Manuel Amaro Bernardo,
Coronel de Infantaria na situação de reforma
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Nota de óbito |
Elementos cedidos pelo veterano
JC Abreu dos Santos |
Faleceu no dia 16 de Junho de
2024 o veterano
Manuel
Amaro Bernardo
Coronel de Infantaria na
situação de reforma

Moçambique: 1961 a 1963
Comandante do
1.º Pelotão
da
Companhia de Caçadores
Especiais 80
Centro de Instrução de
Operações Especiais
«QUE OS MUITOS, POR SEREM
POUCOS, NÃO TEMAMOS»
Angola: 1964 a 1966
Comandante da
6.ª Companhia de Caçadores
«FORTE E GLORIOSA»
Regimento de Infantaria de Sá da Bandeira
«O ÚLTIMO SERÁ O PRIMEIRO»
Moçambique: 1967 a
1969
Comandante da
1.ª Companhia de Caçadores
Batalhão de Caçadores 18/RMM
«PRIMEIRO ENTRE OS IGUAIS»
e da
2.ª Companhia de Caçadores
Batalhão de Caçadores 15/RMM
«AD GLORIAM FAMA VOLAT»
Livro:
"Timor - Abandono e Tragédia"
De: J. Morais
da Silva e Manuel A. Bernardo
Lançado em 11-11-2000 - De: J. Morais da Silva e Manuel
A. Bernardo
Comentários
(...) Já li todo (de ontem para hoje). É bom. (...)
D. Ximenes Belo / Bispo de Díli e Prémio Nobel da
Paz (Carta de 10-11-2000)
(...) O livro, descrito por Manuel Bernardo como "uma
pedrada no charco contra o momento politicamente
correcto", foi apresentado por Jaime Nogueira Pinto e
Virgílio de Carvalho (...)
in "24 Horas" de
12-11-2000
(...) "Há que estar de pé atrás com alguns que são
recebidos em Portugal com a passadeira vermelha, mas que
são verdadeiros criminosos; há que desmascará-los",
realçou Morais da Silva. O outro autor, Manuel Bernardo,
disse esperar que a obra chame a atenção do CEMGFA para
a colocação no monumento dos mortos do Ultramar do nome
do tenente-coronel Maggiolo Gouveia. (...)
Jorge Azevedo, in "O
Diabo" de 14-11-2000
(...) Um livro polémico sobre descolonização.
Professor Marcelo Rebelo de Sousa, in
TVI,
em 19-11-2000
(...) Nº 7, no quadro de "best-sellers" (não
ficção).
In "Jornal de Letras",
de 29-11-2000
(...) No lançamento do livro "Timor; Abandono e
Tragédia": (...) "Notei que as mesmas pessoas que em
1975 tiveram culpa de tudo o que aconteceu, estão de
novo a preparar-se para um processo que, se não for
travado, terá as mesmas consequências (...)" Aqui
(Portugal) se elogia e enaltecem aqueles que a sangue
frio mandaram matar os nossos oficiais em guerra, que
eles não fizeram (...)
A. Abrunhosa, in "Jornal
de Arganil" de 30-11-2000
(...) São documentos e imagens impressionantes. Qualquer
português, por mais insensível e distraído que tenha
estado à vida portuguesa no último quarto de século,
fica com a alma a sangrar e dificilmente logrará impedir
que algumas lágrimas, teimosas, lhe rolem pela face
estupefacta. (...)
João Coito, in "O Diabo"
de 5-12-2000
(...) Afirma (Morais da Silva) que o Tenente-coronel
Maggiolo Gouveia, feito prisioneiro e fuzilado pela
FRETILIN, foi torturado e espancado, antes da execução,
por Hermenegildo Alves, Rogério Lobato e Alarico
Fernandes (...)
José Manuel Barroso, in "Diário
de Notícias" de 7-12-2000
(...) Como a História não é linear, se não faz de uma só
verdade, nem de um só testemunho, esta obra a duas mãos
é um registo ou uma interpretação de leitura necessária
sobre o que aconteceu no solo mártir de Timor, antes da
invasão da Indonésia. (...)
José Manuel Barroso, in "Diário
de Notícias" de 8-12-2000
(...) Os autores fazem também um apelo para que seja
esclarecido o fuzilamento levado a efeito por elementos
da FRETILIN, em Aileu, já assumido pelos actuais líderes
timorenses, agora que foram reatados os contactos com as
autoridades locais. E que o nome de Maggiolo Gouveia
seja incluído no Monumento dos Mortos do Ultramar, com a
data correcta do seu falecimento (...)
Alberto Ribeiro Soares, in "Revista
Militar" de Dezembro de 2000
Decisão da Liga dos Combatentes: "Inscrever o nome do
Tenente-Coronel Maggiolo Gouveia no Memorial dos Mortos
nas Campanhas da Guerra do Ultramar".
Em 14-12-2000
