O livro:
"Os
Comandos em África (1961-1974)"
(Caçadores
de Insurgentes, 1961-1974)

título: "Os Comandos em África
(1961-1974)"
autor: John P. Cann
editor: Tribuna da História
1ªed. Parede, 30Jan2019
168 págs (ilustrado)
27x20 cm
pvp: 20,95 €
dep.leg: PT-451522/19
ISBN: 989-8219-57-2
Sinopse:
Os Comandos constituíram um tipo de
unidade de infantaria ligeira combatente, exímia na arte
do combate antiguerrilha, assumindo-se como "caçadores
de insurgentes" sistematicamente empenhados em operações
de ataque. A sua primeira preocupação era a constante
procura de informações, de origens diversas, sobre as
disposições e movimentações de guerrilheiros
insurgentes, que os ajudavam a adaptar-se às novas
disposições tácticas do inimigo e ao seu provável
paradeiro.

Operavam silenciosamente e em perfeita integração com o
ambiente envolvente, em grande número de casos depois de
serem largados por helicóptero numa zona próxima de uma
operação em preparação. As suas intervenções podiam ser
rápidas, por poucos dias, ou mais prolongadas, durando
várias semanas. Readaptavam constantemente e com intenso
treino os seus modos de operação, e procuravam sempre
manter a iniciativa como "caçadores" nas operações de
combate, que por vezes os levavam a situações de luta
corpo-a-corpo.
Este
corpo de elite conquistou rapidamente uma reputação de
eficácia com as suas rápidas e silenciosas intervenções.
Os seus sucessos levaram-no a ser genuinamente temido
pelos seus adversários combatentes nacionalistas
africanos, que muitas vezes preferiam abandonar
instalações e território quando eram informados da
presença de unidades de Comandos numa zona vizinha. Os
seus efectivos eram todos voluntários e sujeitos a um
treino intenso e altamente exigente, com uma percentagem
de aceitação de ingresso nos Comandos extremamente
reduzida. As tropas eram constituídas tanto por
elementos originários da população europeia
metropolitana como por elementos da população africana
portuguesa.
Durante os 13 anos da insurreição dos territórios da
África Portuguesa, mais de 800 000 homens serviram nas
Forças Armadas de Portugal, em Angola, na Guiné e em
Moçambique. Destes, cerca de 9000 serviram nos Comandos,
ou seja pouco mais de 1%. Importa lembrar que 357
Comandos morreram em combate, 28 foram dados como
desaparecidos e 771 ficaram feridos em combate. De notar
que as unidades de Comandos causaram a maior eliminação
de combatentes inimigos e de apreensão de armas, que
qualquer outro tipo de unidade combatente das Forças
Armadas Portuguesas.
O exigente treino dos Comandos e a sua capacidade de
adaptação ao teatro africano de operações, fizeram deles
a força mais eficiente do Exército Português em África.
Índice:
- Abreviaturas
- Introdução
- Capítulo I - O Começo
- Capítulo II - Angola
- Capítulo III - Guiné
- Capítulo IV - Moçambique
- Epílogo
- Bibliografia
- Agradecimentos
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Para visualização dos
conteúdos clique nos sublinhados que se seguem:
Alocução proferida pelo coronel cmd Raul Folques
Entrevista com o General CMD Júlio
Faria Ribeiro de Oliveira.
SIC Notícias - 22Fev2019 -
Edição da Manhã (05' 15")
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Fotos da cerimónia do lançamento do «Os
Comandos em África (1961 - 1974)» que teve lugar nas
Caves do Museu Militar de Lisboa, no passado dia 21 de
Fevereiro [2019].


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«De alma cheia»,
artigo publicado no jornal "O Diabo", de 08Mar2019, da
autoria de Nuno Alves Caetano:
Clique na imagem que
se segue para ampliação

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Convite:
Cerimónia de lançamento do livro «Os
Comandos em África (1961 - 1974)» que terá lugar na
quinta-feira, dia 21 de
Fevereiro [2019], pelas 18H00, nas Caves do Museu
Militar de Lisboa.
Com a presença do autor, Comandante John
P. Cann.
A apresentação da obra será feita
pelo Coronel Raul Folques
