
Lurdes
Maravilha
Maria de Lurdes Silva Maravilha,
natural de Castro Daire - Viseu.
Diplomou-se em Educadora de
Infância, pela Escola do Magistério
Primário de Lamego, posteriormente a
licenciatura em Administração
Escolar, pela Escola superior de
Educação de Viseu, especializou-se
em Administração e Organização
Escolar, adquiriu o grau de Mestre
em Ciências da Educação pela
Universidade Católica.
Foi designada como avaliadora no
atual processo de avaliação de
desempenho docente.
Realizou um estudo de investigação
sobre a necessidade da implementação
educação pré escolar itinerante, a
qual foi implementada no Agrupamento
de Castro Daire. Exerceu a função de
formadora durante vários anos, no
Instituto de Assuntos Culturais,
dando formação às famílias e jovens.
Participa como apresentadora de
programas relacionados com a
temática sobre o papel da família,
na Rádio Limite de Castro Daire e na
Rádio Alive FM 89.9 de Viseu.
Escreve poesia desde os dez anos.
Publicou alguns artigos em jornais.
Publicou o livro de poesia que se
intitula de “CINZAS VIVAS”, pela
editora Oz.
in:
Divulga Escritor
O livro:
"Guerra
Colonial - Silêncios Rasgados"

título: "Guerra
Colonial - Silêncios Rasgados"
autor: Maria de Lurdes da Silva
Maravilha
editor: Município de Castro Daire
1ªed. Castro Daire, 04Abr2016
236 págs (ilustrado)
22x21,5 cm
ISBN 989-98913-4-0
in:
"Guerra Colonial - Silêncios
Rasgados":
(…) – Diz-me rápido e
sem rodeios. Quem te facilitou a
fuga?
O prisioneiro respondera que tinha
sido ele próprio e que ninguém
estava envolvido nesta fuga.
Contou-me que o próprio Holden
Roberto o chicoteou sem dó nem
piedade, mas proferiu sempre que ele
era o único culpado. Foi chicoteado
com um cinturão e até a própria
fivela se enterrou várias vezes por
entre as costelas.(…)
(…) Neste troço pesado de
sofrimento, o pai ainda conseguiu
ter forças para esperar pelo seu
regresso. Um abraço único, que não
se apaga da sua memória!
Infelizmente, no final dessa
primavera, as flores murcharam
novamente. O seu pai partiu, mas
levou na alma o alento de ver o
filho em liberdade. (…)
Lurdes Maravilha