Avelino
Lopes
Avelino Montez de Sousa Lopes,
Alferes Mil.º de Infantaria na
disponibilidade, nascido no dia 02
de
Março de 1946, na freguesia de
Turquel, concelho de Alcobaça;
Em 06 de Abril de 1972, Soldado
Cadete da Escola Prática de
Infantaria (EPI - Mafra) «AD UNUM»
promovido a Aspirante-a-
Oficial
Miliciano Atirador de Infantaria e
colocado no Regimento de Infantaria
7 (RI7 - Leiria) «HONRA E GLÓRIA» -
«SINE SANGUINE VICTORIA NON EST»;
Em
25 de Julho de 1972, tendo sido
mobilizado pelo Regimento de
Infantaria 15 (RI15 – Tomar) «NON
NOBIS» - «FIRMES E CONSTANTES» para
servir Portugal na
Província
Ultramarina de Angola, embarca no
Aeródromo Base n.º 1 (AB1 - Portela)
em vôo TAM Boeing-707 rumo à Base
Aérea n.º 9 (BA9 – Luanda), como
Alferes Graduado para assumir o
comando de um dos pelotões da
Companhia de Caçadores 3532
(CCac3532) do Batalhão de Caçadores
3879 (BCac3879) «RÁPIDOS – AUDAZES»;
Em 03 de Julho de 1974, embarca na
Base Aérea n.º 9 (BA9 – Luanda) em
vôo TAM Boeing-707 de regresso à
Metrópole.
O livro:
"As
guerras dum dançarino acidental"

título: As guerras
dum dançarino acidental
autor: Avelino Lopes
editora: Cordel d’Prata
data da publicação: 3 Março, 2025
páginas: 538
idioma: Português
ISBN: 9789895853069
depósito legal: 540906/24
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Apresentação
Sinopse:
Ao “obedecer” a uma sugestão para
publicar as surpresas e emoções na
descoberta do pouco divulgado, mas
apaixonante, mundo da dança
desportiva, o autor encontrou-se
frequentemente a estabelecer
paralelos entre os desafios das
pistas, e os da guerra que viveu em
Angola.
Atreveu-se, entre sorrisos, a
construir um inédito desfilar de
vivências e análises sobre dois
mundos que, sendo quase
contraditórios, lhe exigiram a mesma
atitude – coragem.
Esse desconhecido e deslumbrante
mundo da dança desportiva é aqui
desvendado, num registo que oscila
entre a análise crítica e criteriosa
e a imaginação delirante, colorido
com oportunas e divertidas memórias
dos tempos de guerra.
Pensamento positivo é o traço comum,
deixando para outros os sérios
dramas da guerra, e usando dela
apenas os bons momentos que os
“dramas” da dança vão-lhe
reavivando.
