José Marques Valente, Tenente Mil.º de
Infantaria, na situação de disponibilidade
"Pouco se fala hoje
em dia nestas coisas mas é bom que para
preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
| HONRA E GLÓRIA |
Elementos cedidos por um
colaborador do portal UTW |


José Marques Valente
Tenente Mil.º de Infantaria, na
situação de disponibilidade
Companhia de
Caçadores 1550
Batalhão de Caçadores 1888
«VENDO,
TRATANDO E PELEJANDO»
Guiné: 26Abr1966 a 17Jan1968
Cruz de Guerra de 3.ª classe
Louvor Individual
Prémio Governador da Guiné
Brevíssima Resenha Castrense
José Marques Valente, Tenente Mil.º de
Infantaria, na situação de disponibilidade;
Em 31 de Outubro de 1965, Soldado-Cadete, com o n.º
mecanográfico 08763563, da Escola Prática de
Infantaria
(EPI - Mafra) «AD UNUM», promovido a Aspirante-a-Oficial
Mil.º Atirador de Infantaria e colocado no Regimento de
Infantaria 1 (RI1 - Amadora) «UBI GLORIA OMNE PERICULUM
DULCE»;
Em 20 de Abril de 1966, tendo sido mobilizado para
servir
Portugal na Província Ultramarina da Guiné,
embarca em Lisboa no
NTT 'Uíge' rumo ao estuário do Geba
(Bissau), como Alferes Mil.º adjunto do comandante
[Capitão Mil.º de Infantaria Agostinho Duarte Belo] da
Companhia de Caçadores 1550 (CCac1550) do Batalhão de
Caçadores 1888 (BCac1888- RI1) «VENDO, TRATANDO E
PELEJANDO»;
A sua subunidade de infantaria, após o desembarque,
seguiu imediatamente para Farim, a fim de substituir a
Companhia de Caçadores 675 (CCac675) «NUNCA CEDERÁ»,
como subunidade de intervenção e reserva do sector,
ficando integrada no dispositivo e manobra do Batalhão
de Artilharia 733 (BArt733) «VALOROSOS, AUDAZES
E
CORAJOSOS» e depois do Batalhão de Caçadores 1887
(BCac1887) «AUDÁCIA, LEALDADE E FIRMEZA», orientada para
a
realização de patrulhamentos, emboscadas e acções
sobre os corredores de Sambuiá e Samine; em 28 de
Dezembro de 1966, foi rendida pela Companhia de
Caçadores 1546 (CCac1546) «JUSTIÇA E GLÓRIA» do Batalhão
de Caçadores 1887 (BCac1887) «AUDÁCIA, LEALDADE E
FIRMEZA», e após curta permanência em Bissau, seguiu em
3 de Janeiro de 1967 para Xime, a fim de substituir a
Companhia de Cavalaria 1482
(CCav1482); em 11 de Janeiro
de 1967, assumiu a responsabilidade do subsector de
Xime, com efectivos destacados em Ponta do Inglês,
Taibatá e Galomaro e
depois ainda em Demba Taco, Samba
Sílate e Candamã, estes por períodos curtos e variáveis,
ficando então integrada no dispositivo e manobra do seu
batalhão; em 9 de Janeiro de 1968, foi rendida no
subsector de Xime pela Companhia de Artilharia 1746
(CArt1746) «O CÉU, A TERRA E AS ONDAS ATROANDO» e
recolheu seguidamente a Bissau, a fim de aguardar o
embarque de regresso.
Louvado por feitos em combate no
teatro de operações da Guiné, por despacho de 23 de
Fevereiro de 1967 e por proposta do Exm.º Comandante do
Comando de Agrupamento 24 (CmdAgr24) «PREVISÃO E ACÇÃO»,
publicado na Ordem de Serviço n.º 11, de 2 de Março de
1967, do Quartel General do Comando Territorial
Independente da Guiné;
Agraciado com a Medalha da Cruz de
Guerra de 3.ª classe, pela Portaria de 25 de Abril de
1967, publicada na Ordem do Exército n.º 11 – 2.ª série,
de 1967;
Galardoado com o Prémio Governador da
Guiné, publicado no Jornal do Exército n.º 96, de
Dezembro de 1967, página 22
No dia 17 de Janeiro de 1968, embarca de regresso à
Metrópole no NTT ‘Uíge, que aporta ao cais fluvial de
Lisboa no dia 22 de Janeiro de 1968;
Desde 1 de Dezembro de 1968 considerado Tenente Mil.º na
situação de disponibilidade.

