Alfredo dos Santos
Pereira da Cruz, Tenente-General Piloto Aviador
Informações e imagens
cedidas por um
colaborador do portal UTW
Alfredo Cruz
Alfredo dos Santos
Pereira da Cruz, Tenente-General Piloto Aviador, nasceu
no dia 16 de Junho de 1949 em Alcobaça.
Completou o ensino secundário na vila da Nazaré, e aos
19 ingressou na Força Aérea, como Oficial Miliciano, na
Base Aérea n.º 2 (BA2 – Ota) «CUMPRIR ALÉM DO DEVER».
Foi brevetado na Base Aérea n.º 4 (BA4 – Tancos) «PARA
QUE OUTROS VIVAM», em Dezembro de 1970.
Entre 1971 a 1973, efectuou uma comissão de serviço no
nordeste de Moçambique – Esquadra 503 "Índios" do
Aeródromo Base n.º 5 (AB5 – Nacala) «HODIE UT HERI
STAMUS» –, tendo voado cerca de 800 horas em combate,
tripulando helicópteros Alouette III.
O livro:
"T-6G Harvard, Guerra em África
1961-1975"
título:
"T-6G Harvard, Guerra em África 1961-1975"
autor: Alfredo Cruz
editor: Fronteira do Caos
1ªed. Lisboa, 03Set2021
138 págs
(ilustrado)
29,7 x 21
cm (A4 horizontal)
preço: 25 €
ISBN:
989-53258-1-8
Sinopse:
«O livro é uma narrativa da
saga dos T-6 G 'Harvard' na Guerra em
África, mas é também a história destes
notáveis aviões na Força Aérea Portuguesa.
O T-6 foi um avião icónico que marcou
definitivamente a história da aviação
militar. Foi uma das aeronaves mais
importantes a ser construída nos fins dos
anos 30 do século XX e foi um excelente
avião de instrução e de treino para os
inexperientes alunos pilotos através do
mundo.
Depois da WW 2, muitos países da América do
Sul, África e também na Europa, adquiriram e
voaram o T-6 para a instrução dos seus
pilotos. Muitos desses países armaram e
voaram os T-6 como caças ligeiros, incluindo
a França na guerra da Argélia e Portugal na
guerra em África.
Os AT-6 chegaram a Portugal em 1947 com
destino à Aeronáutica Militar. Em Portugal
ficaram conhecidos como os “Harvard”. Em
1952 a Força Aérea modificou os AT-6 para
versão de caça ligeiro. Esta versão, o T-6
G, iria ser utilizada intensivamente, a
partir da 1961, na guerra em Angola, na
Guiné e em Moçambique. Os T-6 foram
desativados na Força Aérea em 1978. Um total
de 257 aviões serviram as Forças Armadas
Portuguesas, fazendo desta aeronave, aquela
com maior número de unidades a servir a
Força Aérea Portuguesa.
"A Força Aérea ou voa toda ou não Voa", este
era e continua a ser o "lema" da Força Aérea
do século XXI. Nunca deveremos esquecer
todos aqueles que na retaguarda apoiaram as
operações aéreas dos T-6 G, com um enorme
sentido de missão e de coesão. Este avião
marcou indelevelmente várias gerações de
pilotos, mecânicos e outros especialistas,
incluindo, oficiais, sargentos e praças.
Foi, em conjunto com os aviões DO-27 e os
helicópteros Alouette III, das aeronaves
mais utilizadas durante a guerra em Angola,
na Guiné e em Moçambique. Os seus pilotos,
que combateram denodamente durante catorze
anos, foram bravos, abnegados e com uma
coragem notável, todos eles foram heróis que
serviram a Pátria.»