

Álvaro Roxo Vaz
Álvaro Roxo Vaz, ex- Furriel Mil.º,
mobilizado pela Companhia Divisionária de Manutenção de
Material (CDMM - Entroncamento), para servir na RMA,
integrado no Pelotão de Apoio Directo 1245, no período
de 1967 a 1969.
Em Angola, o Pelotão esteve aquartelado
na Cidade Salazar
O livro:
"Pelotão
de Apoio Directo 1245 - Episódios da comissão de
serviço de uma unidade
que se fez família"
Referência ao livro:
Revista
"Africana Studia" nº. 16, 2011, página 195, editada pelo
Centro de Estudos Africanos
da Universidade do Porto:
http://a-de-mirador.blogspot.pt/2012/01/pelotao-de-apoio-directo-1245.html

título:
"Pelotão de Apoio Directo 1245 -
Episódios da comissão de serviço de uma unidade que se
fez família"
autor: Álvaro Roxo Vaz
n.º de páginas: 110
tamanho: 150 x 210
miolo: Preto e branco
encadernação: Colado
Ser mobilizado para a
guerra nas antigas colónias portuguesas, era, para os
jovens em idade da prestação do serviço militar, um
verdadeiro pesadelo.
Foram anos muito difíceis
para os que tiveram de cumprir essa missão, e muito
difíceis foram os tempos das famílias, que ficaram,
vendo-os partir.
Estive no número dos que,
dentro do plano de mobilização, cumpriu, durante 46
meses, a sua comissão de serviço militar, em Angola.
Todo o tempo na antiga Vila Salazar, então Cidade
Salazar, hoje N'Dalatando.
Integrando o Pelotão de
Apoio Directo 1245, comandado por Carlos Eugénio
Oliveira Carvalho, as características da comissão foram,
no entanto, essencialmente humanas e não militares,
sendo tratados como pessoas e não como números, próprios
de um estrutura dessa natureza.
E de uma atitude
paternalista para com os comandados veio a culminar em
ambiente familiar, logo que se lhe juntou a família, e o
Pelotão de Apoio Directo 1245 passou a ser também a
Família P.A.D.
Que perdura.
Clique na imagem que se
segue para aceder ao sítio, onde pode efectuar o
download gratuito deste livro:

http://www.bubok.pt/livros/2011/Pelotao-de-Apoio-Directo-1245
Índice:
Capítulo 1 – A mobilização para Angola –
1967 (10)
Capítulo 2 – A viagem no Niassa (14)
Capítulo 3 – A chegada a Angola (16)
Capítulo 4 – O aquartelamento em Salazar
(20)
Capítulo 5 – A honorabilidade da palavra
(22)
Capítulo 6 – Uma comissão com família
(26)
Capítulo 7 – Levantamento de rancho (30)
Capítulo 8 – À conquista da Cidade
Salazar (32)
Capítulo 9 – Criando amizades (34)
Capítulo 10 – Abrir portas com a música
(40)
Capítulo 11 – A ferramentaria, a secção
de peças, o bar (46)
Capítulo 12 – Passear, sempre que se
podia (52)
Capítulo 13 – África, sem calções (54)
Capítulo 14 – Quando o kissondo ataca
(56)
Capítulo 15 – Efeitos do feijão-macaco
(58)
Capítulo 16 – Um capelão operacional (60)
Capítulo 17 – O inaudito gafanhoto (62)
Capítulo
18 – Os frangos da angústia (64)
Capítulo 19 – Actividades desportivas e
de lazer (68)
Capítulo 20 – As épocas festivas (70)
Capítulo 21 – A loucura das férias, em
Angola (72)
Capítulo 22 – Os morros de Salazar (74)
Capítulo 23 – Dedicação e espírito de
ajuda (78)
Capítulo 24 – O Homem e as suas
convicções (80)
Capítulo 25 – A homenagem sem o
homenageado (82)
Capítulo 26 – Que dizer de uma comissão
assim?! (84)
Capítulo 27 – Os almoços-convívio pós
comissão (86)
Capítulo 28 – Brinde QUADRADO aos
“caldeireiros” (90)
Capítulo 29 – Para além do tempo (102)