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Foto cedida pelo veterano J. C. Abreu dos Santos

John P. Cann

 

John P. Cann, oficial-aviador da Marinha norte-Americana na reserva, fez parte do gabinete do Secretário Auxiliar da Defesa para Operações Especiais e Conflitos de Baixa Intensidade e, depois, do gabinete do Subsecretário de Estado da Defesa.


Doutorado em Estudos de Guerra pelo King's College, da Universidade de Londres, tem publicado artigos sobre o tema da contra-insurreição. Prestou também serviço no Pentágono e no comando Ibérico da Nato, em Oeiras.

 

O livro:

 

"A Marinha em África: Angola, Guiné e Moçambique - Campanhas fluviais (1961-1974)"

 

 

"A Marinha em África: Angola, Guiné e Moçambique - Campanhas fluviais (1961-1974)"

autor: John P. Cann

editor: Prefácio
1ªed. Lisboa, 22Set2009
326 págs (ilustrado)
24x17cm
ISBN: 989-652-038-2

 

- «Entre 1961 e 1974, a Marinha portuguesa executou ou contribuiu para a execução de todas estas missões. Estendeu a presença portuguesa activa, da costa para o interior, ao longo dos rios e no caso de águas interiores fechadas, transportar embarcações por terra até essas áreas, para aí as utilizar. A partir de bases e depósitos judiciosamente situados, a Marinha estabeleceu e assegurou linhas de comunicação em apoio das populações próximas e remotas e das operações militares. Transportou consigo importante poder de fogo para apoio, que em operações conjuntas com os outros ramos, multiplicou o seu efeito. Efectuou com eficácia várias operações para lá das fronteiras, neutralizando a presença dos guerrilheiros nos santuários. A Marinha portuguesa adaptou-se bem à guerra que tinha de travar e tornou-se uma “marinha de águas interiores”, eficaz. Aprendeu bem na execução e afinou continuamente os seus procedimentos, como se tornou evidente no estudo da adaptação à nova doutrina e aos novos conceitos operacionais. Esta evolução ainda é mais notável pelo facto de a Marinha portuguesa não só ter apreendido a lutar num novo tipo de guerra, com sucesso, mas também por ter conseguido suportar, simultaneamente, responsabilidades adicionais na NATO, provocadas pela retirada da França da Aliança, além de novos encargos operacionais. Para uma marinha em desenvolvimento, cuja acção se estendia do Atlântico Norte ao seu vasto empenhamento em África, em teatros muito distantes entre si, as suas realizações foram verdadeiramente notáveis.»
(pp.80)

 

Clique em cada sublinhado que se segue para visualização do conteúdo:

 

Apresentação do livro - Prefácio

 

 

 

Versão - Estados Unidos da América:

 

 

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