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que se seguem:
4
de Fevereiro de 1961:
«Luanda,
madrugada de 04Fev1961"
(excerto de
"Rumores de Guerra > 1961 - Cassange
e Luanda"
(autoria de J.C.
Abreu dos Santos)
4
de Março de 1961:
Desembarcaram em Alcântara na
presença do Chefe do Estado as urnas
com os cadáveres dos cabos e guardas
mortos em Luanda
(Diáro de Lisboa n.º
n.º
13729)


Foto
extraída do Jornal do Exército n.º
15, de Março de 1961


Foto
extraída do Jornal do Exército n.º
15, de Março de 1961
5
de Março de 1961:
Foram a enterrar nos cemitérios das
suas terras natais os cabos e
guardas que morreram em Luanda
(Diáro de Lisboa n.º
n.º
13730)
10
de Dezembro de 2023:
"Os 34 milhões de
euros..."
A propagada
mitologia fundacional do nosso
actual regime – que persiste na
afrontosa quanto antipatriótica
epígrafe da “guerra colonial” –,
merece rememoração e/ou melhor
enquadramento de conhecimentos sobre
significativo período da recente
História do nosso País,
designadamente perante redundantes
evocações louvadas no quase meio
século sobre o "25 de Abril",
porquanto a demissionária
presidência do conselho de ministros
português entendeu, em 23Nov2023,
ser seu dever de camaradagem
internacionalista
político-partidária financiar o
orçamento do MPLA, «para apoio
directo ao Orçamento Geral do Estado
de Angola [...]
destinado a
contribuir para o restauro e
apetrechamento da Fortaleza de São
Francisco do Penedo», com 34 milhões
de euros sob pretexto de transformar
em «Museu de Libertação Nacional de
Angola» as ruínas daquela
actualmente decrépita estrutura –
reedificada por Portugal 'circa'
1765-1766 –, a qual na madrugada de
04Fev1961, enquanto Casa de Recusão
Militar, foi alvo de frustre
tentativa de assalto por uma
turbamulta que ali assassinaram o
sentinela.
Atendendo à renovada difusão de
quase monolíticas opiniões sobre o
tema do "4 de Fevereiro" –
genericamente acolhidas porque
politicamente correctas –,
entende-se salutar a republicação de
factos atinentes a desmontar tal
celerado mito.

Fortaleza de São Francisco do Penedo