à Família. Informação do veterano Manuel da Conceição Costa, do BCac3840

11Dez - Encontros: Imagens do 5.º Convívio Natal das Várias de Gerações Lanceiros Polícia do Exército / Polícia Militar, realizado no dia 8 de Dezembro de 2018, na Penha, Guimarães. Cedidas pela Comissão de Lanceiros PE/PM, Guimarães

10Dez - Nota de óbito: Faleceu, no dia 10Dez2018, o veterano Manuel Joaquim Santos Realista. Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola, no enclave de Cabinda, integrado na CCac551/BCac554, no período de 14Dez1963 a 25Mar1966. Qua a sua Alma descanse em Paz. Informação de Nelson Naf, via facebook

09Dez - Livros: "Testamento de um Miliciano - A Guerra de África vivida por um Oficial Fascista" - autor: Luís Fernandes, Capitão (graduado), comandante do destacamento dos Grupos Especiais Pára-quedistas, em Moçambique. Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW.

08Dez - Condecorações: HONRA E GLÓRIA: Cruz de Guerra, de 4.ª classe: Augusto Rodrigues da Silva, 1.º Cabo de Infantaria, n.º 19643969. Serviu Portugal na Província Ultramarina de Moçambique integrado na CCac2621/BCac2894, no período de 23Nov1969 a Jan1972.

07Dez - Condecorações: HONRA E GLÓRIA: Cruz de Guerra, de 3.ª classe: José Manuel, Soldado de Infantaria, n.º 2621/63. Serviu Portugal na Província Ultramarina de Moçambique integrado na Companhia de Caçadores 613, no período de 20Fev1964 a 05Jun1966.

06Dez - Trabalho: «Sequestrado e Entregue ao Inimigo" - autoria: J C Abreu dos Santos. «... Claro que Luís Fernandes não teve direito a advogado e chegaram a permitir que o desertor, em nome da FRELIMO tivesse a veleidade de o interrogar. Recusou. Em território português, dentro de um estabelecimento militar do nosso Exército, Luís Fernandes ficou guardado por dois guerrilheiros da Frelimo que empunhavam as suas “kalashs”. [...] Considerado na época “homem de confiança” do MFA em Moçambique, o capitão Camilo interrogou longamente Luís Fernandes: “Ele não me ameaçou propriamente com maus tratos físicos mas deixou entender, para quem não fosse desprovido de imaginação, que o tratamento dado pela Frelimo não seria o previsto na Declaração ..

05Dez - Nota de óbito: Faleceu, no dia 2 de Dezembro de 2018, o veterano João Manuel Medeiros Lopes, 1.º Cabo Atirador de Infantaria, natural da freguesia de Santa Cruz, concelho da Lagoa (Ilha de São Miguel, Açores). Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na 3.ª Companhia do Batalhão de Caçadores 4810/74/BII18 «SERENIDADE - GENEROSIDADE», no período de Novembro de 1974 a Outubro de 1975. Estava emigrado no Canadá. Que a sua Alma descanse em Paz. Informação de Duarte Sousa, no sítio dos «Antigos Combatentes Açorianos» (facebook)

04Dez - Condecorações: HONRA E GLÓRIA e nota de óbito: Duas Medalhas de Prata de Serviços Distintos com Palma: Faleceu durante a manhã do dia 30 de Novembro de 2018 no Hospital das Forças Armadas, o veterano José dos Santos Carreto Curto, Tenente-General na situação de reforma. Serviu Portugal nas Províncias Ultramarinas da Guiné e de Angola, respectivamente, como comandante da Companhia de Caçadores 153 e integrado na 2.ª Repartição do Comando-Chefe das Forças Armadas de Angola. A sua Alma repousa em Paz. Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

01Dez - Nota de óbito: Faleceu em Leiria, no dia 1 de Dezembro de 2018, o veterano Henrique Rodrigues Pereira, Soldado Condutor Auto. Mobilizado pelo Grupo de Artilharia Contra Aeronaves 2 (GACA2 - Torres Novas) para servir Portugal na Província Ultramarina de Moçambique integrado na Companhia de Artilharia 2745 «ÁGUIAS DO ROVUMA» - «O CÉU A TERRA E AS ONDAS ATROANDO», no período de 17 de Agosto de 1970 a 27 de Novembro de 1972. Os seus restos mortais estarão amanhã, dia 2, a partir das 10H30 na Capela da casa mortuária do cemitério de Leiria. O funeral terá lugar pelas 15H00, do dia 3 de Dezembro (segunda-feira). Que a sua Alma descanse em paz. Informação do veterano Inocêncio Santos, da CArt2745.

30Nov - Condecorações: HONRA E GLÓRIA: Cruz de Guerra, de 3.ª classe: Luís Albino Gonçalves, Marinheiro Fuzileiro Especial, n.º 492/64. Serviu Portugal na Província Ultramarina de Moçambique, integrado no Destacamento de Fuzileiros Especiais n.º 5. «...no decorrer de uma operação em que, com mais três camaradas, entrou numa base inimiga indo interromper uma assembleia de elementos que celebravam o dia da Frelimo. Apesar da reacção do adversário, em número superior e bem armado, não recuou o marinheiro GONÇALVES e com extraordinária coragem e sangue frio entrou na base com os seus camaradas, pondo-o em fuga...»

29Nov - Trabalho: «Unidades militares que serviram na então Província Ultramarina de São Tomé e Príncipe - 1.º de 32 episódios» - 1.º episódio: Apresentação (Artilharia e Infantaria). Deverá ser mais um excelente trabalho do veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos que já nos habituou, tendo em atenção ao seu trabalho referente às subunidades da Polícia Militar que actuaram naquela Província Ultramarina

29Nov - Condecorações: HONRA E GLÓRIA: Cruz de Guerra, de 4.ª classe: António Joaquim Ferrão Trindade, Marinheiro Fuzileiro Especial, n.º 786/66. Serviu Portugal na Província Ultramarina de Moçambique integrado no Destacamento de Fuzileiros Especiais n.º 2 (DFE2). «...surpreendeu completamente o inimigo, tendo sido capturado todo o armamento e importante documentação; volvido pouco tempo, e ainda com a sua equipa à frente do Destacamento, foi este emboscado com armas automáticas; a pronta reacção do marinheiro TRINDADE com a metralhadora ligeira foi de tal ordem que, em poucos segundos, o grupo inimigo se pôs em fuga...»

28Nov - Condecorações: HONRA E GLÓRIA - Louvado pelo Comandante da 2.ª Região Aérea (Angola) e Cruz de Guerra, de 4.ª classe (o primeiro militar da Força Aérea a ser agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, na Guerra do Ultramar): António Vardasca Gomes, 1.º Cabo Pára-Quedista, brevet 575. Serviu Portugal nas Província s Ultramarinas de Angola e Moçambique, respectivamente, no Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21 (BCP21), no período de 1961 a 1962, e no Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 31 (BCP31), no período de 1964 a 1966. «...Na operação "Bolo Rei" em que a sua companhia estabeleceu contacto cerrado com o inimigo, foi ferido quando a sua subunidade tentava surpreender em flanco a posição inimiga. Apesar do sofrimento causado nem por isso deixou de prosseguir no cumprimento da sua missão estimulando com o seu exemplo os seus camaradas a cumprimento do dever. O alto grande espírito de sacrifício patenteado é digno de ser destacado como exemplo...»

28Nov - Procura: O veterano António Bernardo que no período de 10 de Dezembro de 1967 a 10 de Fevereiro de 1970 serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na 3.ª Companhia de Caçadores Pára-Quedistas (3ªCCP) do Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21 (BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS», procura pelo seu camarada-de-armas AIRES DA SILVA PEREIRA, Soldado Pára-Quedista, com o brevet n.º 5189, que em igual período serviu naquela subunidade de pára-quedistas. Ambos frequentaram o Curso de Paraquedismo n.º 41, em Tancos, o qual terminou em Julho de 1967

28Nov - Encontros: Almoço Convívio e Comemoração do 49.º Aniversário do Regresso ao «PUTO» do Batalhão de Caçadores 1929 (CCS, CCac1778, CCac1779 e CCac1780) «UBI GLORIA OMNE PERICULUM DULCE», do Pelotão de Apoio Directo 1251 (PelAD1251) e do Pelotão de Intendência 1254 (PelInt1254, que serviram Portugal na Província Ultramarina de Angola no período de 1967 a 1970, vai realizar-se em Algés (concelho de Oeiras), no dia 2 de Fevereiro de 2019. Informação de João Loureiro

25Nov - Condecorações: HONRA E GLÓRIA: Cruz de Guerra, de 4.ª classe e Prémio 'Governador': Domingos da Assunção de Sousa Lima Viegas, Furriel Mil.º de Infantaria. Mobilizado pelo RI21 da Região Militar de Angola (RMA) para servir Portugal naquela Província Ultramarina, ficando adido à CArt1786/BArt1925 «HONRA E DEVER». «...Durante outra acção, foi também devido à decisão com que abriu fogo que se conseguiu abortar uma emboscada montada pelo In, e ainda em mais duas acções, em curto intervalo de tempo, voltou a salientar-se pela sua extraordinária valentia, vasta gama de conhecimentos e grande intuição para este género de combate. Numa delas, no comando da sua Secção, indiferente ao fogo intenso, conseguiu levar o seu pessoal até junto de feridos graves caídos no meio da chana e transportá-los para local mais abrigado, demonstrando invulgar coragem e abnegação.... »

25Nov - Condecorações: HONRA E GLÓRIA: Cruz de Guerra, de 4.ª classe e Prémio 'Governador': Victor José de Matos Manaia, Furriel Mil.º Enfermeiro, n.º 06764464. Serviu Portugal na Província Ultramarina da Guiné integrado na CCac1686/BCac1912, no período de 14Abr1967 a 16Mai1969. «...durante a emboscada sofrida pelas NT (Nossas Tropas), em 07Mai1967, pelas 11H45, na estrada de Jugudul - Bindoro, havendo logo de início onze feridos, resultantes do intenso fogo do In (inimigo), dos quais seis em estado grave, correu imediatamente a prestar os primeiros socorros, sempre debaixo de fogo e sem sequer procurar abrigo, com a determinação única do cumprimento do dever, alheando-se de tudo quanto o rodeava para apenas socorrer os seus camaradas....»

24Nov - Procura: O veterano António Silva, com a especialidade de Amanuense da Força Aérea, embarcou no dia 22 de Novembro de 1969, com escala em Bissau (Guiné), com destino à Província Ultramarina de Angola, onde chegou no dia 24 de Novembro de 1969 (foi há 49 anos) ficou integrado na "Formação" (Capitão Viana e Sargento Dias) do Aeródromo Base n.º 3, em Negage, onde lhe foi atribuído o n.º 8/69, procura pelos 6 Amanuenses que, com ele, tiraram a especialidade na Base Aérea n.º 3, em Tancos, os quais também foram mobilizados para aquela província ultramarina, só que embarcaram uma semana antes.

24Nov - Nota de óbito: Faleceu no dia 7 de Outubro de 2018, o veterano José António Prata Rodrigues.. Serviu Portugal na Província Ultramarina da Guiné integrado no Batalhão de Caçadores 2852, no período de 30 de Julho de 1968 a 16 de Junho de 1970. Que a sua Alma descanse em Paz. Informação extraída do Jornal «Elo», ed. 500, de Nov2018, da ADFA

24Nov - Nota de óbito: Faleceu no dia 24 de Agosto de 2018, o veterano Fernando Domingues Lopes. Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado no Batalhão de Caçadores 350, no período de 24 de Janeiro de 1962 a 24 de Março de 1974. Que a sua Alma descanse em Paz. Informação extraída do Jornal «Elo», ed. 500, de Nov2018, da ADFA

24Nov - Condecorações: HONRA E GLÓRIA: Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma: António Carlos Morais da Silva, Coronel de Artilharia na situação de reforma. Serviu Portugal nas Províncias Ultramarinas de Angola e Guiné - CArt1452/BArt1864 (Angola), CArt1701 (Angola), CICmds (Angola), 1.ªCCmdsAfricanos/CCFAG (Guiné), COP6/CTIG (Guiné) e como comandante da CCac2796 (Guiné). Brevíssima Resenha Castrense e Trabalhos: "Biografias dos 47 Oficiais QP mortos em combate" e "Os Capitães QP na Guerra de África" (1.ª e 2.ª versão)

23Nov -  Livros: "A importância da experiência internacional, para o levantamento da doutrina denominada de 'O Exército na Guerra Subversiva' " - autoria: Victor Manuel Santinha Ferreira, Aspirante-a-Oficial Aluno de Infantaria. «“Os comandos portugueses tinham uma tática que destabilizava a UNITA. Perdemos muita gente neste combate, mas continuámos. O Leste é a zona ideal para fazer a luta clandestina. Aquela gente tem a capacidade de guardar segredo que não vi em mais parte nenhuma. Um dia, no Natal de 1973, fui cercado numa aldeia de Leste por tropas portuguesas, que desligaram os motores das viaturas e aproximaram-se sem ninguém dar conta. Quando percebemos, estava já a tropa a cercar a aldeia. O soba da aldeia foi para dentro de casa e a mulher dele ficou na porta. O alferes português perguntou se não havia terrorista e ela começou a dizer que eles estavam a faltar-lhe ao respeito, que ela era a mulher do soba. Eu estava por detrás da porta com a minha pistola, mas como a senhora estava atrás dele a fazer confusão, a dizer que ele não entrava na casa do soba, que não havia nada, o alferes acabou por se ir embora.”.».  Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

22Nov - Livros: "O Dispositivo do Exército Português no Império Ultramarino, durante o período Republicano (1910-1975)" - autoria: Pedro Nuno Guilhermino Marçal Lopes, Aspirante de Artilharia. «Dispositivo de forças em Cabo Verde», «Dispositivo de forças na Guiné», «Dispositivo de forças em São Tomé e Príncipe», «Dispositivo de forças em Angola», «Dispositivo de forças em Moçambique», «Dispositivo de forças em Macau», «Dispositivo de forças da Índia» e «Dispositivo de forças de Timor». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

22Nov - Livros: "A Tipologia das Unidades Mobilizadas pela Arma de Cavalaria durante a Guerra de África (1961-1974)" - autoria: Pedro Nuno Guilhermino Marçal Lopes, Aspirante de Cavalaria. «...Em suma, dos BCav mobilizados para os três TO, o peso relativo ao empenhamento total da mobilização da Arma representou: em Angola 26%, na Guiné 10% e em Moçambique 19%. Quanto ás CCav, estas unidades também pesaram de forma diferente no esforço da Arma. Em Angola corresponderam a 30%, na Guiné a 19% e em Moçambique 26%. No total, no que toca á tipologia Atiradores, os valores totais são bastante expressivos com semelhanças entre os TO de Angola e Moçambique. Em Angola, os BCav e CCav correspondem a 56%, na Guiné são 29%, e em Moçambique 55%. ...». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

21Nov - Livros: "O Emprego Operacional da Polícia Militar Portuguesa no Teatro de Operações da Guiné: 1962-1974" - autoria: Mariana Couto Pereira da Silva (Aspirante de Cavalaria). «No início da subversão em África fez-se sentir a necessidade da presença das unidades de Polícia Militar: no patrulhamento coletivo de aglomerados populacionais quer nos bairros indígenas quer na cidade; no controle do movimento de indivíduos suspeitos; no combate à sabotagem, à espionagem e ao crime, no combate ao desvio da propriedade militar; na fiscalização de tráfego; na guarda dos QG, tribunais, prisões, e outros locais importantes; na dispersão de motins em colaboração com as restantes forças da ordem; nas escoltas de reabastecimentos às unidades destacadas no interior, ou a personalidades importantes, militares ou civis; na proteção do pessoal militar ou civil de qualquer excesso ou violência...». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

20Nov - Livros: "Portugal e a Guerra de África - A Marinha com as 'Argos' nas águas da Guiné" - autoria: António Rebelo Duarte e João Pires Neves, actualmente, Vice-Almirantes. Comandaram durante a Guerra do Ultramar, respectivamente, a LFG-P372 'Argos' (Angola) e LDG-101 'Alfange' (Guiné). Os autores justificam a importância da classe 'Argos', pelo «seu efectivo poder combatente, valor operacional, versatilidade de emprego e flexibilidade funcional, para além de verdadeira prova-de-fogo que constitui para todos aqueles que nelas lustraram a carreira enquanto jovens oficiais de Marinha [...], mas também sargentos e praças e pessoal auxiliar africano, que numa tenra idade profissional cumpriram as suas missões nos dez navios daquela classe». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

19Nov - Condecorações e Livros: HONRA E GLÓRIA - Louvor do CTIG, Medalha de Prata de Valor Militar, com palma e Medalha de Prata de Serviços Distintos com palma: Luís Fernando Gonçalves Riquito, Major de Infantaria na situação de reforma. Serviu Portugal nas Províncias Ultramarinas de Timor, na Guiné, como comandante da CCac816, em Moçambique, como comandante da CCac2419 e, nesta última província, como comandante da secção, na barragem Cabora Bassa, da PSP. É o autor do livro: «Tatuagens da Guerra da Guiné» - da sinopse: «...Para que experimentem e conheçam as agruras de uma geração e a fibra de quem esteve no teatro de guerra. Num estilo directo, Luís Riquito dá protagonismo aos seus soldados, às populações e a todos os que combateram, mesmo aos inimigos....» «...Portugal precisa hoje de mais memórias destas, para que, na sua futura História, estes factos não sejam apagados dessa memória histórica, por preconceitos ideológicos ou políticos.» Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

19Nov - Condecorações: HONRA E GLÓRIA e nota de óbito: 2 Medalhas de Prata de Serviços Distintos e Ordem Militar de Avis, grau Cavaleiro - Faleceu no dia 17 de Novembro de 2018, o veterano José Alberto Loureiro dos Santos, General, na situação de reforma. Serviu Portugal nas províncias ultramarinas de Angola e Cabo Verde, respectivamente, como comandante da Bateria de Artilharia Antiaérea 386 (Angola) e integrado no Quartel General do Comando Territorial Independente de Cabo Verde. Que a sua Alma descanse em Paz. Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

16Nov - Nota de óbito: Faleceu no dia 13 de Novembro de 2018, o veterano Luís Carlos de Carvalho Afonso, 'Comando'. Serviu Portugal nas Províncias Ultramarinas de Angola e Moçambique, nos períodos de 6 de Junho de 1965 a 10 de Maio de 1966 e 18 de Maio de 1966 a 11 de Setembro de 1967 integrado na 2.ª Companhia de Comandos. A sua Alma repousa em Paz Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW 

16NBov - Livros: "O Estado Português na Índia de 1947 a 1962" - autoria: Marco António Veterano Domingos, Aspirante Aluno de Cavalaria. «Segundo a entrevista ao Sr. Major General Pereira Coutinho, os meios que existiam no EPI [Estado Português na Índia] eram antiquados e muitos deles obsoletos. Ainda assim o problema não eram os meios existentes, mas sim o estado de desgaste e de inoperacionalidade em que se encontravam. Um outro problema presente eram as munições pois muitas destas encontravam-se incapazes. Existia grande problema a nível de munições anticarro com a maioria dos disparos a não saírem do tubo das armas ou a não chegarem a explodir. Acrescenta ainda o Sr. Major General Pereira Coutinho, que a juntar ao estado em que se encontravam os meios, a falta de formação do pessoal era também um dos problemas das nossas forças....». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

15Nov - Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo do Pelotão de Polícia Militar 38 serviu Portugal na Província Ultramarina de Macau, no período de 13 de Setembro de 1962 a 22 de Setembro de 1964. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

15Nov - Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo da Companhia de Polícia Militar 2428 serviu Portugal na Província Ultramarina de Macau, no período de 2 de Outubro de 1968 a 12 de Dezembro de 1970. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

15Nov - Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo do Pelotão de Polícia Militar 932 serviu Portugal na Província Ultramarina de Macau, no período de 22 de Setembro de 1964 a 12 de Maio de 1966. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

15Nov - Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo do Pelotão de Polícia Militar 8275/74 serviu Portugal na Província Ultramarina de Macau, no período de 30 de Maio de 1974 a 6 de Outubro de 1975. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

15Nov - Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo do Pelotão de Polícia Militar 8270/74 serviu Portugal na Província Ultramarina de São Tomé e Príncipe, no período de 16 de Outubro de 1974 a 11 de Julho de 1975. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

14Nov - Livros: "As operações psicológicas (PSYOPS): a experiência portuguesa na guerra do ultramar de 1961-1974" - autoria: Marco António Ribeiro Caldas Domingues, Aspirante Aluno de Infantaria.«...“uma vez conheci um régulo de nome Bumbolibodzi que dizia que era deus e era muito respeitado pelas populações da zona. Quando me encontrei com o Tenente-Coronel Alves Morgado do COFI propus que se tirasse uma fotografia do régulo ao meu lado para criar um panfleto a convidar as populações a deslocarem-se para junto da zona da companhia. Começámos a construir um aldeamento e demos o nome do régulo à “avenida” principal. O que é certo é que as populações começaram a apresentar-se no local e o aldeamento foi crescendo. Cada família tinha um campo delimitado para poder cultivar e reunimos muito gado também. A população começou a ficar afeiçoada à companhia e faziam festas para as quais convidavam os militares”...». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW 

14Nov - Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo do Pelotão de Polícia Militar 8270 serviu Portugal na Província Ultramarina de São Tomé e Príncipe, no período de 5 de Agosto de 1972 a 28 de Outubro de 1974. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

13Nov - Monumentos, Memoriais e Campas: Freguesia de Sarilhos Grandes, Concelho do Montijo: Memorial em Honra dos Soldados Portugueses, inaugurado no dia 10 de Novembro de 2018. «cumprir um dever de consciência patriótica, prestando homenagem a todos os combatentes portugueses, exaltando e preservando a sua memória para sempre» - «como um testemunho e o reconhecimento merecido aos combatentes e às Forças Armadas portuguesas»

13Nov - Condecorações: HONRA E GLÓRIA e nota de óbito: Cruz de Guerra, de 3.ª classe, 2 Medalhas de Mérito Militar e Medalha de Reconhecimento - Faleceu no dia 6 de Novembro de 2018 o veterano Gustavo Henriques Rebelo de Sousa, Tenente-Coronel de Infantaria na situação de reforma. Serviu Portugal no Estado da Índia Portuguesa e na Província Ultramarina de Angola, como comandante da Companhia de Caçadores 12 (Índia Portuguesa), como Oficial de Informações e Operações /Adjunto do Batalhão de Caçadores 774 (Angola) e 2.º comandante do Batalhão de Caçadores 2855. Informação do veterano Pedro Figueiredo e outros elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

12Nov - Encontros: Homenagem aos Combatentes Falecidos no Ultramar do concelho de Vila Real que terá início às 11 horas, com missa na Capela Nova, pelas 12 horas descerramento de uma placa com os nomes dos falecidos e colocação de flores no Monumento em frente ao Regimento de Infantaria 13, seguindo-se um breve convívio naquele Regimento. Informação de Duarte Carvalho.

12Nov - Livros: "Características de Actuação das Tropas Pára-quedistas nas Guerras de África (1961-1974) autoria: Luís Filipe Ricardo Branquinho, Aspirante Aluno de Infantaria. «...Ao aproximar-se a 1ª vaga de helicópteros foi avistada uma trincheira ocupada por forças inimigas, pelo que o grupo de combate foi colocado a cerca de 100 m desta, batida instantaneamente pelo helicanhão. Desembarcados num terreno de bolanha que não oferecia qualquer protecção, os caçadores pára-quedistas levantaram-se e lançaram-se ao assalto das posições inimigas. Os minutos que se seguem são marcados por disparos e deslocamentos em zigue-zague na direcção dos abrigos, para os quais se lançam granadas. Simultaneamente, o Capitão procurou estabelecer ligação com o PCA85 de forma a informá-lo de toda a situação....». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW 

12Nov - Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo do Pelotão de Polícia Militar 2026 serviu Portugal na Província Ultramarina de São Tomé e Príncipe, no período de 17 de Abril de 1968 a 22 de Maio de 1970. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

12Nov - Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo do Pelotão de Polícia Militar 1083 serviu Portugal na Província Ultramarina de São Tomé e Príncipe, no período de 27 de Maio de 1966 a 13 de Maio de 1966. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

12Nov - Livros: "A Introdução da G3 na Guerra de África - Implicação nas Tácticas, Técnicas e na Organização do Pelotão de Infantaria, no Teatro de Operações Angolano" - autoria: Filipe António Martins dos Reis, Aspirante-a-Oficial Aluno de Infantaria. «...Numa guerra que durou treze anos a G3 foi a arma que marcou a Guerra de África, de 1961 a 1974, provavelmente a mais conhecida e utilizada pelas Forças Armadas Portuguesas, sendo também a que mais gerações marcou como arma padrão do Exército Português. "Atrevemo-nos a dizer que (...) a arma mais difundida em todo o mundo poderia ser a G-3 em vez da universal AK-47 Kalashnikov, não só pela sua simplicidade mecânica mas também resistência a todo o tipo de tractos" ...». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW 

11Nov - Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo do Pelotão de Polícia Militar 952 serviu Portugal na Província Ultramarina de São Tomé e Príncipe, no período de 9 de Maio de 1964 a 21 de Junho de 1966. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

11Nov - "Na Efeméride Centenária do Armistício da Grande Guerra, prestamos Tributo a quantos nos precederam no cumprimento do dever militar" - 11Nov1918 > 11Nov2018. Excertos de "O Ultramar Português, a Grande Guerra e algumas Consequências": «Figurou-se a hipótese dos alemães, recuando diante do general Botha, entrarem na província de Angola, não para se acolher à nossa protecção mas para eleger domicílio em nossa casa: segundo uns, os alemães viriam ao Humbe, subiriam até ao planalto e ali se instalariam na disposição de tomar Moçâmedes, servida por caminho-de-ferro; segundo outros, eles seguiriam o curso do Lubango, iriam até ao planalto de Benguela e ali se instalariam provavelmente como hóspedes.». «Aos primeiros alvores de sábado, a artilharia alemã flagela na Serra da Mecula as posições portuguesas, sucedendo-se vagas de assalto que forçam a maioria dos landins moçambicanos a fugir, enquanto o restante efectivo português – com as tropas britânicas a 3 dias de viagem –, se defende à baioneta contra o avanço dos milhares de askari. Mas, ultrapassada a primeira resistência da companhia indígena, e com a morte em combate dos oficiais de infantaria capitão Sousa Guedes e tenente miliciano Viriato de Lacerda»

10Nov - Texto: «Memórias de Guerra» da autoria do veterano José Da Silva Marcelino Martins, Furriel Mil.º de Transmissões. Serviu Portugal na Província Ultramarina da Guiné integrado na Companhia de Caçadores 5 «OS GATOS PRETOS», no período de 1968 a 1970.

10Nov - Brasões, Guiões e Crachás: Distintivo da Companhia de Polícia Militar 222 serviu Portugal na Província Ultramarina de São Tomé e Príncipe, no período de 26 de Junho de 1961 a 4 de Setembro de 1963. Cedida pelo veterano Alberto Hélder Henrique dos Santos

09Nov - Procura: O veterano António Coelho que no período de Maio de 1967 a Junho de 1969 serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na Companhia de Artilharia 1700/RAC, procura pelos seus seus camaradas-de-armas Carlos Alberto Norte, Electricista, e Carlos Alberto Jesus Pinto, Mecânico, que em igual período serviram naquela subunidade de artilharia.

09Nov - Encontros:: Almoço Convívio do Batalhão de Cavalaria 3845 «PERGUNTAI AO INIMIGO QUEM SOMOS». Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola, no período de Junho de 1971 a Junho de 1973, vai realizar-se em Almeirim, no dia 15 de Junho de 2019. Informação de Armando de Jesus  Jorge

08Nov - Condecorações: HONRA E GLÓRIA - Cruz de Guerra de 4.ª classe e Prémio 'Governador': Fernando Reis de Almeida, Soldado de Infantaria 'Sapador', n.º 10131470. Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na CCS/BCac2886, no período de 28Out1969 a 03Nov1971. «...Apesar de fisicamente diminuído e sangrando abundantemente por ter sido ferido nas costas, logo aos primeiros tiros do inimigo, indiferente à dor e patenteando extraordinária abnegação e valentia, reagiu imediatamente, lançando-se com ousadia na perseguição do inimigo, até cair desfalecido, devido não só ao grande esforço despendido, como às dores que sentia e ao sangue perdido....»

08Nov - Livros: "O Emprego Operacional das Unidades de Reconhecimento Blindado na Guerra de África (1961-1975)" - autoria: Flávio André Jesus da Silva, Aspirante de Cavalaria. «...Aparece assim uma oportunidade para o emprego das viaturas blindadas ligeiras que equipavam estas forças. Numa guerra que era feita na “picada” estas unidades providenciavam a proteção necessária a colunas militares, não comprometendo as mesmas em termos de mobilidade....».  Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

08Nov - Condecorações: HONRA E GLÓRIA - Cruz de Guerra de 4.ª classe e Prémio 'Governador': Domingos Antunes Correia, Soldado Condutor Auto n.º 03303369. Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na CCS/BCac2889, no período de 11Nov1969 a 28Nov1971. «...provocaram imediatamente baixas nas NT, ter continuado, com grande sangue-frio, a condução da sua viatura, procurando tirá-la da zona de morte e só a desligando quando sentiu os pneus furados pela acção do inimigo. Em seguida, com total desprezo pela sua segurança, deslocou-se para junto de um camarada ferido que se encontrava exposto, trazendo-o para um local seguro e, posteriormente, ainda debaixo de fogo, deslocou-se novamente ao local onde ficaram os outros seus camaradas mortos, tendo conseguido recuperar não só as armas destes, como as dos feridos. ...»

06Nov - Livros: "Modelo de Informações Português no Teatro de Operações de Angola 1961-1974" - autoria: Daniel Gonçalves Valério , Aspirante Aluno de Cavalaria. «...É notório o trabalho doutrinário efetuado para responder ás necessidades de atuação no campo das Informações num conflito subversivo. Nesse contexto importa explicar qual era a importância das Informações neste tipo de combate e a lógica do Exército Português para o uso de Informações....». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

06Nov - Encontros: Almoço Convívio e Comemoração do 55.º Aniversário do Regresso da Companhia de Caçadores 188 do Batalhão de Caçadores 184 «PELA PÁTRIA POR ANGOLA». Serviu Portugal na Província Ultramarina de Angola, no período de Julho de 1961 a Novembro de 1963, vai realizar-se em São Brás de Alportel, no dia 18 de Novembro de 2018. Informação de Emília Guerreiro

06Nov - Condecorações: HONRA E GLÓRIA - Medalha de Mérito Militar de 4.ª classe e Prémio 'Governador': João Augusto Alves Pécurto, 1.º Cabo de Artilharia, n.º 10737168. Serviu Portugal na Província Ultramarina de Moçambique integrado na CArt2632/BArt2898, no período de 21Nov1969 a 11Nov1971. «...após o rebentamento de uma mina anticarro que destruiu uma viatura da coluna em que seguia, se destacou pela calma, presença de espírito e actividade, socorrendo, com risco da própria vida, camaradas envolvidos em chamas e retirando-os oportunamente da zona crítica com muito sangue-frio e espírito de sacrifício...

03Nov - Livros: "O modo português de fazer a guerra no teatro de operações de Angola" - autoria: Cláudio Miguel Henriques Pires, Aspirante-a-Oficial Aluno de Infantaria. «...O relacionamento que os comandantes devem ter com os seus subordinados é um aspecto fundamental em tempo de guerra e o modo como foi efectuado nesta guerra é quase um exemplo a seguir. Num clima de guerra os sentimentos estão mais à flor da pele e os laços pessoais criados em combate serão naturalmente mais vincados, especialmente nas pequenas unidades. Estes privam de sofrimentos como a perda de camaradas / amigos, fome, fadiga, stresse, etc., de uma forma mais próxima. ...». Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

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