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John P. Cann

 

John P. Cann, oficial-aviador da Marinha norte-Americana na reserva, fez parte do gabinete do Secretário Auxiliar da Defesa para Operações Especiais e Conflitos de Baixa Intensidade e, depois, do gabinete do Subsecretário de Estado da Defesa.


Doutorado em Estudos de Guerra pelo King's College, da Universidade de Londres, tem publicado artigos sobre o tema da contra-insurreição. Prestou também serviço no Pentágono e no comando Ibérico da Nato, em Oeiras.

 

O livro:

 

"Os Comandos em África (1961-1974)"

(Caçadores de Insurgentes, 1961-1974)

 

 

título: "Os Comandos em África (1961-1974)"
autor: John P. Cann

editor: Tribuna da História
1ªed. Parede, 30Jan2019
168 págs (ilustrado)
27x20 cm
pvp: 20,95 €

dep.leg: PT-451522/19
ISBN: 989-8219-57-2

Sinopse:

 

Os Comandos constituíram um tipo de unidade de infantaria ligeira combatente, exímia na arte do combate antiguerrilha, assumindo-se como "caçadores de insurgentes" sistematicamente empenhados em operações de ataque. A sua primeira preocupação era a constante procura de informações, de origens diversas, sobre as disposições e movimentações de guerrilheiros insurgentes, que os ajudavam a adaptar-se às novas disposições tácticas do inimigo e ao seu provável paradeiro.


Operavam silenciosamente e em perfeita integração com o ambiente envolvente, em grande número de casos depois de serem largados por helicóptero numa zona próxima de uma operação em preparação. As suas intervenções podiam ser rápidas, por poucos dias, ou mais prolongadas, durando várias semanas. Readaptavam constantemente e com intenso treino os seus modos de operação, e procuravam sempre manter a iniciativa como "caçadores" nas operações de combate, que por vezes os levavam a situações de luta corpo-a-corpo.


Este corpo de elite conquistou rapidamente uma reputação de eficácia com as suas rápidas e silenciosas intervenções. Os seus sucessos levaram-no a ser genuinamente temido pelos seus adversários combatentes nacionalistas africanos, que muitas vezes preferiam abandonar instalações e território quando eram informados da presença de unidades de Comandos numa zona vizinha. Os seus efectivos eram todos voluntários e sujeitos a um treino intenso e altamente exigente, com uma percentagem de aceitação de ingresso nos Comandos extremamente reduzida. As tropas eram constituídas tanto por elementos originários da população europeia metropolitana como por elementos da população africana portuguesa.


Durante os 13 anos da insurreição dos territórios da África Portuguesa, mais de 800 000 homens serviram nas Forças Armadas de Portugal, em Angola, na Guiné e em Moçambique. Destes, cerca de 9000 serviram nos Comandos, ou seja pouco mais de 1%. Importa lembrar que 357 Comandos morreram em combate, 28 foram dados como desaparecidos e 771 ficaram feridos em combate. De notar que as unidades de Comandos causaram a maior eliminação de combatentes inimigos e de apreensão de armas, que qualquer outro tipo de unidade combatente das Forças Armadas Portuguesas.


O exigente treino dos Comandos e a sua capacidade de adaptação ao teatro africano de operações, fizeram deles a força mais eficiente do Exército Português em África.

 

 

Índice:

 

- Abreviaturas
- Introdução
- Capítulo I - O Começo
- Capítulo II - Angola
- Capítulo III - Guiné
- Capítulo IV - Moçambique
- Epílogo
- Bibliografia
- Agradecimentos

 

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Para visualização dos conteúdos clique nos sublinhados que se seguem:

 

 

Alocução proferida pelo coronel cmd Raul Folques

 

 

Entrevista com o General CMD Júlio Faria Ribeiro de Oliveira.

SIC Notícias - 22Fev2019 - Edição da Manhã (05' 15")

 

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Fotos da cerimónia do lançamento do «Os Comandos em África (1961 - 1974)» que teve lugar nas Caves do Museu Militar de Lisboa, no passado dia 21 de Fevereiro [2019].

 

 

 

 

 

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«De alma cheia», artigo publicado no jornal "O Diabo", de 08Mar2019, da autoria de Nuno Alves Caetano:

 

Clique na imagem que se segue para ampliação

 

 De-Alma-Cheia-08-Mar2019-O-Diabo-900

 

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Convite:

 

Cerimónia de lançamento do livro «Os Comandos em África (1961 - 1974)» que terá lugar na quinta-feira, dia 21 de Fevereiro [2019], pelas 18H00, nas Caves do Museu Militar de Lisboa.

 

Com a presença do autor, Comandante John P. Cann.

 

A apresentação da obra será feita pelo Coronel Raul Folques

 


 

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