Guilherme da
Costa Ganança nasceu no Funchal em 1945. O nome de
Família, Ganança. que se diz de origem nórdica, remonta
há mais de três séculos, época em que o seu antepassado
se radicou na Ponta do Sol.
Concluiu o
Ensino Secundário no Liceu de Jaime moniz, do Funchal.
De 1967 a 1969, prestou Serviço Militar na Guiné (Companhia
de Caçadores 1788 do Batalhão de Caçadores 1932) e
passou à disponibilidade com o posto de Tenente.
Licenciou-se em
Engenharia Electrotécnica, pelo Instituto Superior
Técnico de Lisboa e, mais tarde, acrescentou ao
currículo académico o Bacharelato em Engenharia Civil,
pelo Instituto Politécnico de Castelo Branco.
Casou e
radicou-se na cidade albicastrense, onde exerceu intensa
actividade. Foi professor no Ensino Secundário e no
Politécnico, Vereador e Director do Departamento de
Desenvolvimento, Educação e Cultura, da Câmara
Municipal. Foi, também, Director de Produção de uma
empresa de cablagens, a «Cablesa», hoje, «Delphi».
Exerceu cargos
políticos, a nível concelhio e distrital, mas sentiu que
não era esse o seu universo e renunciou.

"O
Corredor de Lamel - 68 Guiné 69"
autor: Guilherme da Costa Ganança
Colecção: Ecos da
História
Editor:
Chiado Editora
Páginas: 414
Data de publicação:
14Junho de 2012
Género:
Romance Histórico
Preço: 15,00 €
ISBN:
978-989-697-525-8
assunto: a CCac1788 na fronteira norte da Guiné
(memórias de guerra)
Sinopse:
Entre Abril de 1968 até finais do ano de 1969, um jovem
e tenaz alferes, imerso nas teias da guerra da Guiné, dá
meia volta ao seu destino e radica os seus horizontes no
ambiente de Lisboa. A sua alma suplicava "Tirem-me
daqui!". Se outrora pensara que "podia morrer", naquele
momento só pensava "quero viver".
Mesmo na guerra, Gabriel perseguia um norte, que lhe
movia a esperança e espicaçava a fé... Sonhava "entrar
na Universidade". Pela frente, muitos meses de vitórias
e desânimos, de crenças e incertezas, de relações
humanas complexas, em teatros de guerra.
Contava com a sua "Santa mãe", a sua Padroeira e as
"madrinhas-de-guerra" por quem nutria afeição especial.
Trazer os seus rapazes, vivos, para o seio das famílias
era o propósito do alferes Gabriel Silva. O destino, por
vezes, seria cruel. Perante a ameaça permanente dos
ataques inimigos, tudo fazia para domar o fantasma de um
acidente fatal. Reforçava a auto-estima e nem o fogo
hostil o faria esmorecer.


O autor (EPI, em
10Mai66)

O autor (CCac1788 -
Cabedú, em 31Jan69)

O autor (CCac1788 -
Farim, em 22Mar69)

O autor (CCac1788 -
Brá, em 15Ago69)