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Trabalhos, textos sobre operações militares ou
livros

Jorge Ribeiro
Jorge Ribeiro, jornalista
e escritor. Repórter de guerra na África colonial,
constituiu uma experiência que enquadrou toda a sua
produção literária nesta área, onde títulos como
Capital Mueda e
Marcas da Guerra Colonial continuam a merecer
reedições. Centenas de artigos na imprensa, durante
anos, reflectem uma investigação contínua da História do
Colonialismo Português. É nesse contexto que surge a
história do último tabu do Império: S. João
Batista D’Ajudá – o
seu primeiro romance na Arca
das Letras.
Autor e
realizador do único programa da rádio portuguesa
produzido até hoje sobre os 13 anos de guerra em Angola,
Guiné e Moçambique («Noites
de África» / Rádio Press
1992-93), Jorge Ribeiro foi director de quatro estações
de rádio, chefe de redacção do JN,
e fez televisão durante 15 anos. Presidente do
TEP e fundador do FITEI, é
SG da Associação dos
Jornalistas e Homens de Letras do Porto.
Fonte:
http://arcadasletras.no.sapo.pt/autores.htm
"Marcas da Guerra Colonial"
Elementos cedidos por
Ilídio
Costa

título: Marcas
da Guerra Colonial
Colecção: Campo da
Memória
"Marcas da Guerra Colonial" é um trabalho
jornalístico, datado, que aborda questões
pouco discutidas, aprofunda outras com dados
nunca revelados, e recolhe um vasto leque de
opiniões, de figuras importantes da nossa
história recente, capazes de facilitar um
juízo mais claro e correcto do que foi a
empresa de guerra que o colonialismo
português produziu em África.
Marcas da
Guerra Colonial
não lhe teria,
provavelmente, agradado, pois o autor, o jornalista
Jorge Ribeiro, sabe o que se escondia por trás dos
estandartes portugueses. O livro é uma sequência de
investigações sobre aspectos pouco conhecidos ou
ocultados da guerra portuguesa e as sequelas que deixou.
Citaremos, entre outras: os mutilados de guerra 25 anos
depois, as actividades das tropas auxiliares (Flechas,
etc.), o papel das portuguesas na retaguarda e no
terreno, a guerra química e, sobretudo, um longo
capítulo dedicado aos crimes de guerra, para o qual o
autor recolhe apreciações de vários comentadores, entre
os quais Eduardo Lourenço, que, sempre incisivo e
perspicaz, vai ao fundo das questões na sua intervenção,
«Uma cultura do silêncio» (pp. 220-222). Um livro que se
aconselha aos jovens leitores para os ajudar a combater
os velhos demónios portugueses.
Fonte:
René Pélissier -
Análise Social, vol. XXXV (154-155), 2000, 407-427
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1224067947X0qSR1df7Gn76DV0.pdf
Para
visualizar o índice do livro clique
aqui (formato "pdf")

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